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12/03/2011

 

MAIS MORTES NA ESTRADA

Toda Quarta-Feira de Cinzas vem o mesmo balanço macabro: aumentaram as mortes nas estradas durante o Carnaval. Neste 2011 não foi diferente: 213 vítimas nas estradas federais, 48% a mais que no ano passado.

É verdade que a maior parte dos acidentes ocorre por culpa dos próprios foliões. Embriagados, tomam o volante para cometer todo tipo de imprudência. Correm, batem, atropelam e matam quem não tem nada a ver com a história.

O governo, em Brasília, não ajuda. Se depender dele, é mais fácil aumentar o pedágio do que consertar as estradas. De fato, as tarifas nas rodovias federais estão subindo mais que inflação.

Anda mais caro viajar de carro, mas o motorista e sua família correm cada vez mais riscos. Não pode. O dinheiro do pedágio tem de ser usado para tornar as estradas mais seguras.

Todo mundo sabe que os radares ajudam a manter os motoristas na linha. Havia 300 desses equipamentos nas estradas federais, do tipo "lombada eletrônica", que não dá para deixar de ver e respeitar. Mas estão parados desde 2007.

A desculpa capenga é que tinha acabado o prazo de concessão do serviço. As empresas não podiam continuar operando os radares.

Com muito atraso, ainda no governo Lula, fizeram outra concorrência. Dessa vez, para instalar 2.696 lombadas Brasil afora. Um número mais adequado para a malha de 60 mil quilômetros de estradas federais.

A promessa agora é começar a instalar os radares em março, mas vai demorar dois anos para acabar. Tomara que não venham mais mortes no Carnaval de 2012.

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11/03/11

ESTÃO BRINCANDO COM FOGO

Os diversos processos administrativos que circulam na administração municipal de Avaré continuam parados.

Para piorar, Ortega diz que existem ‘ritos processuais’ para que tudo se esclareça.

Explica, mas não justifica, pois os prazos são de 30 dias, prorrogados por mais 30.

Barchetti tem sido visto como um ‘paizão’ dos servidores, mas a realidade é outra.

O prefeito não pode e não deve proteger quem cometeu delitos graves e criminosos.

Se continuar a protelar tais ações, em breve poderá até mesmo ser denunciado pelo crime de prevaricação e improbidade administrativa.

Barchetti que, anteriormente pregava a bandeira da moralização parece ter se esquecido.

Pior pra ele, que, caso as coisas acabem no MP será um forte candidato a integrar a fila de processos administrativos.

Ser justo e benevolente, não é ser cumplice de ilegalidades.

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02/03/2011

 

AULAS DE RELIGIÃO

Metade das escolas públicas e privadas do Brasil oferece ensino religioso. São quase 100 mil estabelecimentos, onde estudam milhões de crianças.

A religião é parte importante da vida da maioria das pessoas. Segundo o Datafolha, 61% dos brasileiros são católicos e 25% são evangélicos, além dos que seguem outras religiões ou não acreditam em Deus.

Mas a escola não é o melhor lugar para ensinar religião. Para isso existem as igrejas e lugares de culto, aonde os pais podem levar seus filhos sempre que quiserem.

O ensino religioso no colégio é complicado. Se o aluno for de família budista, por exemplo, é incorreto obrigá-lo a repetir que Jesus Cristo é o filho de Deus.

A lei, porém, permite o ensino de religião nas escolas. Apesar de a Constituição deixar muito clara a separação entre Estado e igreja no Brasil, a lei maior do país admite o ensino religioso --mas não de forma obrigatória, nem para converter ninguém.

O ideal, então, é que as aulas ensinem só a história das religiões. Entender a trajetória do cristianismo, do judaísmo, do islamismo e de outras religiões ajuda a compreender o mundo de hoje. Várias guerras foram travadas em nome de um Deus, e muitas ainda serão.

O ideal seria mudar a Constituição e tirar dela essa história de ensino religioso. Cada um deve ensinar a seu filho a fé que bem entender, sem interferência do governo. Na escola, os alunos deviam focar a sua atenção em português, matemática e outras disciplinas, nas quais o desempenho do Brasil já é péssimo.

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21/02/2011

 

SEGURANÇA NOS BANCOS

A Assembleia Legislativa do Estado acaba de aprovar uma lei que obriga os bancos a instalar divisórias entre os caixas dos bancos. A norma vale também para os caixas eletrônicos.

O objetivo é evitar a ação dos chamados "olheiros" --gente que tenta ver as senhas e a movimentação dos clientes com o objetivo de roubá-los.

As divisórias terão de ter 1,80 m de altura. Para o autor da proposta, esses biombos teriam a vantagem de garantir mais privacidade às pessoas atendidas. Se for sancionada pelo governador, a medida entrará em vigor em 90 dias.

Com objetivos semelhantes, tramita na Assembleia um projeto que proíbe pessoas de portar uma série de itens, como celulares, em bancos e nas proximidades de caixas eletrônicos.
O propósito dos legisladores é elogiável. Trata-se de aumentar a segurança, dificultando a vida de espertalhões e bandidos.

Mas é preciso pensar bem antes de criar restrições que podem tolher a liberdade dos cidadãos e aumentar os custos das empresas --que acabam por ser repassados ao consumidor.

O ideal, obviamente, é o poder público atuar de modo a reduzir a ação da bandidagem.

É difícil? É, mas não há outro caminho a ser trilhado. Se houve progressos importantes na redução dos homicídios, o mesmo pode acontecer em relação a roubos e assaltos.

Para isso, não basta que a polícia amplie e melhore sua atuação. É preciso que a Justiça seja mais eficiente.

A grande inimiga da segurança pública é a impunidade. Se o sistema é eficiente na investigação e na punição, o crime recua.

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15/02/11

CÂMARA DE PRIVILÉGIOS 

Causou fortes reações em dezembro do ano passado a decisão de deputados e senadores de reajustar em 60%, de uma só vez, seus próprios salários.

O que talvez nem todos soubessem é que uma norma interna da Câmara Municipal de São Paulo vincula de forma automática, e já há quase duas décadas, os vencimentos dos representantes locais aos de seus colegas em Brasília -sem a necessidade de que se exponham ao desgaste de legislar em causa própria.

Com a aplicação da regra, os salários dos edis paulistanos passarão de cerca de R$ 9.300 para pouco mais de R$ 15 mil mensais.
Não está, porém, neste valor o abuso mais gritante -ainda que ele supere, com folga, os vencimentos de boa parte da elite do funcionalismo público no país. Assim como no Congresso, o custo de cada integrante da Câmara para o contribuinte reside sobretudo nos gastos de gabinete.

Ao somar ao salário do vereador os de seus assessores e as verbas para despesas diversas, cada legislador paulistano custa R$ 114,8 mil por mês -superando assim, por pequena margem, os R$ 114,4 mil mensais consumidos por um deputado federal.

É acintoso que cada vereador necessite de até 18 assessores, além de verbas para a contratação de consultorias externas.
O desperdício confirma-se quando se observa a fatura dos reembolsos para despesas diversas, que ultrapassam o montante de R$ 180 mil anuais por vereador.

Levantamento feito pela Folha revelou que boa parte desses recursos é empregada em despesas de correios e serviços gráficos. Trata-se de gastos com "prestação de contas", um eufemismo para a autopromoção.

Reproduz-se na Câmara paulistana um padrão de privilégio comum à quase totalidade dos legislativos do país. Com a diferença, para pior, de que os vereadores criaram um ardiloso mecanismo para mantê-los à sombra na hora de sancionar a benesse.

Trata-se de uma regra inaceitável, que não condiz com as ambições de liderança cosmopolita do principal centro urbano do país.

Publicado originalmente pelo jornal A Folha de S.Paulo.

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14/02/11

CENÁRIO POLÍTICO EM AVARÉ

Tem se notado um cenário perigoso nestes últimos dias na política avareense.

Rogélio Barchetti não anda bem com seus aliados. Prova disso, nada mais é do que as diversas críticas que seu aliado, Rípoli vem tecendo diuturnamente, contrariando o que ele fazia quando o prefeito era Joselyr Silvestre.

Outro ponto chave está no fato de que, sua bancada tem se distanciado gradualmente do prefeito.

O cenário é notado por quem acompanha os bastidores políticos. Tanto Tucão, quanto Rípoli, Schiavão, Clivatti e Araujo não são vistos mais ao lado de seu alcaide.

Algo anda errado, ou o prefeito está preferindo assim.

As estratégias de Barchetti são de cunho pessoal, e o que acontece nos bastidores, ele sempre guarda para si. Raramente diz algo que aconteceu em uma e outra reunião.

O caso de Clivatti é o mais patente de todos. Antes aliado e ferrenho defensor do prefeito, agora abre um leque de críticas ao prefeito. Clivatti se mostra a cada dia mais insatisfeito com Barchetti, desde que foi preterido na última hora por Marialva Biazon.

Já Rípoli também há tempos mostra-se totalmente desconexo do atual administração.

Fatos estranhos, mas pode-se afirmar que, a princípio, Barchetti não poderá contar muito com sua base aliada. Está alicerçado em areia. Em areia que rapidamente pode sugá-lo ou desmoronar na primeira tempestade.

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07/02/11

NÃO DÁ MAIS

O prefeito de Avaré precisa mudar e rápido- caso contrário terá sérios problemas para tentar uma futura reeleição.

Seu Secretário de Obras é um desastre. A conservação das ruas, mesmo com o estado de ‘emergência’ está a passos parcimoniosos.

Um exemplo de péssimo gestor público é visível a qualquer um que, ao menos olhe com mais atenção.

A Avenida Gilberto Filgueiras é um exemplo tácito. Há mais de um ano a obra não sai do lugar, e abandonada fere os olhos e o bolso do contribuinte.

Barchetti que tanto prega seu ‘desapego’ aos secretários continua errando feio.

Aparecido Fernandes foi um vereador sem expressão e, com sua falta capacidade técnica mancha a administração de Barchetti aos quatro cantos da cidade.

Não dá mais. Ou Barchetti muda e exonera Aparecido, ou terá sérios problemas pela frente.

A verdade que não é só o secretário de Obras que se mostra despreparado para o cargo. Outros engrossam a fila e, sequer sabem o que estão fazendo em seus cargos.

Ainda dá tempo, mas se demorar muito, aí sim, as coisas vão degringolar.

Não dá mais!

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03/02/2011

 

DIRETORES DEMAIS NA ASSEMBLEIA

A Assembleia Legislativa de São Paulo tem um número de diretores na sua folha de pagamento quase igual à quantidade de deputados estaduais. São 70 diretores, para 94 parlamentares.
Os salários desses diretores são bem altos. Começam em R$ 6.900, como no caso dos diretores de xerox, garagem e manutenção de carros. Outros chegam a R$ 16 mil.

O Legislativo paulista afirma que são apenas oito os diretores. Mas o fato é que os ocupantes dos 70 cargos recebem como se fossem diretores de verdade. Para o bolso do contribuinte, dá no mesmo.

As regras da Assembleia dizem que o serviço de xerox deve "executar extração de cópias de documentos e papeis em geral" e "zelar pela boa conservação e utilização dos equipamentos". Precisa de diretor para isso?

Nunca é demais lembrar que, no segundo semestre do ano passado, com a desculpa das eleições, a Assembleia quase não trabalhou.

Do começo de julho ao início de outubro, não votou nem uma lei sequer. O gasto nos últimos sete meses foi de R$ 79 milhões, entre salários de deputados, assessores e verbas de gabinete.

Quem paga esse número absurdo de diretorias inúteis somos nós, por meio de altos impostos.

O melhor seria reduzir drasticamente o número de diretorias na Assembleia, deixando apenas as realmente importantes e necessárias. Talvez fosse preciso criar apenas um cargo, que viria muito a calhar mesmo com o gasto extra: a diretoria do respeito com o dinheiro do contribuinte.

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24/01/11

O CASO DA KOMBI

Nesta semana, com exclusividade o Jornal A Bigorna mostrou um flagrante e desrespeito ao dinheiro público.

Um veículo oficial, uma Kombi que estava “emprestada” – foi flagrada sendo usada por terceiros, na zona rural de Avaré.

São tantas as questões que, elas chegam até a se embaralhar.

A polícia equivocadamente diz que não houve crime!

Se isso não for crime, então o que é? Desde já, então, vamos até a Garagem Municipal e peguemos, nós também um carrinho emprestado.

Destarte tudo, o prefeito Barchetti tem culpa também, pois como prefeito tem a obrigação de zelar pelo patrimônio público. Para isso, ele tem o Setor de Patrimônio.

Se não fez de acordo como manda a regra, errou, e também deve satisfações ao povo.

Barchetti há tempos vem trilhando um terreno arenoso e perigoso, o chamado ‘parlamentarismo’.

Dá muita liberdade a alguns vereadores, e se embanana depois. Continua com secretários péssimos, onde poucos trabalham de verdade. Alguns realmente dão o ‘sangue’, ao passo que outros somente vão ao banco para receber sua quinquilharia.

Não é a 1ª vez que este Editor fala sobre a areia movediça que caminha para engolir o atual prefeito.

Se continuar assim, precisará de duas coisas. Uma é sorte, para não parar nos TCE como seu antecessor, e outra que poderá pesar em 2.012, ou seja, sua reeleição.

Ou coloca ordem na ‘Casa’ agora, ou sairá pela porta dos fundos.

A opção é dele –prefeito.

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22/01/2011

 

POUCO SUOR, MUITA GRANA

 

O trabalhador tem de suar a camisa por mais de 30 anos para conseguir uma aposentadoria que muitas vezes mal dá para o sustento. Enquanto isso, ex-governadores de pelo menos 18 Estados recebem pensões de até R$ 24 mil por mês.

O pior é que muitos deles ficaram apenas alguns dias no cargo. Em Mato Grosso, um ex-presidente da Assembleia Legislativa ocupou o cargo como interino por dez dias. E ganha pensão de R$ 15 mil por mês para o resto da vida.

Um outro, Pedro Pedrossian, foi governador de dois Estados, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Por isso, recebe aposentadoria dos dois, num total de cerca de R$ 40 mil.

Pelo menos em São Paulo não existe esse absurdo, segundo as reportagens publicadas até agora.

No total, são pelo menos 135 políticos que ganham esse benefício, a um custo anual de R$ 31,5 milhões.

Com esse dinheiro, dá para pagar um salário mínimo a 5.150 pessoas durante um ano. Ou construir 818 casas. Ou ainda incluir até 38 mil famílias no Bolsa Família. As comparações possíveis são muitas. As justificativas aceitáveis, não.

O pior é que o Supremo Tribunal Federal já decidiu, em 2007, que esse tipo de pagamento vai contra a Constituição. Como era o caso específico de um governador, só a pensão dele foi cassada. Para acabar com os outros, só com novas ações na Justiça.

Mas não devia ser necessário um juiz dizer a esses 135 ex-governadores que a pensão deles é abusiva. Eles mesmos deveriam perceber o absurdo e abrir mão de receber essas gordas aposentadorias a que não têm nenhum direito.

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15/01/11

A MAIOR TRAGÉDIA

Embora superando recordes históricos, mortandade no Estado do Rio inscreve-se numa rotina de omissão e descaso das autoridades A calamidade que se abateu sobre a região serrana do Estado do Rio de Janeiro, na madrugada da quarta-feira, não se dimensiona apenas pelo número de mortos -passavam de 500 ao término desta edição- nem pelas imagens impressionantes do rastro de água e lama que, em poucas horas, transformou chalés turísticos e moradias simples num cenário de desespero e destruição.

No que tange ao cômputo das vítimas, Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo já superam o recorde de meados dos anos 60, quando 300 pessoas morreram em temporais no Rio e mais de 400, estima-se, perderam a vida em Caraguatatuba (SP). Essas haviam sido as maiores catástrofes atribuídas a causas naturais no país.

Mas a expressão "causas naturais" é enganosa quando se fala em acontecimentos deste tipo. Se a violência das chuvas foi excepcional, não se deve a nenhum fenômeno atmosférico o fato de que encostas tenham sido ocupadas descontroladamente -a exemplo, aliás, do que acontece em muitas outras cidades do país.

Não depende da meteorologia a ausência de mapeamento adequado das áreas de risco. Não constitui, por fim, culpa de são Pedro (para usar o clichê das autoridades nesta época do ano) que menos da metade das verbas federais para prevenção de desastres tenha sido aplicada em 2010.

Segundo o Ministério das Cidades, de 99 municípios com histórico de tragédias apenas 45 apresentaram projeto que os habilitasse a receber dinheiro para obras de prevenção. Isso não justifica desvios políticos do governo federal, como os praticados pelo ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira, que destinou metade das verbas a seu Estado, a Bahia, em 2009. Tampouco explica os atrasos ou a retenção de recursos -já escassos- prometidos quando ocorrem os desastres.
Não se trata apenas de incompetência técnica nem de falta de recursos.

Por motivos políticos, autoridades nas mais diversas regiões do país não se dispõem a pagar o preço de remover os habitantes das áreas ameaçadas. Facilitaram, muitas vezes, a sua ocupação, criando redutos eleitorais em terrenos predestinados à tragédia. Ignoraram normas de edificação, consideraram dispensáveis os cuidados com a cobertura florestal e com a impermeabilização do solo.

Soluções técnicas podem ser diferentes, no vale do Itajaí (SC) ou na região metropolitana de São Paulo, em Pernambuco ou no Rio de Janeiro. Igual, entretanto, em toda parte, parece ser a omissão das autoridades -que só pode ser chamada de criminosa, quando suas vítimas, mais uma vez, se contam às centenas nestes dias.

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10/01/2011

 

LEÃO FAMINTO

 

No último dia do ano passado, o governo tomou uma decisão que, na prática, faz com que a gente pague mais Imposto de Renda.

Desde 2007, a tabela do IR vinha sendo reajustada em 4,5%. Desta vez, não teve nada.

Com isso, quem finalmente conseguiu aquele aumento de salário no ano passado pode acabar pagando mais imposto. Com o salário maior, mas a tabela que serve para calcular o IR congelada, a mordida do leão aumenta. E dói.

Desde 1995, quando acabou a correção automática da tabela pela inflação, o prejuízo acumulado para o trabalhador já é de 70%. É muito dinheiro.

Nesse caso, foram oito anos de Fernando Henrique e mais oito de Lula, e os dois preferiram aumentar a arrecadação do governo a deixar mais dinheiro no bolso dos trabalhadores.

Há dois anos, o governo ainda chegou ao cúmulo de tentar segurar as restituições, ou seja, a devolução do que foi cobrado a mais. Só voltou atrás na decisão de garfar o contribuinte porque os jornais mostraram a maracutaia.

Não bastasse isso, os impostos invisíveis que estão incluídos nos produtos que o povo consome aumentam o preço de tudo. Do arroz com feijão à cachaça, tudo tem imposto.

Uma conta mostra que 37% de tudo que o país produz em um ano vai para os cofres do governo. Significa que a gente trabalha 135 dias do ano só para pagar imposto.

Está mais do que na hora de o governo rever a sua decisão e reajustar a tabela do Imposto de Renda. É uma cobrança a mais, injusta, para um povo que já trabalha muito o ano inteiro para ganhar seu dinheiro suado.

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08/01/11

 

CHOVEU - DANOU-SE

Todo ano é a mesma novela - "Chuvas de Verão". Chega o calor, começa o aguaceiro e aí é só uma questão de tempo até acontecerem às tragédias.

Em Mauá, na Grande São Paulo, uma mãe de 34 anos e o filho, de 11, morreram soterrados por um deslizamento de uma encosta.

Ela estava na cama, descansando depois do trabalho. A criança estava jogando videogame na sala, com um tio. Chovia forte na região desde o Natal, mas funcionários da prefeitura não apareceram por lá.

É claro que ninguém, podendo escolher, decide morar num barraco em área de risco. Quem ocupa esses lugares em geral tem poucos recursos e pouca informação. Por isso, os governos têm de ajudar essas pessoas a encontrar um lugar mais digno e seguro para viver.

O problema não é só de São Paulo, é do Brasil inteiro. Quem não se lembra dos pelo menos 50 mortos em Angra dos Reis, no Ano Novo de 2009 para 2010?

Todo mundo falha. A prefeitura, o governo estadual e o federal também.

Entre 2003 e junho do ano passado, o governo federal liberou R$ 5,8 bilhões para ações depois das tragédias, e só R$ 1,1 bilhão para prevenir as enchentes.

Além das mortes que poderiam ser evitadas, a falta de preparo para a temporada de chuvas afeta toda a população.

É só chover um pouco mais forte que bairros inteiros ficam alagados por dias. E muitas regiões sofrem também com falta de luz, que em geral duram horas sem que se tenham boas explicações.

Está mais do que na hora de as autoridades enfrentarem esse problema a sério, com soluções de longo prazo, que não se dissolvam ao sinal da primeira trovoada.

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07/01/11

 

O PAPEL DOS VEREADORES

 

Em ano de eleição, é normal que os políticos se dediquem a buscar novos cargos ou a ajudar os seus aliados.

Até aí, tudo bem. O que não pode acontecer é, por conta disso, eles trabalharem menos para a cidade.

A maioria das novas leis publicadas no ano que passou não tem nenhum impacto direto na vida das pessoas.

Mudanças de nomes de rua e datas comemorativas só servem para homenagens, muitas vezes justas, mas não mudam nada no cotidiano do cidadão.

É claro que houve algumas leis importantes aprovadas, mas, ainda assim, é muito pouco.

Os vereadores não podem reclamar de falta de estrutura. Ganham salário mensal de R$ 3.500, além de carros oficiais, e assessores. No ano que vem, já tem eleição de novo, quando, normalmente, quase todos os vereadores tentam se reeleger.

O que se espera é que, apesar do direito de buscar um novo mandato, eles não se esqueçam de que a prioridade é a cidade de Avaré.

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03/01/11

DESAFIOS DA PRESIDENTE

A presidente Dilma Rousseff assume hoje o governo de um país promissor, que pode alimentar com realismo a ambição de se tornar nas próximas décadas uma nação rica e socialmente justa.
Contribuir de maneira decisiva para esse triunfo histórico é o grande repto que se apresenta à nova mandatária. Não bastará, para tanto, dar continuidade às políticas de seu antecessor.

Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva beneficiou-se da consolidação dos alicerces da democracia e da estabilidade econômica, sua sucessora terá de destacar-se da etapa que se conclui e lançar as bases de novo ciclo de conquistas.

Na área econômica é hora de reduzir o chamado custo Brasil, trazer a taxa de juros a patamares compatíveis com os de nações desenvolvidas e aumentar a capacidade pública e privada de investir. São indispensáveis reformas para disciplinar o caos tributário, eliminar obstáculos burocráticos e facilitar a vida das empresas.
É inadiável o esforço para reduzir a parcela do PIB consumida pelo Estado e elevar o padrão de eficiência do funcionalismo, por meio de mecanismos de cobrança e premiação por mérito.

Portos, ferrovias, rodovias e aeroportos precisam ser ampliados e modernizados. É preciso que o poder público faça a sua parte e convoque a iniciativa privada para atuar em parcerias.

Na política industrial, a pesquisa inovadora e os setores de alta tecnologia esperam por estímulos. O país não pode se contentar em ser apenas fornecedor mundial de produtos primários.

Na saúde, em vez de insuflar apelos por aumento de tributos, a presidente deve trabalhar para obter ganhos com o aperfeiçoamento da gestão. Fonte de problemas endêmicos, a precariedade do saneamento básico é inaceitável. Basta dizer que um terço da população não tem acesso a nenhuma forma de coleta de esgotos.

É na educação, contudo, em que pesem as melhorias pregressas, que mais se precisa avançar. O conhecimento é a principal ferramenta de redução de desigualdades. Dados recentes indicam que apenas 43% dos engajados no mercado de trabalho concluíram o ensino médio. E somente 11% têm diploma de nível superior. Cerca de 15% dos jovens de 15 a 17 estão fora da escola, que oferece ensino ruim, como provam as notas de jovens brasileiros em testes internacionais.

A presidente Dilma Rousseff deveria assumir metas como a garantia de que antes de 2014 todas as crianças sejam alfabetizadas até a idade de 8 anos. É preciso levar à escola todos os que têm entre 4 e 17 anos e responder à demanda por creches. Cabe ainda ao governo federal liderar um movimento de reciclagem do professorado e de melhoria de sua péssima situação salarial.

Por fim, mas não menos importante, é imperioso que o novo governo recupere o tempo perdido numa área em que o presidente Lula definitivamente falhou -a do combate à corrupção, aos maus costumes políticos e ao aparelhamento da máquina estatal. Já é tempo de promover uma regeneração ética e republicana da esfera pública.

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30/12/10

DO VIRTUAL AO REAL

Ainda que de modestas proporções, duas manifestações contra o aumento salarial para deputados e senadores, ocorridas anteontem, fecham 2010 num espírito avesso às complacências de rotina. Em Brasília, um grupo de estudantes bloqueou o trânsito na Esplanada dos Ministérios, invadindo a rampa do Palácio do Planalto; houve confronto com a polícia. Em São Paulo, cerca de cem manifestantes ocuparam uma faixa da avenida Paulista, dispersando-se sem violência.

Há nesses protestos componentes mais significativos do que faz supor sua pequena expressão numérica. Foi ampla, como se sabe, a indignação contra o reajuste salarial de quase 62%, autoconcedido pelos parlamentares.

A inconformidade não se limitou, contudo, aos dias imediatamente posteriores à votação. Propagou-se em ondas sucessivas, pela internet, e as manifestações desta segunda-feira vieram, sem dúvida, refletir esse processo.

Se no passado era visível a presença de partidos políticos (a começar pelo próprio PT) em movimentos desse tipo, a disposição para organizar protestos de rua reduziu-se hoje em dia, num clima em que as célebres organizações da sociedade civil amolecem num caldo de governismo e cooptação.

Ao mesmo tempo, pulverizaram-se os focos de inconformismo e contestação. Mecanismos de ativismo virtual, como abaixo-assinados e comunidades em sites de relacionamento, surgem para canalizar protestos dispersos.

Sendo hoje incerto o seu poder efetivo, ao menos alimentam a esperança de que, no futuro, não seja tão fácil à empáfia das autoridades jogar com o fato consumado. Vale lembrar que a Lei da Ficha Limpa constituiu fenômeno ao qual, de início, se atribuíam poucas chances de sucesso.

Novas formas de mobilização, aos poucos, articulam-se na sociedade. Se ainda são pequenos ou duvidosos os seus resultados, não será demasiado irrealista desejar que no futuro ganhem em intensidade e abrangência.

a

28/12/10

TEMPO NA ESCOLA

O debate sobre educação tem melhorado de forma palpável no Brasil. Um dos avanços observados está no abandono de propostas com sabor de panaceia, como um dia já foi a de que tudo se resolveria com a adoção de ensino em tempo integral. A ideia tem mérito, mas não o poder de apagar as deficiências estruturais da rede pública de ensino.
Costuma-se citar, nessas discussões, o exemplo do Chile, país sul-americano com melhor desempenho em testes internacionais de conhecimentos dos estudantes. Associam-se os bons resultados ao fato de a maioria dos alunos cumprir jornadas ampliadas na escola. É um raciocínio, no entanto, duvidoso, ao estabelecer uma relação de causa e efeito.

Feita a ressalva, é auspicioso que o MEC tenha incluído entre as 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020 a de oferecer sete horas diárias de atividades em 50% das escolas oficiais de educação básica. O período habitual é de cerca de quatro horas.
É tão grave a insuficiência de aprendizado na rede, com os corolários de desmotivação, repetência e abandono, que mais tempo de contato entre mestres e alunos não causará prejuízos. Sobretudo se o período adicional for usado para acompanhamento dos estudantes com dificuldades.

Há que preservar algum realismo a respeito da pretensão do PNE, no entanto. Dados do MEC dão conta de que o número de escolas públicas com período integral aumentou 16% em um ano. Parece uma evolução excelente, mas cabe assinalar que se parte de um patamar baixíssimo.
Mesmo com o acréscimo, apenas 6% dos alunos das redes oficiais de ensino frequentam aulas em período ampliado. Naquele ritmo, ao final da década coberta pelo plano só pouco mais de um quarto dos estudantes contará com esse benefício.
Além disso, há o problema da carência de pessoal para suprir o aumento da demanda por horas de aula. Nas condições atuais, o país já não consegue formar e atrair professores com a qualidade e em quantidade necessárias, em especial no campo das ciências naturais e da matemática.

Não é demais lembrar que ao final do ensino médio só 9,8% dos estudantes atingem os índices desejáveis de conhecimento de matemática e a formação secundária só é completada por 45% dos jovens de 19 anos -idade correta para concluir o ensino médio.
A educação brasileira tem, portanto, problemas em demasia e está a exigir soluções integradas. Mas não se pode passar ao largo de uma questão primordial: nenhuma melhora duradoura será obtida sem que se consiga atrair para ministrar as aulas -em período integral ou não- boa parte dos mais talentosos egressos das universidades.

Países que registraram avanços importantes na educação, como é o caso da Coreia do Sul, desenvolveram políticas para recrutar docentes entre os mais bem formados no ensino superior. É um objetivo que não será cumprido no Brasil caso persistam as atuais políticas salariais e as condições precárias da escola pública.

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22/12/10

CENÁRIO PERIGOSO

O próximo ano político promete novas revelações, e muita briga.

Depois do apoio explícito de Barchetti à Marialva, o que pesou e decidiu à eleição, os rumos começam a serem delineados diferentes de como começou em 2.009.

O DEM, em dois anos integrou e deu suporte a Barchetti, o mesmo se diz do PP e PSDB.

Desta vez, as coisas mudam. Com a saída oficial do DEM, Barchetti terá dias nebulosos pela frente.

Antes com 7 vereadores no apoio, terá que se contentar com apenas 3, tendo em vista que Marialva –presidente- não vota. Sobrando assim, apenas Clivatti, Tucão e Rípoli, os quais não divulgaram qualquer intenção, até o momento de deixarem a base da situação.

Barchetti elegeu Marialva, mas como toda ação resulta em uma reação, as nuvens negras prometem tirar o sono do alcaide.

Sem o DEM, sua base fica frágil e perde a maioria na Câmara.

Embora alguns políticos defendam que o prefeito é um político hábil, desta vez, Barchetti terá que ser muito mais do que hábil, terá que entrar em campo e tentar trazer o DEM de volta para seu lado.

Uma missão difícil, não impossível, mas talvez vã, pois pelos brados democratas, seus integrantes não se mostram propícios a voltarem atrás.

Enquanto isso, o jeito será esperar o próximo ano, e muita água ainda passará debaixo da ponte... Nunca é tarde em política, onde ser político é, antes de tudo, saber usar os truques ensinados pelo maior político de todos os tempos – Maquiavel que o diga.

a

17/12/10

 

O TAMANHO DO MEDO

Uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) conseguiu revelar o tamanho da insegurança diária vivida pelos brasileiros.

Ao incluir perguntas sobre segurança pública na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o instituto descobriu que mais da metade dos moradores das cidades do país vive com medo constante.

Toda essa gente diz se sentir insegura nas cidades em que mora. O medo na cidade é tanto maior quanto mais distante o morador estiver de sua própria casa.

Do total de entrevistados nas áreas urbanas, 22,5% se declaram inseguros mesmo dentro de casa. No próprio bairro, 35,3% têm medo. Na cidade em que vivem, 50,3% das pessoas.

O medo é maior para quem ganha mais de cinco salários mínimos. Desses, 58,6% dizem se sentir inseguros na própria cidade. E se cercam de muros e proteções.

Entre as pessoas com mais de dois salários mínimos de renda, 48% têm grades nas janelas de casa. Outros 32%, fechaduras extras ou barras nas portas. E 18%, segurança privada ou cancelas na rua.

Todo mundo sabe que isso não é jeito de viver. Mas a sensação de insegurança é real --as cidades são de fato muito violentas e perigosas.

Informações como essas colhidas pelo IBGE podem ajudar os responsáveis pela segurança pública a descobrir onde estão os bairros e ruas em que as pessoas mais têm medo, e quais as razões específicas, naqueles lugares, para esse sentimento.

É tarefa das autoridades ler com atenção esses relatos e contribuir, com maior eficácia do que têm feito até agora, para diminuir a sensação de insegurança.

a

16/12/10

QUE ELEIÇÃO FOI ESSA?

Pareceu filme de ação, mas não foi!

Como dizem os mais argutos políticos, toda unanimidade é burra. E foi isso que aconteceu anteontem, 14, quando inesperadamente Rípoli lançou o seu colega Tucão para disputar a presidência da Câmara, e, com isso abandonando Canovas.

Quem viu a cena ‘ao vivo’ e ‘a cores’, naquela hora, não entendeu nada; pelo contrário, todos ficaram surpreendidos com tal atitude.

Depois dos votos da oposição, tudo encaminhava para o empate, até que este episódio esdrúxulo mudou repentinamente tudo daquilo que se era esperado. Até mesmo este jornal prognosticou o empate que, surpreendentemente não houve.

Rípoli jogou Tucão, o qual acabou se queimando, sendo que o próprio Rípoli não votou em Tucão.

Tudo isso para quem acompanha a vida política foi muito mais do que inacreditável, ilógico, pois Rípoli foi um dos que ergueu a bandeira para a eleição de Canovas, e, no último minuto mudou os rumos.

Incrível para alguns - sinistro para outros.

Afinal, que eleição foi essa?

a

13/12/10

PAC MAQUIADO

Disposto a disfarçar um balanço de fim de mandato pouco satisfatório das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o governo Lula resolveu encobrir atrasos e inflar os números divulgados ao público.

A meta de execução do programa estava estimada, no início do ano, em R$ 656 bilhões -investimentos que deveriam ter sido feitos em quatro anos, ao longo do segundo mandato. Até agora, no entanto, os projetos de fato concluídos somam R$ 444 bilhões -o que significa 32% de obras prometidas mas não realizadas.

Segundo os últimos cálculos do governo, o índice de execução é bastante superior. Apenas 18% das obras planejadas não teriam sido concluídas. A diferença é fruto da retirada de R$ 115 bilhões da meta de execução. Investimentos antes previstos para serem realizados até o fim deste ano passaram a ser classificados como obras a serem concluídas a partir do ano que vem. Os mesmos R$ 444 bilhões de projetos efetivamente concluídos passaram a representar 82% do total, maquiado e reduzido para R$ 541 bilhões.

A torção dos números é uma tentativa do governo de fazer mágica com os gastos públicos. Mas o ilusionismo da conciliação de interesses promovido por Lula na política se mostra de execução mais difícil, para usar o termo orçamentário, na área econômica.

O objetivo do PAC é ampliar investimentos em infraestrutura que favoreçam taxas de crescimento econômico maiores. As verbas do Orçamento para estradas, ferrovias, portos etc. de fato cresceram nos últimos anos (75% acima da expansão do PIB, no segundo mandato de Lula). Mas os valores, medidos como fração do total produzido pela economia do país, continuam baixos. Representavam 0,74% do PIB, há quatro anos, e são agora 1,3%.

No mesmo período, subiram as despesas governamentais, que deveriam ter sido reduzidas para permitir mais investimentos. Sem o controle dos gastos de custeio, não há de onde o Estado tirar dinheiro para acelerar, de fato, o crescimento do país.

a

10/12/2010

 

AVANÇO LENTO NA EDUCAÇÃO

 

O Brasil é um dos três países que conseguiram maiores avanços na educação durante a última década.

A conclusão se baseia na comparação das notas dos estudantes brasileiros, ao longo dos anos, no exame Pisa, sigla em inglês para Programa Internacional de Avaliação de Alunos.

Essa prova, que avalia o desempenho em matemática, leitura e ciências, é aplicada a jovens de 15 anos em 65 países.

Entre 2000 e 2009, as notas dos brasileiros, nessas três matérias, só cresceram menos do que as dos alunos do Chile e de Luxemburgo.

Parece incrível, mas esse bom desempenho serve também para mostrar como é ruim a qualidade do ensino no país.

Mesmo com uma melhora tida como "impressionante" pelos avaliadores do Pisa, o Brasil segue tendo um dos piores desempenhos entre os países avaliados.

Ocupa a 53ª posição, entre 65 nações, nos rankings de leitura e ciências. E se sai ainda pior em matemática, ao aparecer no 57º lugar. Há muito ainda a melhorar, portanto.

Os técnicos do exame dizem que o avanço conseguido até aqui se deve ao aumento dos gastos com educação, à criação de indicadores de desempenho dos alunos, e à ajuda do governo federal aos municípios mais pobres.

É preciso manter essas políticas, que já estão dando certo. Mas também é importante aumentar o ritmo da melhora na educação.

Cada pai e cada mãe pode --e deve-- ajudar nessa tarefa. É preciso mostrar aos filhos como os estudos são importantes, incentivar a leitura, cobrar notas e mais empenho.

Uma atenção maior à vida escolar dos filhos faz toda a diferença para o futuro de cada um deles.

a

08/12/10

A CÂMARA A BÍBLIA E A BENGALA

A disputa pela presidência da Câmara voltou à tona e de forma surpreendente.

Rogélio Barchetti resolveu apoiar o tucanato avareense, e de forma inesperada deu um ‘murro na mesa’ e usando da força da máquina pública mandou um sério e doloroso recado aos aliados democratas.

Ou o DEM apoia Clivatti ou a preferida dele, Marialva, ou o partido ficará ‘desempregado’ – os cargos em comissão do partido irão pro beleléu.

O mesmo deverá servir para o PP de Tucão e Rípoli, que apoiam a candidatura Canovas.

Com tal manobra política, e pressionado pelo Diretório Estadual, o atual prefeito deixa de ler a BÍBLIA democrata e, com tais atitudes poderá ficar apoiado numa bengala, pois caso o rompante aconteça, Barchetti terá que pedir socorro ao PMDB de Poio e Rosângela e até mesmo do petista Ernesto, este com menos chance de virar o tabuleiro e defender Barchetti.

O rompante pode ou não acontecer, tendo em vista que uma ala democrata já pensa em se render a Barchetti, encontro Canovas diz que não desiste da candidatura.

Resta neste momento aguardar até sexta-feira, onde as peças do ‘xadrez’ camarário terão seu fim.

Pelo andar, se o santo for mesmo de barro, ele poderá se quebrar, pois Barchetti dá mostras de que não abrirá mão de eleger sua preferida.

a

05/12/2010

PAC – AVARÉ E O SENADOR SUSPEITO

Sem sombra de dúvidas, o empenho de Barchetti em trabalhar para a conquista de verba para acabar com as enchentes que assolam Avaré há tempos é louvável.

Suas idas e vindas podem acarretar com cerca de R$ 30 milhões de reais para os cofres municipais, e assim seriam utilizados no projeto que prevê até piscinões e remodelação dos dutos de vazantes das águas das chuvas.

Ante tal boa notícia é também preciso se precaver, pois seu Secretário de Obras tem um histórico pouco confiável, depois de dispensar uma empresa que fazia o aterramento atrás do sindicato dos professores, para contratar uma empresa mais cara e também sem licitação. Além de fazer dispensas de licitação de alto custo, o que contraria as normas do Tribunal de Contas (TCU), o qual julgará em breve as contas do atual prefeito.

Assim tal verba deve ser destinada com eficiência e fiscalização pesada. Gato é um Secretário que não inspira confiança, além do mais, os 2 milhões recebidos foram gastos com obras que fugiram do que se é obrigado, ou seja, uma licitação. Barchetti corre o risco de se alinhar ao seu antecessor, o qual é constantemente condenado pelo TCU.

Se teimar em acompanhar assessores sem preparo, Barchetti em breve terá surpresas com o TCU, isto é apenas questão de tempo.

Já a verba que poderá ser liberada tem outro empecilho. O senador Gim Argelo é suspeito de fraudes na liberação de verbas do orçamento federal, conforme denúncia do jornal O Estado de São Paulo.

Dos males ao pior, a cidade poderá receber as verbas, e só se espera que não precise haver um ‘contrapartida’ para que a liberação se confirme.

a

02/12/2010

O ANO TERMINOU

Mal começamos 2.010 e ‘ele’ já está terminando, e com isso inúmeros problemas continuam sem resolução.

As chuvas já se aproximam e, mais um ano com certeza teremos alagamentos. Nada foi resolvido.

Na educação as coisas caminham até que bem, Avaré tem sido bem avaliada, mas em nível nacional, a escola pública é um desastre.

Economicamente o município vai de mal a pior. Sem dinheiro e parcas verbas Avaré engatinha e perde espaço a cada ano.

Sem investimentos o Turismo fica apenas com o título, pois na prática nada se faz.

As ruas continuam precárias. A Operação Tapa Buracos não surtiu o efeito desejado. Tapa-se hoje para amanhã ter mais buracos. É uma questão de planejamento.

Nas obras, Aparecido Gato é um desastre. Nada anda com ele a frente. Ao passo que as obras que são tocadas pelo governo federal deslizam de vento em polpa. Quem quiser conferir é só ir até a escola técnica federal ao lado da FSP.

Na Fazenda, o tão importado secretário não mostrou a que veio. Deram-lhe 120 dias e ele, pelo andar da carruagem termina o mandato de Barchetti para receber seu rico salarinho, nada mais que isso. Outro desastre.

João Lima diz, diz, mas nada anda conforme o combinado. Sem dinheiro é outra secretaria que ‘enxuga gelo’.

Já Barchetti teve seus 2 anos à frente de uma prefeitura sucateada financeiramente, que foi ‘saqueada’ inescrupulosamente, até que a justiça, pois um fim a tudo isso.

Não anda, e delega poderes a quem não tem competência. Disso poderá tirar algumas lições, mas pelo visto, o atual prefeito prefere ser teimoso e manter pessoas incompetentes a seu lado.

Azar dele.

As eleições já brotam como erva daninha e, os candidatos já olham sua administração como o ‘lobo mal’ olha pra vovozinha.

Barchetti poderá ser comido pelo lobo, o qual está ao seu lado. Só ele que não enxerga.

a

26/11/2010

A BENDITA NOTA

A bendita nota fiscal supostamente adulterada e que, provavelmente derrubou Daniela Segarra vai ser enviada pela Procuradoria do Município à polícia.

Segarra, na tarde de anteontem, em entrevista coletiva declarou que está desconfiando de armação contra sua pessoa, e apresentou um comprovante de pagamento, no qual restituí o valor de R$ 183 reais à prefeitura.

Não importa se é uma nota, alguém está por trás de adulterações. E cabe a interrogação: será que outras notas, de outros funcionários e secretários também não sofreram uma adulteração? E mais, a empresa descreve que teve a nota extraviada. Assim, tão simples, um extravio?

Segarra é uma advogada respeitada, e acredita-se que ela, como disse não se sujeitaria a tal ato, por meros 100 reais. Mas o fato é que, existem pessoas que se sujam por qualquer valor, e com isso prejudicam pessoas sérias e honestas.

Uma fonte relata ainda que, um determinado secretário (a) municipal vem colocando notas fiscais ‘frias’ em suas despesas de adiantamentos.

Não cabe agora dizer quem é, pois existe uma disposição muito grande da Procuradoria em moralizar as despesas de adiantamentos. Outro fato importante se dá pelo fato de que, ‘alguns’ não são fiscalizados pelo DAC – Departamento de Análise e Convênio- o que remete mais uma vez a dúvidas, pois todos, sem exceção devem ser fiscalizados.

Assim, a interrogação se faz sentir, e assentir. Se um funcionário adultera uma nota, outros podem também fazer do mesmo modo, só que muitas vezes as adulterações não são grosseiras, e assim não dão margem para dúvidas.

A advogada é inocente, até que se prove o contrário. Crucificá-la sem provas é julgá-la sem provas cabais.

a

23/11/2010

O HORTO

A questão, ou melhor, a situação em que vem sendo mostrada a degradante situação do Horto, que a cada dia fica mais terrível.

O lago deu lugar ao mato, cada vez mais alto. Os gansos se foram, e a beleza do Meio Ambiente fica a cada dia mais distante.

Falta vontade política, tanto do prefeito, quanto dos vereadores.

Além do mais, até os ativistas do Meio Ambiente estão calados. Ninguém toma partido

Uma vergonha.

As serras pararam de cortar as antigas árvores, mas o abandono do Horto toma contornos terríveis.

Um governo estadual descomprometido com o Meio Ambiente, e um prefeito que fala muito e pouco cumprem, principalmente na questão ambiental, muito embora, seja o prefeito que mais investiu no setor, mas que ainda carece de uma atenção maior.

O Meio Ambiente pede socorro; o Horto pede socorro, e só uma grande mobilização da população pode mudar o cenário tenebroso.

E, claro, uma manifestação profunda e profícua da população, mas que pelo que aparenta não está dando a mínima para o crime que vem ocorrendo na reserva, uma das mais belas da região, senão a mais bela de todo o sudeste.

Atitude já!

Antes que seja tarde demais.

a

22/11/2010

RIDÍCULO

O cenário polêmico que aporta à sucessão do novo presidente da Câmara está beirando o ridículo.

Afinal, por que tanto Canovas quanto Clivatti querem colocar Rogélio Barchetti no centro da discussão, e até apertá-lo para que tome uma posição?

Barchetti sabiamente, não pode, não e com certeza não irá se meter na briga suprapartidária que vem ocorrendo nos estranhos da Câmara, pois com prefeito tem o apoio tanto do DEM quanto do PSDB, e querer enfiá-lo na briga não é a maneira correta para ambos os candidatos, tanto por que Rogélio Barchetti não vota para escolher o novo presidente.

Enquanto demos querem desenvolver um profundo diálogo com o tucanato, os Peessedebistas dão mostras de que não sucumbirá a proposta dos Democratas, tanto é que o próprio Clivatti tem dito aos quatro cantos que não abre mal da candidatura.

O tucanato alega que na reunião que fechou o apoio do DEM, já havia um acordo de que o sucessor de Roberto seria um tucano, enquanto os Demos negam tal propositura.

Sensata, Marialva tem fugido dos holofotes da imprensa, e sabiamente declarou informalmente que já participou de 8 eleições de Mesa Diretora, e declara que todas as disputas são da maneira que vem ocorrendo.

Outros tucanos alertam que uma eleição de Mesa Diretora só se define nos últimos dias, e que toda essa estapafúrdia nada mais é do que ‘galos’ tentando marcar terreno, muito embora, eles repetem que o jogo só começa nos minutos finais, ou melhor, na última semana. Quebrar a cabeça antes é sofrer adiantado.

a

17/11/2010

MUDANÇAS QUE NÃO VEM

Estamos encaminhando para o final de ano. Basta apenas poucos dias e já estaremos navegando em 2011.

Com isso, o atual prefeito completará 2 anos de governo. Barchetti começou uma administração em ‘areia movediça’. Não sabia se ficava ou se afundava. Com isso passaram-se quase um ano de ‘lenga - lenga’.

Por fim, após o período conturbado, ele fincou os ‘pés’ de uma vez, e agora vê de perto seu mandato rumando para o 3º ano.

Muito embora tenha assumido uma prefeitura falida, ele escolheu por decisão própria ser candidato ao lado do ex-prefeito cassado. Tanto é que, não pode em momento algum jogar a culpa em Joselyr, afinal ele integraram uma chapa, que acabou vencendo o pleito eleitoral.

Ademais, é bom lembrar que joselynistas apostam numa reviravolta e, assim uma assunção por parte de Joselyr no próximo ano, momento em que acaba seu ‘gancho’ eleitoral. Difícil, muito difícil, mas nunca impossível.

Quem acompanhou o desfecho eleitoral, acabou por ver na briga entre Joselyr e Miguel, que deu ‘coluna do meio’; nem um nem outro. Entrou o vice para se entronar os 4 anos.

Assim, Barchetti montou um secretariado ‘frágil’, o qual não resistiu muito tempo, e ainda teima em continuar com pessoas que são péssimos gerentes públicos, o que acaba por tanto infectando seu governo.

Sem secretário no Turismo, as coisas continuam como dantes: nada no quartel de Abranches.

Trouxe um secretário da Fazenda ‘importado’, que não mostrou ao que veio, mas que continua lá. O resto de seu time, poucos se salvam. A maioria está lá para esperar o pagamento.

Com isso Barchetti se sobrecarrega, que, no entanto é ele quem tem que correr, cobrar o escanteio e cabecear.

Não dá. Não pode, e não deve ficar assim.

Barchetti tem mais 2 anos pela frente. Anos estes que, ou mostra a marca de seu governo, ou levará consigo a fama de outros prefeitos que nada acrescentaram para Avaré.

Barchetti tem duas chances. Uma de melhorar sua administração e outro de mudar o rótulo com que a população tem visto seu governo.

Dois anos. Nada mais.

a

15/11/2010

A CORRIDA- A CÂMARA – OS VOTOS

Mal acabou o ano e já temos disputa acirrada pelo poder do Legislativo avareense.

Não bastassem os incômodos sofridos por ter herdado de vontade própria uma prefeitura doente, agora Barchetti tem que ser o verdadeiro ‘peixe bagre’, ou aquele que não sabe de nada, não viu nada, e não apoia ninguém.

Ficou numa situação constrangedora, pois seus dois vereadores, embora de partidos diferentes, são de sua base de apoio, e atualmente digladiam-se escondidos pelos ‘porões’ do Legislativo.

Acostumado politicamente ao correto e ao incorreto, ao saber conciliar sua base, Barchetti passa por outro momento delicado. Não pode apoiar explicitamente Clivatti e muito menos Jair Canovas, embora ambos restritamente falem o contrário.

Barchetti herdou de seu companheiro uma prefeitura mais parecendo um ‘queijo suíço’ – devido tamanho as dívidas acopladas pelo ex-prefeito cassado. Mas mesmo assim, não pode reclamar, pois concorreu como vice na chapa, assumindo depois de a justiça negar diplomação ao candidato majoritário.

Embora lute uma luta incansável, a de que o ‘cobertor’ da prefeitura é curto demais para abrandar tamanhas volúpias, agora ainda têm que satisfazer ‘egos’ dos candidatos.

Não pode, não deve e não vai.

Por isso, e tudo o mais, a disputa de Canovas e Clivatti depende única e exclusivamente de uma pessoa – Marialva Biazon- se voltar garante o suposto empate para Clivatti; ao passo que se deixar Germinal sacrifica o colega e entrega a presidência de bandeja aos ‘demos’.

Sem respostas em curto prazo, à população deverá mesmo saber das decisões e votos nos últimos dias.

Não havendo imbróglios futuros, ou Jair ou Clivatti substituirão a Roberto Araujo.

A única fidúcia é a de que não há certezas na política.

a

09/11/2010

 

CAMINHOS DO PSDB


A clássica prudência dos políticos mineiros talvez recomendasse ao ex-governador Aécio Neves um maior tempo de espera e de silêncio antes de propor novos rumos ao PSDB, enquanto são digeridos os resultados do último pleito.

Após eleger-se senador por Minas Gerais, e tendo feito o sucessor no governo do Estado, é, entretanto natural que Aécio se apresse a assumir o posto de principal liderança tucana no momento.

Foi assim que lançou, em entrevista à Folha na última sexta-feira, a proposta de uma "refundação" de seu partido. A ideia seria, já em maio do ano que vem, quando se realiza uma convenção nacional do PSDB, aprovar uma reforma do programa partidário.

Avaliar a conveniência de tal iniciativa é assunto que cabe, evidentemente, às próprias instâncias partidárias. Quem quer que tenha acompanhado a campanha eleitoral não terá deixado de notar, entretanto, os sinais de esvaziamento no discurso do PSDB, e sua necessidade de consolidar, nos anos pós-Lula, um projeto original para o futuro do Brasil.

Temas de aferição menos fácil, como o da excelência gerencial, conviveram na campanha com o antigo modelo propagandístico das grandes obras viárias (área em que tanto Serra quanto o próprio Aécio acumulam pontos), sem que se apontasse, contudo, para um horizonte mais claro de transformações para o país.

Projetos fortes para a melhoria da educação, para a redução de impostos e para o combate à criminalidade, por exemplo, haveriam de possibilitar um salto qualitativo num cenário político marcado por debates superficiais e certa conformidade continuísta, que se espraia do centro do governo para atingir parte dos próprios setores da oposição.

Vale observar que o termo proposto por Aécio Neves -o de uma "refundação" do PSDB- é daqueles cujo apelo retórico se combina com alguma conotação infausta do ponto de vista prático. Posto em voga no Partido Comunista Italiano, depois da debacle do bloco soviético, foi rememorado e logo depois esquecido por setores do PT, em meio à crise do mensalão.

No caso do PSDB, o que não falta ao partido é uma equipe capaz de formular programas e propostas para os próximos anos ou para o próximo milênio. Mais do que de ideias, uma "refundação" do partido necessitaria, sem dúvida -e este é um problema que não se restringe ao tucanato- de uma revisão mais profunda nas suas próprias formas de organização.

A participação efetiva dos cidadãos no processo partidário, a começar pelo clássico recurso às prévias eleitorais, é um fenômeno quase inexistente no Brasil. Dos "notáveis" do PSDB aos "coronéis" do PMDB e do DEM, passando pelos "comissários" petistas, a política brasileira profissionalizou-se no seu pior sentido -e "refundar" os seus procedimentos, com certeza, é um desafio que independe das lideranças, novas ou não, que ocupam o proscênio.

a

08/11/2010

CHEGA DE GASTANÇA

Passadas as eleições, conquistada a vitória, aproveitado o feriadão para completar as comemorações, o governo federal deveria começar a tomar medidas sérias para conter a gastança. Já, antes da posse da presidente eleita. Em vez de incentivar a volta da CPMF, o "imposto do cheque" de triste memória, é fundamental gerar capacidade de investir cortando custos. A arrecadação federal tem batido recordes sucessivos, no vácuo da economia em crescimento. Mas não sobram recursos, por causa do exagero dos gastos governamentais.

Já passou da hora, na verdade, de segurar as despesas com contratações, com propaganda, com diárias de viagens. É nos momentos favoráveis, como o atual, que os governantes responsáveis aproveitam para poupar. Como nas famílias que mantêm as contas em dia, também os governos precisam formar a reserva que salva nos momentos difíceis.

O governo chileno deu exemplo disso dez meses atrás, quando o país foi atingido por terremoto tremendo. Na ocasião, o Chile pôde dispensar a ajuda externa. O tesouro nacional dispunha de uma poupança em quantidade suficiente para bancar as despesas de socorro às vítimas e a reconstrução do país.

No Brasil dos últimos anos isso não existe. Nosso país não tem a tradição de fazer reservas estratégicas. O atual governo, especialmente, esbanja de maneira irresponsável. Não forma poupança, não investe em obras de infraestrutura, em saúde, em educação, em segurança, em transportes, em energia. Mais grave ainda, não se preocupa em resolver problemas urgentes.

Informação recente da Federação Brasileira de Hospitais mostra como é dramática a situação da saúde pública. Faltam leitos nas UTIs de hospitais filiados ao SUS em todo o Brasil. São frequentes as notícias de pacientes indigentes que morrem à espera de vagas em UTI. Faltam leitos hospitalares, de um modo geral, para pacientes do SUS. Deveria haver no Brasil mais de 500 mil leitos para os pacientes que não podem pagar por uma internação hospitalar. Os existentes são pouco mais de 100 mil.

Nossos aeroportos, portas de entrada do país, são uma vergonha. As estradas federais estão abandonadas. Os Correios vivem à beira de um apagão postal. Nos portos, formam-se filas de caminhões em terra firme e de navios na entrada da barra. Nossas escolas não formam os profissionais qualificados que o mercado exige. Por todo setor que se examine o cenário é de descompasso para a realidade de um país com ambições reais e legítimas de crescer. Não é por falta de dinheiro, como foi evidenciado pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, ao registrar um trilhão de reais arrecadados nos dez primeiros meses do ano. O que falta é parar com a gastança e começar com a poupança, com os investimentos.

a

05/11/2010

O PMDB LÁ

Legenda aliada pode ser mais um fator a inclinar o novo governo para políticas de centro, em contraste com esquerdismo de setores do PT É a primeira vez, desde a redemocratização do país, que o PMDB chega à Presidência da República pela via do voto direto, ainda que na condição de sócio secundário, ocupando a vice na chapa encabeçada por Dilma Rousseff.

É cedo para saber se esse fato terá maiores implicações -se irá, por exemplo, contribuir para que o partido comece a superar os limites da acomodação fisiológica das últimas décadas, procurando se colocar no cenário político como uma força mais propositiva.

Tornou-se lugar-comum apontar o PMDB como a legenda que melhor exprime os vícios e ambivalências da política brasileira. Organizado em feudos, como uma confederação de interesses de caciques regionais, o partido, desde o governo de José Sarney, tem administrado em seu benefício o fato de estar ao mesmo tempo no governo e na oposição.

A falta de identidade programática está ligada, de um lado, ao fim do regime militar, e, de outro, ao esgotamento do ciclo nacional-desenvolvimentista, situações que deixaram a sigla sem adversário visível e com a agenda defasada. Esvaziado pela dissidência tucana e atropelado pela abertura liberalizante iniciada pelo presidente Fernando Collor, o PMDB sobreviveu pelo seu gigantismo, tornando-se peça indispensável à "governabilidade", ainda que acéfalo, sem ideias ou ideais.
A figura de Michel Temer exprime muito bem a face pragmática da agremiação. Lembre-se que em 2006 o partido não lançou candidato próprio e cindiu-se no segundo turno. O atual vice de Dilma Rousseff apoiou, então, contra a reeleição de Lula, a candidatura do tucano Geraldo Alckmin.

Agora, convertido ao lulismo, o presidente do PMDB procura, ironicamente, revestir sua nova função de uma importância que não costuma ter. O vice-presidente desempenha quase sempre um papel ornamental, sem prejuízo de que seu ocupante venha a adquirir subitamente grande importância, como aconteceu com Sarney, após a morte de Tancredo Neves, em 1985, e com Itamar Franco, depois do impeachment de Collor, em 1992 - para mencionar os exemplos menos distantes.

Inicialmente deixado de lado na equipe de transição, Temer logo demonstrou que pretende ser um dos protagonistas da articulação política do governo, sobretudo na sua relação com o Congresso Nacional.
Não é preciso nem idealizar a natureza peemedebista, nem maquiar as razões fisiológicas da sua aliança com o PT, para reconhecer que, desta vez, o partido estabeleceu um vínculo mais orgânico e menos tático com o poder.

Seria pueril a tentativa de pespegar no PMDB o rótulo de "lado mau" da aliança, só voltado para a ocupação de cargos no primeiro escalão do governo - como se o PT não estivesse movido pelos mesmos interesses do aliado.

É futurologia tentar saber agora que perfil político terminará por ter o governo de Dilma Rousseff. Pode-se, não obstante, acreditar que a presença peemedebista será um fator a mais a incliná-lo para posições de centro, em contraste com a agenda ideológica de setores petistas.
 
a

29/10/2010

O IMPOSTÔMETRO E A CIDADANIA

Quando se fala dos impostos do governo, a maioria das pessoas entende que a referência se limita ao governo federal. Esse entendimento falho, que esquece ou ignora a arrecadação dos estados e municípios, ajuda a explicar por que os legisladores e governantes continuam à vontade para criar mais e mais impostos, taxas, contribuições.

Muito pouca gente se dá conta de que na compra de qualquer mercadoria grande parte do valor cobrado vai para os cofres públicos. Em alguns casos, o que vai para os tesouros oficiais é a maior parte. Assim acontece, por exemplo, com os jogos eletrônicos, sobre os quais o governo cobra absurdos 72%, num evidente incentivo à pirataria. Sempre há, naturalmente, aqueles casos em que se entende a cobrança pesada de impostos, como nas bebidas alcoólicas e nos cigarros.

Na era globalizada em que vivemos, a escandalosa carga tributária existente no Brasil ficou mais visível. É só escolher qualquer um desses produtos globais, que são rigorosamente os mesmos em qualquer canto do mundo, e comparar o preço cobrado lá fora com o cobrado aqui. Invariavelmente, o preço brasileiro é muito mais alto, porque embute deficiência de nossas empresas na produção, na logística - e, sobretudo, porque embute uma dose cavalar de impostos.

O mais importante alerta sobre a insuportável carga tributária nacional talvez seja o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Quem passa pela Rua Boa Vista, defronte ao Pateo do Colégio, na região central, tem a oportunidade de "ver" o imposto que é cobrado pela União, pelos estados e pelos municípios. É um flagrante permanente da fúria arrecadadora que caracteriza nossos governantes nos três níveis. É um exercício diário de cidadania.

Ali, naquele painel eletrônico que não para de trocar números, o cidadão tem a oportunidade de acompanhar o giro vertiginoso da arrecadação dos governos. No site do Impostômetro (www.impostometro.org.br), esse exercício de cidadania fica ainda mais completo, quando se sabe o que poderia ser feito  com tanto imposto acumulado nos cofres públicos.

Esse é outro ponto fundamental, nessa história: o destino dado ao imposto arrecadado. Diligentes na arrecadação, nossos governantes são lerdos na contrapartida dos serviços prestados à população. Hoje, o Impostômetro chega à marca de um trilhão de reais arrecadados pelos governos em 2010. No ano passado, essa marca foi atingida em dezembro. Ou seja: estão espremendo o bolso do contribuinte com uma velocidade cada vez maior.

a

27/10/2010

O CEMITÉRIO

Mal se falou em um novo cemitério e a desapropriação de um terreno no Bairrro Duílio Gambini e algumas pessoas começam com alardes.

Alegam inúmeros impedimentos. Alguns que o local é longe da cidade, outros que estragaria o bairro, e daí por adiante.

O engraçado de tudo isso é que, de um jeito ou outro, um cemitério terá de ser construído, seja pelo amor ou pela dor.

A alegação de que existem nascentes próximos ao local, não procede, segundo o governo até um laudo da CETESB permite que seja construído no local.

Assim, alguns avareenses empenham num abaixo-assinado para a  não construção do cemitério, e o mais engraçado é que criticam, mas não mostram uma solução para o problema levantado.

Criticar é sim parte de um povo politizado, mas urge também que o mesmo povo que critica aponte soluções, caso contrário se caí apenas no partidarismo oportunista.

***

Em tempo:

Ruas esburacadas

Mesmo com a tão propalada operação Tapa Buracos, algumas ruas do centro já apresentam problemas com diversos buracos.

Um trabalho que deve ser agilizado, não só na área central, mas também em alguns bairros periféricos.

Não adianta propagar uma operação que mais está parecendo uma Operação Tartaruga-Tapa-Buracos.

a

26/10/2010

AVARÉ E SEU TRÂNSITO

Embora o atual governo tenha mudado seu Secretário de Trânsito, as coisas erradas continuam do mesmo modo.

Não há sinalização nas vias secundárias da cidade, não há sinalização para os turistas, não há sinalização propícia e necessária na Zona Azul, a qual mais parece uma verdadeira Zona, não existem principalmente fiscais necessários para que a Zona Azul funcione como deveria.

As faixas de estacionamentos para motos estão apenas pintadas no chão, e não possuem a placa de trânsito regulamentar. O mesmo acontece com as vagas para idosos.

Também se vê que, uma parcela de motociclistas estaciona nas vagas para veículos, tirando vagas dos carros, e a polícia de trânsito não pode fazer nada, pois não existem placas que regulamentem a proibição.

Disto e muito mais, não adianta mudar Secretários se àqueles que estão à frente não tiverem verbas a sua disposição, o que leva a precariedade que se encontra atualmente a Zona Azul.

Sem fiscais e mal sinalizada, a área central continua Zona, mas não uma Zona Azul.

a

25/10/2010

COLCHA DE RETALHOS


A legislação que regulamenta as eleições no Brasil é uma colcha de retalhos. Tem por base o Código Eleitoral de 1965, criado pelo regime militar, ao qual se acrescentam determinações da Constituição Federal, da Lei das Eleições, de 1997, e de um extenso rol de atos normativos.
Além da prolixidade desse conjunto de regras, é patente seu espírito de tutela sobre o eleitor, tratado como incapaz de distinguir os seus interesses e carente de cuidados e proteções.

O bom senso já de início é atropelado quando se determina um período "oficial" de campanha. Antes de julho, não se permite aos candidatos expressar o que ninguém mais ignora -o fato de estarem à caça de votos.

Mais grave é que muitas das restrições impostas pela legislação -e pelas variadas interpretações que dela faz a Justiça Eleitoral- ferem o direito constitucional à liberdade de expressão.

Casos dessa contradição surgiram nas campanhas deste ano. Lembre-se, por exemplo, a famigerada proibição a emissoras de rádio e TV de "ridicularizar" candidatos, "bem como produzir ou veicular programa com esse efeito" -medida que, até ser revogada na reta final do primeiro turno, censurou a sátira política no país.

Na última semana, novos impedimentos foram determinados pela Justiça. Proibiu-se a distribuição de panfletos contrários ao PT e a circulação de uma revista com conteúdo favorável à candidata Dilma Rousseff. Os impressos haviam sido encomendados pela Diocese de Guarulhos, em um caso, e produzidos por entidade sindical, no outro.

A legislação veda "a partidos e candidatos receber, direta ou indiretamente, doação em dinheiro ou estimável em dinheiro" procedente de igrejas e sindicatos. O motivo é que essas entidades -como outras citadas pela legislação- se beneficiam de recursos públicos.

Como é notório, esse modelo de financiamento cria uma zona cinzenta entre o Estado e as organizações da sociedade civil. No caso dos sindicatos -que se sustentam com a contribuição compulsória de todo assalariado- a situação é aberrante, tornando essas entidades uma presa fácil do aparelhamento político-partidário.

É disto, evidentemente, que se trata no caso das publicações sindicais a favor de Dilma. Todavia, não cabe ao Estado, agora por meio do Poder Judiciário, sobrepor nova ingerência a um assunto que diz respeito, essencialmente, à relação entre os trabalhadores e a direção de sua entidade.

Panfletos e revistas, embora "estimáveis em dinheiro", para usar os termos da lei que embasou sua proibição, são meios pelos quais sindicatos ou quaisquer outras entidades exercem seu direito de manifestar opiniões.

Compreende-se e é pertinente o intuito do legislador de evitar o abuso econômico e assegurar condições equânimes na disputa. É preciso porém reconhecer que problemas inerentes à legislação, muitas vezes agravados pelo desigual entendimento de juízes e tribunais, têm contribuído para cercear a expressão do pensamento.

Cumpre portanto reformar e simplificar as normas que regulam as campanhas políticas, tarefa a que já se propõe o Congresso Nacional, ao criar uma comissão de reforma do Código Eleitoral, que ainda dá os primeiros passos. Assegurar a lisura do processo eleitoral e garantir aos candidatos um tratamento isonômico são objetivos que devem ser perseguidos com mais sensatez, sem ofensa às garantias constitucionais.

a

20/10/2010

 

NEUTRA

A neutralidade do Partido Verde -ou independência, como prefere Marina Silva- era previsível. A candidata à Presidência já havia manifestado inclinação nesse sentido. Faltava-lhe apenas conter a vocação aderente de correligionários do PV. No final, por 88 votos a 4, a plenária nacional do partido ficou com ela. Os quase 20 milhões de votos amealhados podem não ter contribuído para ampliar as bancadas da agremiação, mas abrem perspectivas antes inimagináveis para a senadora e ex-ministra do governo Lula.

Enquanto seu eleitorado distribui-se, no segundo turno, entre Serra e Dilma, mais para o primeiro do que para a segunda, está claro que Marina olha para 2014. Desse ângulo, faz sentido fortalecer-se como terceira via, evitando atrelamento a um dos blocos da disputa. Além disso, nem a petista nem o tucano acataram a agenda verde com mais convicção do que se entregaram a postiças exibições de religiosidade.

A momentânea captura da discussão política pelo tema do aborto afetou a própria avaliação do tipo de voto dedicado à candidata. A chamada "onda verde" foi atribuída por não poucos analistas a uma maré conservadora. Segundo a explicação, que não resistiu a dados objetivos, os votos adicionais no PV teriam contemplado a única postulante de fé inquestionável e adversária do aborto.

Marina parece ter sido vítima de uma variante interpretativa do "preconceito de classe" de que se queixava Lula. Mulher de pele escura, ex-empregada doméstica, nascida na Amazônia, alfabetizada na adolescência e firme na crença evangélica só poderia ter crescido na preferência de eleitores incultos. Nunca, na de jovens e profissionais urbanos, de classe média ou alta, sensíveis a propostas ambientalistas e ao discurso por mais ética na política.

A mensagem da ambientalista está impregnada de abstrações e bom-mocismo, ninguém duvida. "O novo milênio que se inicia exige mais solidariedade, justiça dentro de cada sociedade e entre os países, menos desperdício e menos egoísmo", prega na carta aberta que endereçou a Dilma e Serra. Ressalte-se, também, que a faceta "século 21" da senadora destoa de posições principistas, ou mesmo retrógradas, que assumiu, quando ministra, contra células-tronco embrionárias e alimentos transgênicos.

Seria sinal de miopia, contudo, deixar de ver que na trajetória de Marina suas crenças particulares têm evoluído para se tornar mais congruentes com as políticas que advoga. O fulcro de sua proposta está em reformular o conceito de desenvolvimento, que doravante implicaria novas formas de explorar os recursos naturais. Nessa linha, formou uma equipe competente e apresentou ao menos o que se poderia chamar de um programa de governo.

Sem contar com a força das ideias cujo tempo chegou, como assinala em sua carta ao citar Victor Hugo, só o próprio tempo dirá. Marina terá quatro anos pela frente para demonstrar que é capaz de transcender os limites do discurso verde e de seu partido.

a

18/10/2010

CARICATURA ELEITORAL

Engana-se quem julgar que a eleição do palhaço Tiririca, com mais de um milhão de votos, representa o caso mais bizarro de popularidade na política brasileira. A presença da candidata Weslian Roriz (PSC) na disputa pelo governo do Distrito Federal constitui, provavelmente, um fenômeno ainda mais insólito -e, a seu modo, mais complexo.

Weslian Roriz foi chamada a substituir o seu marido, Joaquim Roriz, cuja candidatura foi barrada pela Lei da Ficha Limpa. Suas recentes declarações, feitas a uma emissora de TV na quinta-feira, seriam apenas cômicas, não fossem deprimentes, por parte de quem conta com cerca de um terço das preferências do eleitorado.

Perguntada sobre seus planos na área de educação e transporte, Weslian Roriz disse "não ter informação" a esse respeito. "Não foi eu quem fez meu plano de governo", explicou; "já estava pronto, eu vou aproveitar".

Reúnem-se aqui problemas sem dúvida mais intrigantes do que os sintetizados no fenômeno Tiririca.

O caso Weslian alia sintomas comparáveis de despreparo pessoal a circunstâncias de outra natureza. Houve o descompasso entre o calendário eleitoral e os procedimentos da Justiça, deixando indefinidos, até às vésperas do pleito, os critérios para a aplicação da Lei da Ficha Limpa.

Configurou-se assim a ironia de uma situação em que o propósito da lei, que era o de tornar mais qualificadas as candidaturas a um cargo eletivo, viu-se traído por uma realidade incomparavelmente mais tosca.

Persiste, ademais, a identificação de parcelas do eleitorado com lideranças políticas de estilo personalista, como é a de Joaquim Roriz; o voto se transfere à cônjuge, sejam quais forem as suas qualificações para o cargo.

Não será o único exemplo de candidaturas artificiais, inventadas pelo populista de plantão; mas Weslian Roriz, há de se convir, leva tal prática a seu extremo de caricatura.

a

16/10/2010

 

CIRO NA CAMPANHA DE DILMA

 

No célebre romance "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, o personagem central e narrador, Riobaldo Tatarana, diz a certa altura sobre as habilidades de um líder: "Ser chefe às vezes é isso, ter de carregar cobra na sacola, sem permissão de matar".

O ensinamento se aplica perfeitamente à relação entre a campanha da petista Dilma Rousseff e o deputado cearense-paulista Ciro Gomes. Antes da campanha presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu aniquilar a candidatura de Ciro. Temia que ele dividisse os votos governistas, destinados preferencialmente a Dilma Rousseff. Temia também que Ciro, loquaz e experiente, suplantasse sua favorita, gaguejante e neófita, no decorrer da campanha.

Quiseram as urnas que as eleições presidenciais fossem para segundo turno, contra as expectativas de governistas e petistas. No primeiro dia da campanha do segundo turno, Dilma anunciou que Ciro Gomes seria um dos seus coordenadores, com ação predominante no Nordeste. Colocado na sacola da petista, Ciro Gomes ficaria assim como uma cobra sob controle - como se fosse possível controlar serpentes.

Ao convidar o deputado paulista-cearense para a coordenação de sua campanha no Nordeste, Dilma queria evitar o perigo de ele ficar atirando de fora, com suas entrevistas polêmicas e normalmente ácidas em relação à oposição, mas também ao PMDB, aliado do governo e da candidata. Mas a consequência do convite foi trazer Ciro novamente à berlinda, onde ele inevitavelmente extrapola.

Como o escorpião da conhecida piada, que em meio à travessia do rio não resiste ao ímpeto de picar o sapo que o transporta, Ciro sucumbiu ao fascínio dos microfones: já saiu atirando vitupérios para todo lado. Admitido na reunião de governadores petistas e aliados eleitos ou reeleitos em 3 de outubro, Ciro saiu com a brincadeira de sugerir que chamassem Eduardo Suplicy para fazer um resumo dos temas discutidos, numa infeliz alusão ao precário poder de síntese do senador por São Paulo.

Entrevistado, Ciro disse que a polêmica em torno do aborto é uma "calhordice". Mais ainda, incluiu a "frouxidão moral" do PT e do PMDB entre as causas da ida das eleições para o segundo turno. Ciro é assim. Nas eleições de 2002, quando chegou a estar em segundo lugar nas pesquisas, chamou um eleitor de burro, na Bahia, entre outros destemperos que fulminaram suas pretensões. É fácil profetizar que daqui até 31 de outubro alguma outra ele ainda vai aprontar.

a

15/10/2010

2º TURNO

A esta altura o eleitor já deve ter notado que o segundo turno da eleição presidencial deverá ter a campanha mais acalorada desde aquela em que se defrontaram Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva. É importante aproveitar a oportunidade de uma nova fase, só com dois candidatos, para conhecê-los bem e a suas propostas. É importante por isso mesmo que os ânimos não estejam tão agressivos quanto estiveram no debate do último domingo.

Também é visível que um conjunto de temas normalmente alheio à política eleitoral ocupou o centro dos debates desde os últimos dias da campanha de primeiro turno: alguns preceitos cristãos e suas implicações legais em um Estado laico.

Temas como direito ao aborto ou direito de crítica ao homossexualismo são caros aos fiéis cristãos, que formam a maioria da população brasileira. É justo, portanto que queiram ouvir a opinião dos candidatos; é justo que levem tais questões em consideração ao decidir seu voto. E é natural que busquem garantir que as leis do país sejam compatíveis com essas suas convicções.

É necessário, porém lembrar o que ensinou o próprio Cristo, como se lê no Novo Testamento: "A César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Essa sábia consideração é base teológica para o moderno Estado laico. Cerca de dois mil anos atrás, Cristo já expressava a necessidade de harmonizar as tensões entre a fé religiosa e a necessidade de o Estado reger a nação acima das diferenças culturais entre diversos grupos que compõem a população.

Neste momento da vida brasileira, convém que as campanhas assumam esse profundo valor cristão e se afastem da armadilha do debate em torno de questões que dizem respeito à fé religiosa. Elas são importantes, são temas vitais para a maior parte da população, mas têm seu espaço próprio de deliberação: são os referendos, onde as organizações partidárias se recolhem e os grupos se alinham conforme convicções suprapartidárias.

Erram os partidos, como o PT, que inscrevem em seus programas de governo decisões sobre temas que dividem a população independentemente das convicções partidárias; erram as campanhas, como a do PSDB, que dão espaço a essas questões em meio ao embate eleitoral. Embora se possa entender a força que tais discussões tomam quando emergem, é imperioso lembrar que depois se torna muito difícil devolvê-las ao devido espaço. Portanto, nos dias que restam de campanha para o segundo turno das eleições, é fundamental que as campanhas adotem o espírito cristão, que na língua dos jovens de hoje, poderia ser traduzido mais ou menos por "Governo e Igreja, cada um no seu quadrado".

15/10/2010

2º TURNO

A esta altura o eleitor já deve ter notado que o segundo turno da eleição presidencial deverá ter a campanha mais acalorada desde aquela em que se defrontaram Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva. É importante aproveitar a oportunidade de uma nova fase, só com dois candidatos, para conhecê-los bem e a suas propostas. É importante por isso mesmo que os ânimos não estejam tão agressivos quanto estiveram no debate do último domingo.

Também é visível que um conjunto de temas normalmente alheio à política eleitoral ocupou o centro dos debates desde os últimos dias da campanha de primeiro turno: alguns preceitos cristãos e suas implicações legais em um Estado laico.

Temas como direito ao aborto ou direito de crítica ao homossexualismo são caros aos fiéis cristãos, que formam a maioria da população brasileira. É justo, portanto que queiram ouvir a opinião dos candidatos; é justo que levem tais questões em consideração ao decidir seu voto. E é natural que busquem garantir que as leis do país sejam compatíveis com essas suas convicções.

É necessário, porém lembrar o que ensinou o próprio Cristo, como se lê no Novo Testamento: "A César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Essa sábia consideração é base teológica para o moderno Estado laico. Cerca de dois mil anos atrás, Cristo já expressava a necessidade de harmonizar as tensões entre a fé religiosa e a necessidade de o Estado reger a nação acima das diferenças culturais entre diversos grupos que compõem a população.

Neste momento da vida brasileira, convém que as campanhas assumam esse profundo valor cristão e se afastem da armadilha do debate em torno de questões que dizem respeito à fé religiosa. Elas são importantes, são temas vitais para a maior parte da população, mas têm seu espaço próprio de deliberação: são os referendos, onde as organizações partidárias se recolhem e os grupos se alinham conforme convicções suprapartidárias.

Erram os partidos, como o PT, que inscrevem em seus programas de governo decisões sobre temas que dividem a população independentemente das convicções partidárias; erram as campanhas, como a do PSDB, que dão espaço a essas questões em meio ao embate eleitoral. Embora se possa entender a força que tais discussões tomam quando emergem, é imperioso lembrar que depois se torna muito difícil devolvê-las ao devido espaço. Portanto, nos dias que restam de campanha para o segundo turno das eleições, é fundamental que as campanhas adotem o espírito cristão, que na língua dos jovens de hoje, poderia ser traduzido mais ou menos por "Governo e Igreja, cada um no seu quadrado".

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14/10/2010

NÃO É BOA

A imprensa é livre no país, ressaltou o ministro da Comunicação Social da Presidência, Franklin Martins. "O que não quer dizer que seja boa", apressou-se em acrescentar.

Certamente não é boa.

Não foi boa, por exemplo, para o então presidente Fernando Collor de Mello, hoje aliado do PT, quando se revelaram os escândalos que vieram a resultar no seu impeachment.

Não foi boa quando noticiou a compra de votos de alguns parlamentares para aprovar a emenda constitucional que veio a instituir o direito à reeleição, então defendido por Fernando Henrique.

Não foi boa quando revelou o esquema do mensalão, o caso dos aloprados, a trama para expor o sigilo bancário do caseiro Francenildo e as atividades da família de Erenice Guerra, entre outros casos que pontuaram o governo lulista.

Em viagem à Europa, onde afirma colher subsídios para a criação de um marco regulatório na área de comunicações, o ministro Franklin Martins tem, portanto, motivos para reclamar de uma imprensa alheia à notória parcialidade com que costuma pautar as suas avaliações.

Seu comentário merece ser catalogado junto com reclamações de teor equivalente, feitas pelos governistas de todas as épocas.

Dois aspectos, entretanto, requerem atenção. O primeiro é que, neste final de governo, ainda exista empenho em engajar o Executivo num tema que mereceria antes de tudo ser objeto de uma iniciativa do Congresso.

O segundo, e mais importante, é o que revela da reiterada disposição por parte de representantes do PT de exaltar a liberdade de imprensa para em seguida assestar novos ataques a quem publica o que o governo gostaria de ocultar.

No triunfalismo que antecedeu a divulgação dos resultados eleitorais, o presidente Lula elevava a voltagem de suas provocações à imprensa.

Diminuíram com a notícia de que haveria um segundo turno. Mas o inconformismo permanece - e o ministro novamente o manifesta. Não será uma breve viagem a países europeus que irá civilizá-lo quanto a isso.

a

10/10/2010

SANEAMENTO MÍNIMO

Saneamento básico -ou seja, água tratada e esgotos- é uma das áreas da infraestrutura em que se avança a passos lentos no Brasil. O atraso é grave, pois a prestação desses serviços tem grande impacto na melhoria da qualidade de vida e da saúde da população. As cifras variam conforme a fonte, mas convergem para compor um retrato deprimente.

Menos de metade da população tem acesso à rede de coleta de esgotos -e apenas um terço destes passa por tratamento adequado em estações purificadoras.

No que se refere à água encanada, a situação é melhor. Cerca de 90% dos domicílios estão ligados à rede de distribuição. Persiste, contudo, um exagerado índice de desperdício: 37% da água se esvai por causa da deterioração da rede. No Nordeste, região em que predominam áreas semiáridas, as perdas são de 45%.

Nos primeiros seis anos do atual governo (2003-2008), segundo o Sistema Nacional de Informações de Saneamento, o atendimento da população com água progrediu 1,4% e as perdas recuaram 5,6%. No mesmo período, a cobertura da rede de esgotos avançou 12% -e o tratamento, 19%.

O investimento em saneamento tem sido insuficiente. Um governo com mais atenção para esses indicadores de desenvolvimento social adotaria políticas e metas mais ambiciosas.

No quesito água, é factível perseguir a universalização da rede. Se não no mandato de quatro anos do próximo presidente, ao menos até 2018. E é imperioso reduzir as perdas a níveis menos escandalosos, da ordem de 25%.

O recolhimento de esgotos precisa ser ampliado para alcançar pelo menos a fatia de população urbana (cerca de 80%) do país. Caso não se mostre possível chegar a tanto no curso de um mandato presidencial, que se eleja então um objetivo intermediário. Sem metas a perseguir, dificilmente o ritmo do investimento irá acelerar.

A coordenação e o financiamento do programa devem ser liderados pela União. O impulso necessário, contudo, não se verificará sem o concurso das administrações estaduais e municipais -e da iniciativa privada.

A participação de empresas foi facilitada por novas normas, sobretudo após 2007. No Estado de São Paulo, a Sabesp tem feito parcerias com construtoras para atender municípios como Castilho, Mairinque e Andradina.

Trata-se, em plano nacional, de um mercado de R$ 30 bilhões ao ano.

Hoje, a fatia maior (70%) é explorada por empresas estaduais e autarquias municipais (20%), mas a participação privada se elevou de 6% a 10% de 2006 a 2009.

Não há motivo para que não venha a crescer ainda mais, mesmo porque é uma maneira de aumentar a eficiência do serviço -como em Limeira (SP), onde o operador privado derrubou o desperdício de água para 17%.

Todos os recursos devem ser mobilizados nessa empreitada. Nenhum país pode considerar-se desenvolvido sem levar saneamento para toda a população.

a

08/10/2010

O PAPEL DO PRESIDENTE

Consta que a atitude do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o primeiro turno da campanha eleitoral foi alvo de críticas por parte de aliados. Após reunião anteontem no Palácio da Alvorada, na qual Lula e ministros encontraram-se com governadores e senadores eleitos pela aliança governista, alguns deles disseram ter recomendado participação menos agressiva do presidente no segundo turno que se inicia.

Censuraram, entre outras coisas, os ataques dirigidos à imprensa e o tom exaltado das intervenções do presidente nos comícios de que participou país afora.

O senador eleito Roberto Requião (PMDB), ex-governador do Paraná, resumiu assim as preocupações: "Lembro de uma eleição em que eu estava xingando todo mundo. O senhor ligou para que eu fosse mais como o senhor: "Lulinha paz e amor". Agora eu vim aqui dizer isso para o senhor".

Ninguém deve ter ilusões em relação à motivação dessa romaria de apelos ao bom-senso. Os aliados que recomendam menos fúria a Lula são os mesmos que estariam exaltando a sua verve caso as urnas não tivessem frustrado o triunfalismo governista.

A crítica (ou o elogio) à conduta do presidente não deveria se pautar pelo oportunismo ou por conveniências meramente eleitorais, mas por princípios e valores.

É óbvio que Lula tem todo o direito de defender seu governo e escolher um lado na disputa da sua sucessão. É óbvio que pode manifestar preferências partidárias e participar da campanha eleitoral, como qualquer cidadão.

Mas o presidente da República não é um cidadão qualquer. É o chefe do Estado. E Lula não soube se comportar como tal em diversos momentos da campanha.

Pelo contrário, fez questão de misturar a figura do presidente com o líder do partido e quis, desde o início, exercer uma tutela quase incontrastável, não apenas sobre a candidata que inventou para apoiar, mas sobre o próprio processo eleitoral.

No início de abril, flagrado em campanha irregular antes do prazo permitido por lei, Lula tratou com desdém a Justiça Eleitoral. Mais adiante, entre tantos arroubos inadequados, disse que iria "extirpar" do país um dos partidos da oposição.

No 7 de setembro, Dia da Independência, foi à TV não para falar ao país na condição de presidente, mas apoiar, no horário eleitoral do PT, a sua candidata. Seria difícil exemplo mais simbólico.

Está certa a vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, quando pede que o presidente se comporte de maneira "mais republicana e mais democrática" e reprova a obsessão de "fazer a sua sucessora a qualquer custo".

Ao levar o pleito presidencial para o segundo turno, o eleitorado deu, no último domingo, uma prova de que não está disposto a aceitar a tutela do governo.

a

06/10/2010

NOVA OPORTUNIDADE

Na noite de domingo, as aparições públicas dos três principais postulantes à Presidência da República deixaram patente o sentimento que predominava em suas respectivas campanhas pouco depois da apuração dos votos.

Embora conseguisse substancial vantagem sobre seu maior oponente, a petista Dilma Rousseff e seus aliados ofereceram às câmeras a imagem irretocável da frustração. A expectativa da vitória no primeiro turno, que pareceu certa e até acachapante há algumas semanas, não se confirmou.

Já se sabia da reorientação de parte do eleitorado, depois dos escândalos revelados pela imprensa, mas o declínio da petista chegou a ultrapassar a margem de erro no Datafolha, o instituto de pesquisa que mais se aproximou do resultado do pleito presidencial.

Foi eloquente, a propósito, o quieto abatimento do presidente Lula, após sua exaltada e onipresente participação como cabo eleitoral da candidata.

Por sua vez, Marina Silva, a grande contemplada pela migração de votos, apresentou-se com o sorriso da vitória a transbordar do rosto. De todos os que nas últimas eleições tentaram assumir o papel de terceira via, foi Marina, sem dúvida, a mais bem sucedida.

A líder ambientalista atraiu os votos de ex-eleitores petistas, insatisfeitos com a corrosão ética do atual governo; conquistou a simpatia de jovens, artistas e intelectuais interessados na agenda verde; e contou com a adesão de mulheres e religiosos conservadores, apreensivos com a ambiguidade dos adversários diante de temas como a legalização do aborto.

Foi ela o fenômeno eleitoral do primeiro turno. Neófita em disputas para o Executivo, liderou uma coligação inexpressiva, relativamente modesta em recursos, com ínfima presença no horário eleitoral gratuito. Ao merecer 19,3% dos votos, ganhou importância no desenlace do segundo turno e tornou-se mais do que uma simples promessa para 2014.

Com efeito, é para a próxima eleição que a ex-ministra e seu grupo político estão olhando -e essa perspectiva poderá afastá-los de compromisso mais estreito com qualquer um dos lados.

O tucano José Serra, por fim, mostrou-se exultante por ver renascer a oportunidade de travar uma disputa mais aberta e equilibrada com sua rival -chance que há pouco parecia se esvair numa campanha vista com reservas pelos próprios correligionários.

As vitórias que o eleitor concedeu ao PSDB em Estados estratégicos como São Paulo e Minas Gerais -e ao Democratas em Santa Catarina, onde Lula pregou sua extinção- servem de novo alento aos oposicionistas.

Dilma Rousseff continua, sem dúvida, como favorita. Mas não terá a mesma facilidade de se esconder à sombra de Lula e furtar-se ao confronto de ideias com seu concorrente direto.

Ao chancelar o segundo turno, o eleitorado demonstrou não ter suficiente convicção para conceder à pouco conhecida candidata lulista um triunfo aclamatório. Conclamou os dois candidatos a limpar a maquiagem do marketing e propor à jovem democracia brasileira uma discussão mais séria e madura

a

05/10/2010

2º TURNO E ELEIÇÕES

Surpreendeu a ascensão de Marina nos últimos dias e a incorporação de milhares de eleitores a sua campanha, o que beneficiou sobremaneira o candidato tucano, permitindo-lhe sobrevida para um 2º turno, o qual não é muito favorável a Serra.

Em Avaré, o óbvio se fez valer. Candidatos a deputado federal e estadual, mais conhecidos como ‘nanicos’ não decolaram. Alguns com apoio de políticos que se diziam grandes transferidores de votos, e que acabaram amargurando resultados pífios e saíram ‘queimados’ desta eleição.

Espera-se que, pelo menos Avaré não fique órfã de representantes. Dos podem se dizer representantes da cidade e região, somente, Curiatti, e Campos Machado foram eleitos, e ambos para a Assembleia Estadual, deixando Avaré sem um representante legítimo na esfera federal.

Outro fato apontado por especialistas no assunto foi o grande número de votos recebidos pelo candidato (palhaço) Tiririca em Avaré e todo o Brasil, o qual sufragou mais de 2 mil votos e 1,3 milhões respectivamente, sem sequer fazer campanha por tais bandas. Tiririca é o caso do voto de protesto e, entretanto mostra um lado cruel do eleitor, aquele que está demasiadamente descentre de política e prefere eleger um palhaço como forma de protesto, ou para enviar uma mensagem aos políticos: ‘estamos de saco cheio de vocês’.

Vale relembrar que, os candidatos ‘ficha suja’ não tiveram seus votos validados, mas que aguardam decisão judicial, o que poderia mudar o resultado dos eleitos. Segundo juristas pouca chance existe em uma virada de mesa dos ‘ficha sujas’.

Já o governo ficou nas mãos tucanos que, ao que parece vão se eternizando no comando do maior estado brasileiro. No mais, agora é hora de aguardar um 2º turno disputadíssimo e, principalmente esperar pela onda verde chamada Marina, a qual fará grande diferença se, em todo caso resolver apoiar um dos dois candidatos.

a

01/10/2010

O ATOLEIRO DO SUPREMO

Na segunda-feira o Supremo Tribunal Federal (STF) reuniu-se excepcionalmente. O motivo é sintomático daquela que parece ser a principal disfunção do sistema judicial brasileiro - a imensa demora entre a abertura e o desfecho de um processo. Os tribunais são sobrecarregados e lentos. Já as possibilidades de recursos e outras manobras protelatórias ao alcance dos réus são extravagantes.

O que provocou a sessão extraordinária do STF foi o calendário. No dia seguinte, um deputado federal, José Fuscaldi Cesilio, do PTB de Goiás, mais conhecido como José Tatico, acusado de fraudar a Previdência, completaria 70 anos - o que abreviaria pela metade o prazo de prescrição dos seus delitos. Pelo fato de ser ele parlamentar, a ação de que era alvo deveria correr necessariamente no STF, conforme o rito do chamado foro privilegiado.

Tatico foi condenado a 7 anos de prisão em regime semiaberto por não repassar ao INSS as contribuições dos funcionários da empresa de que é sócio. É a primeira vez desde 1988, quando a atual Constituição foi promulgada, que o STF manda um político para a cadeia. Em outro caso de maio último, do deputado Zé Gerardo, do PMDB do Ceará, a pena de detenção de 2 anos e 2 meses foi substituída pela prestação de serviços comunitários.

Tatico, que concorre a um terceiro mandato, foi incluído pela Justiça Eleitoral no rol dos fichas-sujas por captação e gastos ilícitos de campanha. Naturalmente, recorreu. Poderá se eleger e até ser diplomado, se até lá o STF não desatar o nó sobre a vigência da Lei da Ficha Limpa, porque ele só começará a cumprir a pena que o privará dos direitos políticos depois de a Corte examinar eventuais embargos - e a ação, enfim, transitar em julgado.

Malvisto pela população, para a qual existe apenas para proteger políticos delinquentes, o instituto do foro privilegiado nasceu da legítima preocupação de impedir que mandatários e autoridades nomeados fiquem sujeitos a processos politicamente motivados em instâncias inferiores. Mas, na prática, a crítica da opinião pública procede: o julgamento no Supremo é uma via expressa para a impunidade, se não pela leniência de ministros, pelo acúmulo de ações (e as espertezas dos réus e seus patronos).

Diz um ministro que, se a condenação de Tatico fosse a regra e não a exceção, o Congresso já teria tratado de extinguir o foro privilegiado. Pode ser. No entanto, o que inibe o crime não é o tamanho da pena, mas a certeza da punição, como dizia o jurista Cesare Beccaria ainda no século 18. Na realidade, a quase certeza da impunidade é que empurra os políticos para o crime. Os processos contra eles atolam na escassez de meios do STF para agilizá-los e no excesso de oportunidades à disposição dos réus para retardá-los.

O deputado paraense Jader Barbalho, por exemplo, tem contra si 5 ações penais. A mais antiga data de 2003. Nenhuma está pronta para ser julgada. Outra figura notória nesse departamento, Paulo Maluf tem advogados mestres em empurrar as ações de que é alvo para o Dia de São Nunca. Do seu vasto repertório de truques faz parte arrolar uma testemunha do Afeganistão. Quando o pior está para acontecer, os políticos tiram da manga o ás salvador.

Foi o que fez o então deputado Ronaldo Cunha Lima. Às vésperas do julgamento do processo movido contra ele havia 12 anos por tentativa de homicídio, renunciou ao mandato. Assim, a acusação desceu para a primeira instância. Nem isso o ex-prefeito de Curitiba Cássio Taniguchi precisou fazer. Condenado a 6 meses por crimes de responsabilidade, safou-se porque os delitos já tinham prescrito.

Boa parte das limitações do STF resulta de que, em vez de Corte Constitucional exclusiva, funciona como quarto grau de jurisdição em processos comuns. Neste sistema kafkiano, basta um advogado introduzir na lide uma questão de direito para levá-la, com toda a probabilidade, ao Supremo. É de perguntar o que espera o tribunal para se aparelhar de modo a dar conta dessa carga já antiga, enquanto causas de alcance excepcional, como a do mensalão, ficam paralisadas.
 
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28/09/2010

ELEIÇÕES

As eleições estão próximas e Dilma parece caminhar para sua eleição em 1º turno.

As pesquisas mostram a petista à frente do tucano José Serra, o que não se descarta que Serra possa surpreender.

Já a corrida estadual mostra Alckmin também liderando, e Mercadante longe e com poucas chances. Outra incógnita que também pode surpreender, onde o petista labuta votos para levar as eleições ao um 2º turno, o que já seria uma vitória.

Enquanto isso, os brasileiros que ainda têm coragem assistem ao ridículo programa eleitoral, onde personagens se revezam em discursos improfícuos e vagos, sem nada acrescentar.

Em Avaré alguns nomes se mostram ao eleitor, mas ao que parece nenhum deles tem chances de conseguirem atingir uma vaga em uma das Câmaras.

Tristemente o que se vê, é que alguns serão reeleitos e outros serão eleitos pela 1ª vez.

Esperar o quê deles?

Muita coisa não é, afinal, o que produziram a maioria durante estes 4 anos? Pouco ou nada, por assim dizer.

E os Senadores?

São Paulo elegerá dois senadores nestas eleições para ocuparem um cargo de 8 anos. Não é pouca coisa. Marta, Netinho e Aloísio Nunes disputam ponto a ponto. Dos três, Netinho é o pior. Cantor, e usando sua fama tenta entrar num cenário que não é sua praia.

Resumindo assim, teremos a chance de votarmos bem, se escolhermos pessoas sérias. Não basta ter fama, têm que ter qualidade política, e isso poucos possuem.

Assim, daqui alguns dias os eleitores, os brasileiros em geral, terão a chance de excluírem os maus políticos da vida pública, àqueles que nada fizeram e aqueles que apenas estiveram no Congresso para tirar proveito a si próprio. A chance se repete a cada 4 anos. Resta torcer para que o povão não se iluda como vem sendo iludido desde as eleições de 1989.

Mas, se olharmos e depender do retrospecto de cada eleição, não nos resta muita esperança... Resta sim, rezar, comer e torcer... Nada mais.

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27/09/2010

O MAL A EVITAR

A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

Texto publicado na seção "Notas e Informações" da edição de 26/09/2010 do jornal O Estadão.

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22/09/2010

 

LENTA CAMINHADA

Como de hábito, a Síntese de Indicadores Sociais referente ao ano de 2009, divulgada na sexta-feira pelo IBGE, traz dados positivos, que evidenciam alguns progressos do país. São, no entanto, os aspectos negativos que mais chamam a atenção, em especial pelo ritmo vagaroso com que se caminha para superá-los.

No caso da educação, área que vai se cristalizando como a de maior relevância na agenda de um Brasil que pretende deixar o subdesenvolvimento para trás, as dificuldades ainda são muitas.

Se na faixa de 6 a 14 anos um importante passo já se consolidara em meados da década de 90, quando a quase totalidade das crianças se encontrava matriculada em escolas, o quadro, no que tange aos adolescentes de 15 a 17 anos, é preocupante.

Embora a taxa de frequência tenha chegado a 85,2% nesse intervalo etário, o percentual dos jovens que estão matriculados no nível adequado à idade era de 50,9% em 2009. Acima dos 32,7% de 1999, mas ainda pífio.

Por trás desses valores observa-se o renitente efeito das disparidades regionais: o Norte e o Nordeste contavam, em 2009, respectivamente, com 39,1% e 39,2% de pessoas de 15 a 17 anos cursando escolas de nível médio. Esses percentuais, para que se tenha uma ideia, são inferiores ao verificado no Sudeste em 1999 -de 42,1%.

Assimetrias desse tipo encontram explicações em diversos fatores, mas pesam decisivamente as diferenças de rendimento familiar. De acordo com o levantamento, entre os 20% mais pobres da população, 32% dos agrupados na referida faixa de idade estavam no ensino médio no ano passado. Considerando-se apenas a fatia dos 20% mais ricos, o percentual chegava a 77,9%.

Os problemas também aparecem quando se observa a média de anos de estudo dos que têm 15 anos ou mais. Em 2009, em âmbito nacional, ela era de apenas 7,5 anos, um pouco abaixo dos 8 anos exigidos para a conclusão do ensino fundamental obrigatório. Na região mais rica, o Sudeste, estava em 8,2 anos; no Nordeste, em 6,7.

Técnicos do IBGE ouvidos pela Folha avaliam a situação educacional do país como "frágil" e consideram que a evolução é morosa por depender de políticas públicas vinculadas às diversas esferas de governo e do número de anos exigido para que os alunos terminem os diversos ciclos.

Tais ponderações só fazem reforçar a urgência de conferir à área educacional a atenção que lhe é devida como fator fundamental para o desenvolvimento socioeconômico do país. Infelizmente, o Brasil não tem sido capaz de diminuir de maneira mais nítida a evasão no ensino médio, conter as taxas de repetência e ampliar como seria possível o acesso ao ensino universitário.

São falhas que certamente se refletirão no futuro. É preciso, portanto, nos diversos níveis de poder, deixar a retórica de lado e investir com vigor na qualificação dos brasileiros, o que requer, entre outras medidas, a valorização do professor e a implantação de políticas coordenadas para elevar o padrão do ensino.

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20/09/2010

ELEIÇÕES 2010

Há pouco menos de 2 semanas para as eleições, o cenário e a diferença entre os dois candidatos, Serra e Dilma, mostram-se alongadas.

Petistas já ‘cantam vitória’ antes da hora, enquanto os tucanos esperam por uma reviravolta.

O cenário não é favorável para Serra que se empenha com todas as forças para pelo menos chegar ao segundo turno, pois daí as coisas poderiam mudar.

Do outro lado, Lula parece já ter consciência da vitória de Dilma, e, agora se lança com todas as forças ao lado de Mercadante, na esperança de fazê-lo crescer e enfrentar Geraldo Alckmin num segundo turno.

O certo pelo não certo, pode se concluir arriscando palpites.

Dilma parece ter se firmado em 1º lugar, sobrando à esperança aos tucanos de pelo menos um enfrentamento em um segundo turno. Mas esperanças são como sonhos, e Serra tem o direito de sonhar com tal possibilidade.

Enquanto Geraldo Alckmin vê sua vitória em primeiro turno cada vez mais forte. Se Mercadante não crescer nestes últimos e derradeiros dias, caberá a ele ver o PSDB estender seus domínios por mais 4 anos, e chegar a 20 anos de poder na maior capital do País.

No ‘frigir dos ovos’, o cenário político parece acenar que irá continuar com o PT no comando do País, e o PSDB em São Paulo.

Enquanto os candidatos majoritários acenam com tais possibilidades, espera-se uma reformulação tanto no Senado como na Câmara, o que especialistas afirmam que não passará de 30% a renovação política.

Caberá ao povo escolher sua elite política, a mesma que lhe tem passado para trás e que lhe faz a cada dia trabalhar mais e pagar mais impostos.

O povo é senhor de si, e cada povo tem o governo que merece. Se escolher Dilma aceitarão tudo que está acontecendo, desde escândalos a mensalões.

Ao passo que, se escolher pelo PSDB de São Paulo optarão pelo continuísmo tucano que emperrou São Paulo.

Assim, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

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18/09/2010

A GRANDE FAMÍLIA

A ministra Erenice Guerra, braço direito e substituta da petista Dilma Rousseff na Casa Civil, não resistiu a mais uma reportagem com relatos acerca de atividades de tráfico de influência e cobrança de comissões supostamente praticadas por membros de sua família. A Folha trouxe, na edição de ontem, a explosiva história de uma empresa que afirmou ter sido orientada a procurar a Capital Consultoria, de um filho da então secretária-executiva do ministério, para liberar um empréstimo bilionário do BNDES.

Segundo os autores da denúncia, em conversas gravadas pela reportagem, houve troca de e-mails com um assessor da Casa Civil e realizou-se uma reunião entre representantes da empresa que pleiteava o empréstimo e Erenice.

A firma do filho da ministra demissionária teria cobrado pelo serviço seis pagamentos mensais de R$ 40 mil, além de uma "taxa de êxito" -um eufemismo para propina- de 5% sobre o valor do financiamento.

Segundo as declarações, o pacote também incluiria uma doação de R$ 5 milhões, supostamente para a campanha de Dilma Rousseff.
Em síntese, de acordo com os depoimentos colhidos pelo jornal, um balcão de negócios, montado no coração do Poder Executivo, tentou vender facilidades para uma empresa interessada em recursos bilionários do banco de fomento do governo federal -que utiliza dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador na concessão de crédito a juros subsidiados.

Para completar o descalabro, segundo um dos entrevistados, o ministério servia de guichê partidário com a finalidade de arrecadar fundos para a candidatura oficial. Em que pesem as negativas, o pedido de demissão da ministra reforçou conjeturas acerca de sua participação nas tratativas.

O caso, que se reúne aos malfeitos reportados pela revista "Veja" nesta semana, também lança dúvidas sobre o comportamento de Dilma Rousseff e da própria Presidência da República. Todas as reportagens dão conta de que havia uma quadrilha atuando sob o nariz do chefe do Executivo, em seu mais próximo e estratégico gabinete -a mesma Casa Civil em que se montou, no primeiro mandato, o esquema do mensalão.

O episódio não deixa dúvida quanto à crescente promiscuidade, no atual governo, entre interesses públicos e privados. Oito anos de incrustação petista na máquina pública foram suficientes para promover, além do conhecido loteamento fisiológico, a partidarização sem precedentes do Estado brasileiro.

O pequeno clã dos Guerra talvez possa ser visto como uma espécie de ilustração em miniatura de um conglomerado maior, a grande família dos sócios do lulismo, formada por uma legião de militantes, aproveitadores e bajuladores que parece ver no exercício das funções públicas uma chance imperdível para enriquecer e perpetuar privilégios.

Infelizmente, essa espantosa instrumentalização das estruturas governamentais, em tudo compatível com o perfil estatizante, corporativo e arrivista do PT, tem encontrado na figura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva o seu principal fiador.
Inebriado com seus elevados índices de popularidade, o mandatário é o primeiro a estimular a impunidade e a minimizar os "erros" de seus companheiros.

Da compra do apoio de partidos e parlamentares à violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa, passando pela devassa no Imposto de Renda de milhares de cidadãos, entre os quais adversários políticos do PT, tudo é atribuído a conspirações da imprensa ou de "inimigos do povo"; nada é investigado a fundo.
Apurar, ao que tudo indica, não é mesmo um verbo que se conjugue no Palácio do Planalto. Ali, prefere-se iludir, tergiversar, apaniguar. Por isso mesmo é de esperar que ainda existam instituições públicas com suficiente independência e iniciativa para proceder a uma averiguação rigorosa desses episódios.

Nesta hora em que as pesquisas de intenção de voto apontam para uma vitória acachapante da candidata oficial, mais do que nunca é preciso estabelecer limites e encontrar um paradeiro à ação de um grupo político que se mostra disposto a afrontar garantias democráticas e princípios republicanos de forma recorrente.

O Brasil não pode ser confundido com uma espécie de "hacienda" da grande família petista.

Se não há evidências sobre a participação de Dilma Rousseff em desvios como os agora apontados, é inevitável questionar a escolha de Erenice Guerra para exercer as funções de secretária-executiva e, posteriormente, chefe da Casa Civil da Presidência.

Ninguém mais do que Dilma sabia com quem estava tratando. Faltou-lhe argúcia para perceber o que se passava? Desconfiou, mas não tomou providências? Tudo não passa de um grande engano? É preciso que se responda.

Há tempos o país vem assistindo à modelagem da figura pública da postulante petista pelo presidente da República e seus propagandistas. Já é hora de o marketing dar lugar ao debate e ao questionamento. Os brasileiros precisam de informações que permitam aferir com mais acuidade as virtudes e defeitos daquela a quem Lula, em mais uma de suas sintomáticas e infelizes metáforas, empenha-se em entronizar como a "mãe" do país.

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16/09/2010

É PRECISO PUNIR

A repetição de casos de corrupção como os desbaratados recentemente no Estado do Amapá e na cidade de Dourados (MS) não deve minimizar a reação da sociedade ao que se configura como a transformação de áreas inteiras do poder público em território de quadrilhas do crime organizado.

No primeiro caso, estão na cadeia o atual governador, que tenta se reeleger, e seu antecessor, que busca uma vaga no Senado; no segundo, foram detidos e indiciados o prefeito, o vice-prefeito e o presidente da Câmara.

No Amapá, a suspeita é a de que havia um esquema de abdução de recursos federais que pode chegar a R$ 800 milhões; em Dourados, verificava-se o sistemático desvio de 10% dos contratos firmados pela prefeitura.

Operações desse tipo somam-se às estatísticas de investidas da Polícia Federal contra a corrupção, que representaram 23% de suas ações nos seis primeiros anos do governo Lula. São raros no entanto os casos em que, passado o choque inicial e o desconforto dos políticos de ter de passar alguns dias ou meses na prisão, os acusados sejam julgados e punidos.

É esse padrão de impunidade que incentiva a perpetuação de esquemas como os citados, apesar de o presidente Lula, numa declaração quase cômica, dizer que, em seu governo, "só tem um jeito de bandido não ser preso: é ele não ser bandido". A favor da PF, no caso, pesa o fato de que apenas um dia antes da prisão dos acusados o presidente apareceu na TV pedindo votos para um dos presos.

Para que se mostre verdadeiramente eficaz, o combate precisa ir além do espalhafato de operações policiais e se materializar em investigações sistemáticas e condenações na Justiça.

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11/09/2010

15 MINUTOS DE FAMA

Líder de uma insignificante comunidade religiosa do interior da Flórida, o pastor norte-americano Terry Jones ganhou mais atenção do que mereceria com a infeliz ideia de promover hoje o que chamou de "dia internacional da queima do Alcorão".

A data escolhida marca o nono aniversário dos sangrentos ataques desfechados contra o World Trade Center, em Nova York, e outros alvos nos EUA por fundamentalistas islâmicos ligados à rede extremista Al Qaeda.

Sem separar o joio do trigo, Jones decidiu agredir os sentimentos de toda a comunidade muçulmana, com mais de 1 bilhão de pessoas, afixando à porta da sua igreja um cartaz com os dizeres "o islã é do Diabo". Foi o início de uma escalada que levou à decisão de queimar o livro sagrado da religião maometana.

Dada a importância diminuta do personagem -a igreja de Jones tem apenas 50 fiéis- era de esperar que a iniciativa passasse despercebida. Mas os planos do pastor americano chegaram ao conhecimento de muçulmanos no Afeganistão, palco de ofensiva militar dos EUA. 
Os protestos que começaram a ocorrer no país centro-asiático -e que já custaram ao menos uma vida- levaram o chefe das tropas americanas no país, general David Petraeus, a alertar para um potencial risco a seus soldados caso Jones levasse adiante o plano. O próprio presidente Barack Obama se viu forçado a comentar o caso e disse que a empreitada do pastor favoreceria uma onda de recrutamento para a Al Qaeda.

Depois de todos os apelos, Jones recuou anteontem de seus planos após suposto compromisso -a seguir negado- de que a comunidade muçulmana desistiria da intenção de construir uma mesquita nas proximidades do Marco Zero, palco dos principais atentados de 11 de setembro de 2001.

A liberdade de expressão, valor fundamental da Constituição dos EUA e das verdadeiras democracias, dá ao pastor o direito de denunciar o Alcorão ou mesmo de queimá-lo. Mas o que é legítimo nem sempre é recomendável. A memória do 11 de Setembro e suas duradouras consequências, como a própria guerra no Afeganistão, não precisam ser inflamadas por atitudes literalmente incendiárias de um pastor obscuro em busca de seus 15 minutos de fama.

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08/09/2010

CASO JOÃO BATISTA

Mais um pepino cru para a administração Barchetti descascar.

Desta vez, uma denúncia pesa forte sobre o atual Secretário de Administração, João Batista Leme.

Segundo funcionários, João Batista, supostamente estaria assediando sexualmente e moralmente diversos funcionários municipais, os quais abriram B.O contra seu chefe.

O caso é sério. Não basta ir à delegacia e dizer isto ou aquilo. Existe no direito o ônus de que, quem acusa apresente as provas cabais.

Não se pode sacrificar o atual Secretário, apenas pelo B.O. Tem que se aguardar que o delegado responsável pelo caso, inicie, ouça o acusado e termine o Inquérito Policial, e somente depois se tudo for comprovado o prefeito tome as providências cabíveis.

Mas existe também a possibilidade do Secretário estar sendo acusado por ter que tomar medidas contra alguns servidores. Aí sim, a porca torce o rabo, pois falsa comunicação de crime é crime, ou seja, quem responderá por crime serão os autores da denúncia.

Não se pode neste momento arguir quem está com a razão. Deve-se esperar o fim do inquérito policial. O que for dito a mais será mera especulação.

a

02/09/2010

LULA E A IMPRENSA


Conta-se que o marechal Arthur da Costa e Silva, diante de interlocutor que lhe explicava a utilidade de uma imprensa crítica, teria reagido assim: "Eu gosto mesmo é de elogio". Eram outros tempos; no final dos anos 1960, o marechal exercia poder ilimitado e o Brasil ingressava na pior fase da ditadura militar, da qual conseguiria livrar-se apenas em 1985.

Quase nada há em comum entre Costa e Silva e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva -um era militar, o outro, sindicalista; aquele chegou ao poder pelas armas, este, em eleições democráticas. Frequentes declarações do atual chefe do Estado, porém, indicam que pensa como o antecessor, faltando-lhe apenas igual sinceridade quando se trata dos incômodos que uma imprensa crítica acarreta para todo governante.

Quando a conceberam, na passagem do século 18 para o 19, os teóricos da democracia moderna sabiam que todo governo tende a abusar do poder e nele se perpetuar. Sabiam que todo governante está sujeito a corromper-se. Estipularam, por isso, um sistema de freios e contrapesos destinado a conter tais tendências deletérias.

Parte desse sistema está embutido no próprio Estado, por meio da independência entre os três Poderes e da obrigação de eleições livres e periódicas. Outra parte fica a cargo da sociedade civil, por meio da vigilância a ser exercida por suas associações e pela imprensa sobre os ocupantes temporários do poder público.

Essa tarefa de vigilância e crítica públicas é crucial quando o Estado cai nas mãos de um governo impopular. É ainda mais crucial, entretanto, quando se trata de um governo que desfruta de altos índices de popularidade, sob pena de a sociedade entregar-se à sua tutela e os cidadãos se converterem numa massa de cordeiros.

Lula afirma que não precisa da imprensa para governar (é recíproco, no que se refere à imprensa independente), mas a insistência com que volta ao tema, embriagado pelo aplauso dos acólitos, sugere que o jornalismo livre o incomoda cada vez mais.

Não bastam apoios de quase todo o espectro político, não basta à eleição por aclamação de sua candidata, ele pretende a submissão de todos a seus caprichos. Vai continuar esperando.

Alguém poderia argumentar que falta ao presidente habilitação conceitual para compreender a função da imprensa, o que é provável. Mas um vídeo gravado pelo estudante Leandro de Paula durante inauguração de obras na zona norte do Rio, ao documentar embaraçosas reações de Lula e do governador Sérgio Cabral sem que estes soubessem, mostra que não é bem assim.

Ao ouvir do rapaz que a piscina pública onde poderia praticar natação estava fechada, Lula adverte o contrariado mandatário fluminense quanto ao custo político "infinitamente maior" que advirá quando a imprensa descobrir o fato. Lula sabe muito bem para que serve o jornalismo crítico: incomodar governantes relapsos e prepotentes, expondo-os ao exame da opinião pública.

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30/08/2010

SUPREMO GATILHO

Sob o argumento de desincumbir deputados e senadores de um fardo desnecessário e, assim, tornar o processo legislativo mais rápido, o Supremo Tribunal Federal apresentou ao Congresso um projeto de lei que prevê reajustes automáticos anuais aos salários de seus ministros. Em síntese, o novo valor dos vencimentos seria determinado pela própria Corte.

O projeto foi secundado por iniciativa de mesmo teor enviada à Câmara pelo procurador-geral da República, que também advoga em causa própria.

Toda categoria de funcionários, se puder, tenderá a elevar seus vencimentos e gastos de forma abusiva. A necessária submissão ao Congresso de qualquer pleito salarial dos magistrados, hoje vigente, ainda aconteceria, é verdade, mas apenas a cada quatro anos, a partir de 2015.

Não se trata de liberdade irrestrita, argumentam os juízes. Os reajustes terão "por base índices anuais projetados pelo governo federal". Não haveria ganhos "reais", apenas a eliminação de perdas provocadas pela inflação.

Ora, há índices para tudo e para todos. O que se busca, de maneira impertinente, é o privilégio -lesivo ao contribuinte, aos cofres públicos e à própria imagem das autoridades que o pleiteiam.

A criação de "gatilhos" contribui para perpetuar a inflação passada e engessa os gastos com a máquina pública. Boa parte do esforço para desmontar a indexação pode se perder.

Sobretudo porque aumentos de salários dos ministros do Supremo repercutem em toda a magistratura federal e balizam os vencimentos do conjunto do funcionalismo público.

Parece ocioso argumentar, como pretendeu com razão a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara, que o diploma é inconstitucional. A última palavra, a esse respeito, caberá sempre ao próprio STF.

O que apenas torna o projeto mais inapropriado e criticável.

a

24/08/2010

‘O PAGO NÃO PAGO DO HOTEL’

Pagou ou não pagou?

A nota foi emitida dia 30 de julho. O motivo. Uma estadia de 30 dias. De quem?

O Secretário da Fazenda nega que tenha ficado lá, enquanto o Secretário de Governo traz o cheque não assinado provando que não pagou o hotel.

Resumindo: o Hotel levou prejuízo. Alguém lá ficou a mando de alguém do governo Barchetti por trinta dias ininterruptos.

O Caso do Hotel entra para os anais do governo Barchetti, como mais uma mirabolante peripécia volumosa de sua administração.

Embora não tenha pagado o hotel, alguém comeu e dormiu lá, e, assim, alguém mandou que este alguém ficasse lá. Perguntas que não são respondidas.

Cabe ao dono do hotel reclamar. Ele terá o prejuízo. Não há duvida.

Mas voltamos à questão: quem ficou no Hotel? Desde quando a prefeitura paga para pessoas passarem o mês à custa do dinheiro público, embora não tenha sido pago por, simplesmente, a imprensa ter descoberto e divulgado o caso, pois porventura, ao contrário a nota teria sido paga.

Barchetti ruma para o desfiladeiro que abraçou Joselyr e abraçou WB. Com diferenças cabais de ambos, claro.

Sua administração continua devendo e atos e fatos como estes mostram que o prefeito não tem a rédeas da sua própria administração.

Azar de Barchetti. O TCE tem uma boca maior que a de um leão esfomeado.

Em tempo; tem obras correndo em frouxo e sem licitação. Mais uma vez ponto negativo para Barchetti. Seu Secretário de Obras é um lunático que mora em plutão. Todo cuidado é pouco. Acorda prefeito, isto é, se ainda houver tempo.

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20/08/2010

Pai e mãe

"O Brasil amadureceu. Não precisa ser uma sociedade infantilizada. Querem infantilizar os brasileiros com essa história de pai e mãe", disse a candidata Marina Silva no debate Folha/UOL, que reuniu ontem os três candidatos à Presidência mais bem colocados nas pesquisas eleitorais.

Um discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco oferecera, na véspera, mais um exemplo daquilo que a postulante do PV, com acerto, criticava. "A palavra não é governar", anunciou, ao repisar o tema. "A palavra é cuidar. Eu quero ganhar as eleições para cuidar do meu povo como uma mãe cuida do seu filho."

Em ato falho, a frase condensa o presidente e a candidatura por ele inventada. Dilma Rousseff "c'est moi", admite afinal o petista. "Mãe" e "pai" dos brasileiros se fundem na mesma figura mistificadora. A declaração revela mais do que o entendimento de Lula sobre o processo sucessório. A apresentação da política em termos característicos das relações privadas e familiares termina por desvirtuá-la, ao negar o caráter igualitário da esfera pública.

O princípio de igualdade entre os cidadãos deve valer também para seus dirigentes, escolhidos pelo voto. Não pode haver relação hierárquica, do ponto de vista político, entre o mandatário de turno e o conjunto de eleitores. Compete a todos obedecer apenas às leis.

A figura paterna, ao contrário, pressupõe uma relação de superioridade com os filhos. Os laços cordiais, de afeto e de "cuidado" contidos na imagem proposta por Lula mal disfarçam a herança patrimonial e autoritária da política brasileira. A metáfora ecoa a tutela populista exercida sobre as massas recém-chegadas à cidade em meados do século passado. Contradiz os princípios impessoais republicanos. Faz pouco do cidadão, que, não precisa de atenções paternais ou maternais, mas de respeito a seus direitos.

O discurso retrógrado e conservador servem muito bem às circunstâncias fabricadas por Lula. Induz a uma avaliação da candidatura de Dilma por critérios outros que não os da vida pública.
Nesse terreno a postulante governista é um enigma. É provável, como querem os petistas, que não lhe falte competência gerencial. Não se sabe, no entanto, como se comportará na eventualidade de ser eleita para ocupar o mais alto posto da República.

Mesmo Jânio Quadros e Fernando Collor, que chegaram ao poder máximo de forma fulminante, haviam sido antes prefeitos, governadores e parlamentares. A ex-ministra da Casa Civil jamais disputou eleição, não exerceu nenhum mandato, nunca foi submetida ao escrutínio público. Até Lula admite tê-la conhecido há apenas oito anos. Em caso de vitória, excetuados os presidentes da ditadura militar, ninguém como ela terá chegado ao ápice sendo tão pouco conhecido e testado.

São fragilidades como essa - alarmante, quando estamos na iminência de uma campanha sumária de estilo consagratório que, a xaropada sentimental dos publicitários procura ocultar. Cumpre à imprensa independente, às associações da sociedade civil que procuram influenciar o processo eleitoral e a cada cidadão levantar o véu da fantasia.

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16/08/2010

NÚMEROS DA HABITAÇÃO

São pífios os resultados do programa "Minha Casa, Minha Vida" para a parcela da população brasileira que mais padece de problemas habitacionais.

O pacote de estímulo imobiliário lançado pelo governo federal tem encontrado, desde o ano passado, um gargalo para a construção de moradias destinadas a pessoas que ganham até três salários mínimos - faixa em que se concentra cerca de 90% do déficit habitacional do país.

Um balanço da Caixa Econômica Federal sobre o andamento do programa, obtido pela Folha, indica que até o final de junho deste ano apenas 1,2% do total de moradias financiadas para a menor fatia de renda estava concluído. Entre as casas voltadas para quem ganha de três a seis salários mínimos, em contrapartida, 59,7% das unidades estão prontas.

O governo espera assinar contratos para a construção de 1 milhão de residências até o fim deste ano. Do total de unidades para a parcela mais pobre da população, apenas 565 casas ou apartamentos (0,23%) já foram entregues.

Dos dois objetivos principais do programa - fomentar o mercado imobiliário e diminuir o déficit habitacional, estimado em até 8 milhões de residências-, apenas o primeiro tem sido alcançado.
Um debate maduro sobre a falta de moradia no país deveria partir desses números e buscar explicações para a dificuldade de se fazer avançar a construção de casas para populações de baixa renda.
Mas o governo federal, mais interessado na campanha eleitoral da ex-ministra Dilma Rousseff (PT), prefere sonegar informações que considere desfavoráveis a suas pretensões eleitorais.

Procurada pela reportagem da Folha, a Caixa alegou não dispor de números sobre a execução do "Minha Casa, Minha Vida". Uma farsa, já que o balanço existia.

O princípio de publicidade, que rege a administração pública, impõe a divulgação de dados de interesse da população. A transparência é um dever dos governantes. Lamentavelmente, esse não tem sido o comportamento da atual administração, que se mostra seletiva quanto às informações que oferece à sociedade.

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13/08/2010

SAÚDE – PROBLEMA INTERMINÁVEL

O Sistema de Saúde vive um colapso interminável. Não só em Avaré, mas em todo o País.

Na data de ontem, a fila no PS de Avaré chegava a mais de 15 minutos somente para que os pacientes pudessem fazer suas fichas, e as reclamações eram com relação à demora no atendimento.

O PS estava entupido. Pacientes por todos os lados disputavam uma vaga para se sentar, enquanto lá dentro médicos e enfermeiros desafiavam o limite, desdobrando-se para tantos atendimentos.

Não era pra menos.

Sem infraestrutura e investimentos pesados no sistema de saúde, o brasileiro vive e continuará vivendo assim. De esmola em esmola, ganhando seu salário mínimo e morrendo nas portas de hospitais.

Não é um caso especifico de Avaré, mas de todo o País.

Somos um povo sem alma, e, principalmente sem vergonha na cara, pois, caso contrário teríamos tomados a rédeas da situação e dado um basta nesta história vergonhosa que se chama Sistema de Saúde.

Resta saber até quando o povão vai trocar voto por favores medíocres em épocas eleitorais.

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11/09/2010

A FESTA E AGORA?

Após anunciar que haveria uma festa de Peão ‘enxuta’, o prefeito Barchetti voltou atrás, e apontou diversas dividas que comprometem sua administração.

Mais de R$ 15 milhões somente em dívida que devem ser pagas em curto prazo.

Dívidas herdadas do ex-prefeito cassado de Avaré, o qual sucateou a economia municipal.

Joselyr foi um ‘tumor’ que arrombou os órgãos do município, ao não recolher impostos a União, o ex-prefeito fez da cidade de Avaré o quintal de sua casa.

Desmandos que refletem hoje, num governo que tenta primar pela seriedade, embora erre em alguns muitos pontos que precisam ser corrigidos.

Sem dinheiro para saldar suas dívidas, salários de médicos em atraso, cesta básica com atraso nos pagamentos, dentre outros atrasos, o sucessor de Joselyr ganhou de brinde uma bomba que explodiu causando um estrago fora do normal.

Mesmo tendo defendido Joselyr na última eleição, Barchetti mostra tudo e a todos que herdou tal maldição do ex-prefeito cassado, o qual deixou as finanças do município do jeito que gostava de administrar, ou seja, mentindo à população carente e vendendo a imagem de um governo que não condizia com a verdade.

Barchetti precisa mudar seu estilo de administrador. Viajar menos e estar mais perto dos problemas que assolam sua administração.

Caso contrário, se persistir em continuar administrando à distância será mais um ex-prefeito rejeitado pelo povo, assim como alguns dos ex-prefeitos, os quais sentem o peso de sua má administração  na própria pele.

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10/08/2010

MODERNIZAÇÃO DA JUSTIÇA

Por muito tempo o Judiciário brasileiro preservou ares de uma instituição do século 19. Aferrava-se, com perverso prazer, a afetações de um bacharelismo elitista e provinciano característico dos tempos do Império.

Diante do acúmulo de trabalho e do orgulho paralisante que funcionários das cortes devotavam ao próprio status, parecia impossível superar vícios seculares como lentidão, excessos burocráticos e falta de transparência.

No entanto, o Judiciário agora se move. Um exemplo notável vem do esforço dos mais altos tribunais para digitalizar processos e tornar mais célere a tramitação de autos entre instâncias e, portanto, o julgamento das causas.

O Tribunal Superior do Trabalho acaba de implementar um sistema de processamento eletrônico de ações que deve reduzir o tempo necessário para envio de recursos das instâncias inferiores. Documentos que antes demoravam inacreditáveis seis meses para chegar à mesa de um ministro cumprirão o mesmo percurso em apenas 48 horas.

Iniciativas semelhantes já foram tomadas no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal. Com os cortes de gastos de transporte, arquivamento e manuseio, estima-se uma economia de R$ 20 milhões por ano, no STJ, e de R$ 11 milhões, no TST. Mas não são apenas econômicos os benefícios da digitalização de documentos.

Facilita-se o acesso às páginas dos processos, na internet, e portanto à própria Justiça, que se democratiza.

Esforços do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) se somam a essas iniciativas das cortes superiores para impor maior eficiência e produtividade ao trabalho dos juízes em todo o país.

É justamente no emaranhado de instâncias inferiores, e também nos Tribunais de Justiça, que o desafio de modernizar o Judiciário se afigura mais difícil. Cumpre orientá-los com os instrumentos do exemplo e da pressão, que já estão sendo aplicados e costumam render bons resultados.

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07/08/2010

DEBATE FRUSTRANTE

Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) estiveram frente a frente, pela primeira vez, anteontem à noite. Foi, no entanto, decepcionante o primeiro debate entre os principais candidatos à Presidência da República, realizado pela TV Bandeirantes.

Repetiu-se no estúdio da emissora algo que já se tornou rotineiro nas disputas eleitorais. O desempenho dos presidenciáveis acabou sendo pautado por roteiros meticulosamente desenhados por marqueteiros, que se beneficiam de regras (definidas em comum acordo pelas campanhas) destinadas a engessar o debate e reduzir ao máximo os riscos de exposição e tropeço dos concorrentes.

Tudo se torna espetacular e previsível ao mesmo tempo. Em lugar de discussão mais direta e aberta prevalecem as estratégias, as artimanhas, os pequenos truques, as pegadinhas - enfim, a encenação.
Nesse ambiente de excesso de cuidados e artificialismo, os grandes temas foram preteridos ou tratados com frustrante ligeireza.

Não faltaram, é verdade, alguns momentos de polarização entre os dois principais adversários. A iniciativa maior coube a Serra, mais interessado em chamar Dilma para o confronto.
Houve divergência em relação aos mutirões de saúde, cuja interrupção no governo Lula o tucano criticou. A petista divergiu, caracterizando-os como política de "emergência", sem papel "estruturante" para a área.

O tucano insistiu também nos gargalos de infraestrutura - das estradas federais em situação precária aos aeroportos e portos saturados ou obsoletos.

Dilma demonstrou algum nervosismo e hesitou em certos momentos, sobretudo no início do encontro, revelando dificuldades para fazer a defesa de um governo com quase 80% de aprovação popular. Mas, quando Serra se esquivou de defender a gestão de Fernando Henrique Cardoso, alegando não fazer política "de olho no retrovisor", a petista rebateu. Disse que, embora pudesse ser "confortável" para alguns, não era "prudente esquecer o passado".

Entre a celebração acanhada que Dilma fez do período Lula e as críticas muitas vezes periféricas que Serra endereçou ao governo adversário, o debate assumiu contornos tecnocráticos e teve momentos tediosos. Como mostra reportagem de hoje desta Folha, houve, sobretudo por parte de Dilma, uso enganoso de números, que foram maquiados ou apresentados de maneira distorcida.

Prensada pelas duas candidaturas, Marina Silva foi alvo ainda das críticas de Plínio Sampaio, que, sem nada a perder, deu um toque de humor e informalidade ao encontro algo robotizado.

Embora pareça improvável, ganharia a democracia se os responsáveis pelas campanhas oferecessem aos eleitores, nos próximos debates, a oportunidade de um confronto mais franco, no qual os candidatos se apresentassem de maneira menos estereotipada, superficial e desinteressante.

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03/08/2010

ARRECADAÇÃO ESPÚRIA

A ampliação do funcionalismo público do país é com frequência realizada por meios e motivos tortos, gera gastos de má qualidade e desperdício de dinheiro público.

Como se tais distorções não bastassem, agora se descobre que o processo de contratação de novos funcionários pelo Estado tem servido como mecanismo espúrio de arrecadação de recursos.

As taxas de inscrição para concursos públicos têm superado -com folga- os valores necessários para cobrir os gastos com as provas de seleção. Para prejuízo financeiro dos candidatos, o montante excedente de dinheiro já rendeu ao Tesouro Nacional mais de R$ 75 milhões, apenas entre janeiro e maio deste ano.

Em 2009, aproximadamente 10 milhões de pessoas competiram por vagas na administração pública. Nem todo o dinheiro arrecadado com esse exército de candidatos chegou aos cofres públicos. Empresas contratadas para realizar os processos seletivos ficam com parcela dos recursos.

Mas, a depender do contrato firmado entre entidades estatais e prestadoras do serviço, parte das taxas de inscrição é encaminhada à instituição pública que promove o concurso. A Polícia Rodoviária Federal, por exemplo, admite ter usado verbas assim arrecadadas na manutenção de suas academias de formação profissional.

Os recursos excedentes comprovam que as taxas de inscrição são abusivas. Ainda que mecanismos de isenção possam ser aplicados em alguns casos, valores elevados representam um entrave à participação de muitos candidatos. Cria-se um mecanismo discriminatório inaceitável em um processo de seleção governamental.

Utilizar taxas de concursos para o financiamento de órgãos públicos também dificulta o controle sobre os recursos arrecadados e dá margem a desvios. Ao mesmo tempo em que se injeta, de forma ilegítima, mais dinheiro nas instituições, torna-se mais difícil impedir seu rápido desaparecimento pelos canais da corrupção.

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28/07/2010

LER SEM ENTENDER

A notícia de que 23,5% dos acompanhantes de pacientes do Hospital das Clínicas de São Paulo que declararam saber ler e escrever são incapazes de compreender instruções simples relativas ao uso de um medicamento preocupa, mas não chega a surpreender.

Foi justamente a constatação de que a alfabetização formal significa muito pouco para a vida prática que levou a Unesco a criar e depois reformular o conceito de analfabetismo funcional.

Desde 1978, o braço da ONU para a educação considera funcionalmente alfabetizado o indivíduo inserido de forma adequada em seu meio e que é capaz de desempenhar tarefas em que a leitura, a escrita e o cálculo são usados para o seu próprio desenvolvimento e o de sua comunidade.

No papel faz sentido, mas computar esse tipo de situação, especialmente em censos, não é trivial. A solução encontrada foi utilizar substitutos mais objetivos, como os anos de instrução formal. É uma aproximação grosseira, mas que tende a funcionar com grandes populações.

O IBGE, por exemplo, considera analfabetos funcionais os brasileiros maiores de 15 anos que tenham menos de quatro anos de estudo. Por esse critério, nosso índice chega a 21%.

O problema surge quando se utilizam esses números em comparações com outros países. Como a definição de alfabetismo funcional pressupõe a boa integração da pessoa a seu meio e esta varia de acordo com nacionalidade, classe social etc., não se estabeleceu nenhum critério uniforme. O Canadá, por exemplo, só considera funcionalmente alfabetizado quem tenha mais de nove anos de escolaridade.

Mais do que isso, as nações desenvolvidas já começam a substituir a noção de alfabetismo funcional pelo desempenho de amostras da população em provas que avaliam as habilidades em áreas específicas e comportam gradações. Nessas condições, 48% da população do Canadá estaria em nível de conhecimento abaixo do adequado. Essas considerações dão bem a medida do fosso que o Brasil ainda precisa transpor.

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26/07/2010

O PAÍS DAS MOTOS

"O office-boy virou motoboy; o transporte público se rendeu ao mototáxi; o jegue deu lugar à moto, e para escapar de engarrafamentos ou de ônibus caros, lentos e desconfortáveis, muito gente decidiu se tornar motociclista."

Os números levantados falam por si: 46% das cidades brasileiras têm mais motos do que carros. No início da década passada, em 2001, isso ocorria em 26% das cidades, contra 74% com predominância de automóveis.

É um fenômeno explosivo. Nos últimos cinco anos, mais do que dobrou a quantidade de motos. Havia 7,4 milhões delas em 2005; hoje, são 15,3 milhões - variação de 105%. No mesmo período, o número de carros, hoje cerca de 35,4 milhões, cresceu 40%.

O predomínio de motos está concentrado em cidades brasileiras de pequeno e médio porte. Mas já há duas capitais onde elas superam os automóveis: Rio Branco, no Acre, e Boa Vista, em Roraima. São cidades de ocupação mais recente - o que parece indicar uma tendência. Por exemplo, em Ji-Paraná, a segunda área urbana mais populosa de Rondônia, os ônibus municipais não chegam a 30, enquanto os mototáxis são cerca de 200.

Vista no conjunto, a expansão das motos indica que vai se consolidando no Brasil um modelo típico de países emergentes asiáticos, como o Vietnã ou a Índia.

A expansão, no caso brasileiro, deve-se em primeiro lugar ao preço mais acessível e às novas facilidades de financiamento. Estímulos como a redução de impostos e a legalização do mototáxi, aliados às carências do transporte público, empurram a população na direção dessa modalidade mais popular de locomoção individual.

Não é o caso de desconsiderar as vantagens oferecidas pelas motos, mas é preciso considerar também os aspectos negativos, como a poluição e a letalidade dos acidentes com esse tipo de veículo.

O número de motociclistas mortos saltou de 725 em 1996 para mais de 8.000 no ano passado. Isso significa que morreram, em média, 22 pessoas por dia em acidentes com motos em 2009. É uma estupidez alarmante.

Está certo o engenheiro e sociólogo Eduardo Vasconcellos quando diz que, diante de um fenômeno que não tem volta, é preciso "reprogramar o trânsito".

A própria legislação de trânsito precisa ser rediscutida. Em 1998, foi suprimido do Código de Trânsito Brasileiro o artigo que proibia a circulação de motos entre as faixas de veículos. Seria o caso de rever tal decisão, impondo aos motoqueiros algum tipo de restrição.

Nem seria preciso repetir que o investimento prioritário em transporte público é parte da solução do problema. Mas as autoridades e os responsáveis pelas políticas de trânsito precisam agir com energia e celeridade diante dessa nova realidade, para a qual o país ainda não está preparado.

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24/07/2010

EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA

Embora fosse desejável, um grau de escolaridade mais elevado do eleitor brasileiro não acarretaria necessariamente mais "qualidade" no voto - seja lá o que isso signifique. A ressalva se faz necessária no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral divulga estatísticas acerca do nível educacional do eleitorado. Diante dos dados, tradicionais questionamentos sobre a capacidade de escolha dos cidadãos reaparecem.

A cada 5 brasileiros aptos a votar, 1 é analfabeto ou nunca foi à escola, revela o TSE. Tal eleitor, na visão de alguns analistas, votaria de forma menos "consciente" e teria menor capacidade de discernir as diversas propostas políticas e ideológicas que se apresentam. Sua decisão seria mais suscetível a estímulos imediatos, como benesses ou troca de favores. Políticos populistas e sem escrúpulos tenderiam a se beneficiar da situação.

A "prova" do raciocínio estaria na falta de qualidade dos mandatários brasileiros. Mas o encadeamento de argumentos falha. Embora ainda baixa, a escolaridade dos eleitores tem crescido. A parcela dos que não frequentaram a escola era, segundo a estimativa do TSE, de 26,9%, em 2000, e é agora de 20,5% do eleitorado.

De acordo com o Datafolha, a participação no conjunto do eleitorado das pessoas que têm no máximo o ensino fundamental completo também cai -elas representavam 67% dos entrevistados em 1995, 59% em 2000 e são 48% do total agora.

Seria de esperar que a qualidade dos congressistas brasileiros fosse melhor hoje do que há dez anos, portanto -e ainda muito melhor do que há 15 anos. Mas será difícil encontrar pesquisador que demonstre tal evolução.

A qualidade do debate público, e portanto da política, melhorará, de alguma forma, com a elevação do nível educacional, mas é preciso evitar relações de causa e efeito simplistas, que mais se prestam a deslegitimar as escolhas e reforçar estereótipos equivocados.

Ainda segundo o TSE, o Nordeste é a região brasileira que, proporcionalmente, mais concentra eleitores analfabetos ou pessoas que nunca frequentaram a escola -são 35% do total, contra 12% no Sudeste. Haverá alguém capaz de afirmar que políticos pernambucanos ou cearenses são, de forma geral, piores do que seus colegas do Rio e de São Paulo?

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23/07/2010

PERFIL DO ELEITOR BRASILEIRO

De uma eleição para outra, ou seja, a cada dois anos, a população apta a votar no Brasil tem aumentado pouco além de 4%, em média - um índice significativamente superior ao do crescimento demográfico em igual período. Este ano, o eleitorado chegou a 135,9 milhões, acaba de informar a Justiça Eleitoral. Isso representa 2/3 da população total, estimada em 192,3 milhões de habitantes.

Trata-se de uma proporção expressiva. Pelo menos em matéria de acesso às urnas, a inclusão política dos brasileiros - a começar das brasileiras, que somam 52% do eleitorado - é uma realidade consolidada. Fica assim atendido, acima de qualquer dúvida, o primeiro requisito de legitimidade do sistema democrático: a ampla participação da sociedade na escolha dos governantes. É possível, mas de nenhuma forma certo, que a eventual adoção do voto facultativo reduza, ou faça flutuar, a proporção de cidadãos interessados em participar do processo.

Pesquisas indicam que a população se divide a respeito, mas seria precipitado concluir daí que a metade representada pelos defensores do voto espontâneo, que compartilham do princípio de que o voto é antes um direito do que um dever, daria necessariamente as costas às urnas, caso uma reforma política ponha fim ao regime de voto compulsório. À parte quaisquer outros fatores, a decisão tenderá a ser uma, quando da eleição do prefeito, e outra, para a escolha do presidente.

A dificuldade em generalizar fica evidente ao se tentar explicar por que, na única parcela da população que pode, ou não, se inscrever para votar - a dos jovens entre 16 e 17 anos -, diminuiu acentuadamente este ano o contingente do sim. Serão, em outubro, 2,39 milhões. No pleito presidencial anterior, eram 2,56 milhões. Mas foram 2,21 milhões em 2002. Ao longo desses 8 anos, o voluntariado eleitoral mais numeroso foi o de 3,65 milhões nas urnas municipais de 2004. No ciclo seguinte, daí a 4 anos, alistaram-se 2,92 milhões de jovens.

Não há, portanto, uma tendência sistemática de queda do voto facultativo. Se houvesse, poderia ser atribuído a um crescente desencanto com a política. Mas as variações são intrigantes. O recorde de 3,65 milhões, passados 2 anos da eleição de Lula, pode ter sido fruto do sentimento de que vale a pena votar para mudar. Já o recuo para 2,56 milhões em 2006 - por sinal o ano em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a incentivar na televisão o voto jovem - teria resultado da ducha fria que o mensalão fez cair sobre o entusiasmo cívico dos potenciais votantes de primeira viagem.

Em relação ao conjunto dos eleitores, duas séries de dados confirmam as expectativas. A primeira diz respeito à composição etária do eleitorado. A segunda é sobre o seu grau de instrução. Coerentemente com a tendência de envelhecimento da população brasileira (com a diminuição das taxas de fecundidade e o aumento da expectativa de vida), o eleitor de 2010 só perde para o de 2006 em números absolutos nos grupos de 18 a 20 anos e de 21 a 24 anos. Somados, eram aproximadamente 23,2 milhões; hoje são 22,3 milhões.

Já em todas as outras faixas (de 25 a 34 anos, 35 a 44, 45 a 59, 60 a 69, 70 a 79 e mais de 79 anos) a população votante cresceu. No cômputo geral, corresponde atualmente a 111 milhões de pessoas, ante 100 milhões na eleição presidencial passada. A segunda série de dados reafirma o que se sabe sobre o deplorável estado da educação no País. Mais da metade do eleitorado (54%) nem sequer chegou a terminar o primeiro grau - na melhor das hipóteses. São mais de 72 milhões de eleitores dos quais se pode presumir que tenham ínfima ou nenhuma capacidade de formar juízo sobre as grandes questões nacionais que estão em jogo numa sucessão presidencial.

Não é por outra razão que as campanhas se limitam a tangenciá-las. Predomina o repertório de promessas em torno das necessidades elementares da população. No conteúdo e na linguagem, a pauta da disputa se orienta pelo mínimo denominador comum, reduzida à alternativa manter ou mudar. Com a agravante de que a popularidade arrasadora do presidente Lula obriga o candidato da oposição a se equilibrar sobre um fio de arame entre uma coisa e outra.

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20/07/2010

ENEM

Devem ser analisados com cautela os rankings de desempenho das escolas no Exame Nacional do Ensino Médio do ano passado, que acabam de ser divulgados.

Como a prova - usada por parcela das universidades e faculdades públicas para selecionar alunos - não é obrigatória, a maior ou menor adesão de estudantes ao processo seletivo tende a influenciar o resultado dos colégios.

Um alto índice de abstenção, por exemplo, pode contribuir para que apenas uma "elite" de alunos de determinada escola seja responsável pelo retrato de seu desempenho educacional.

Se problemas intrínsecos de comparação não bastassem, o exame de 2009 foi atípico. O último Enem teve a maior abstenção da história - quase 40% dos inscritos. O vazamento das questões forçou o adiamento do teste. Universidades importantes desistiram de aproveitá-lo em seus processos seletivos - e muitos estudantes se desmotivaram.

Com tantos fatores a embaralhar a desempenho individual das escolas, tornam-se ainda mais significativas às constâncias encontradas no Enem nos últimos anos.

São públicas, em maioria esmagadora, as piores escolas no exame. E ainda que variem bastante os nomes dos centros de excelência no topo do ranking a cada ano, eles são, em regra, particulares.

As exceções são as escolas públicas que conseguem selecionar seus alunos, por meio de testes. Esses centros de excelência podem se dar ao luxo de escolher os melhores estudantes, o que cria um ciclo virtuoso para a qualidade de seu ensino. Da mesma forma se constata um ciclo de mazelas nas escolas estaduais e municipais das regiões mais pobres.

A difícil tarefa de gestores públicos, diretores e professores é fazer com que seus alunos consigam superar condicionamentos externos aos muros da escola. Exames como o Enem têm permitido identificar métodos que contribuem para isso, ao elevar o aproveitamento dos estudantes.

Resta levar esse conhecimento aos professores e diretores de cada escola pública. E incentivá-los -financeiramente, inclusive- a perseguir o objetivo de melhorar o desempenho de seus alunos.

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19/07/2010

ABQM

O maior evento do Quarto de Milha passou por Avaré nesta semana, e acabou deixando um rastro de reclamações e elogios.

A reclamação maior foi referente à Pista Coberta, a qual deveria segundo acertadas as partes, ter sido coberta desde o ano passado. Os quartistas saíram reclamando da chuva e alegaram que, se houvesse a pista coberta o evento não seria cancelado.

Por outro lado, uma parte dos integrantes da ABQM alega que Avaré, mesmo com a contrapartida em falta é o melhor espaço do estado para se realizar o evento.

Segundo o editorial In Off do jornal A Comarca, o torneio deverá ter continuidade em outras cidades.

Se isso ocorrer, perde Avaré, e consequentemente todo o comércio que foi movimentado com a presença de mais de 5 mil pessoas no Recinto.

As várias críticas deixam uma dúvida: os representantes da ABQM continuarão a manter o evento em Avaré? Caso a cidade perca o evento, o prefeito deve colocar as ‘barbas de molho’, pois quem tanto prima pelo desenvolvimento e pelo turismo não pode se dar ao prazer de perder um evento do porte da ABQM.

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15/07/2010

ECA - 20 ANOS

Em seus 20 anos de existência, completados ontem, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) contribuiu para importantes avanços sociais do país.

Ao reunir com clareza o conjunto de direitos dos jovens, o código forneceu instrumentos ao Ministério Público e à Justiça para tornar mais eficiente o combate ao trabalho infantil e garantir oferta de vagas em escolas públicas. Entre outros aspectos relevantes, o ECA também se mostrou útil para formar consensos e nortear políticas governamentais.

O estatuto ainda não foi integralmente implementado e tem encontrado entraves à aplicação de seus princípios em algumas áreas, sobretudo no tratamento dos adolescentes infratores.

Em que pese à impressão de que a legislação é leniente nesses casos e dificulta à aplicação de punições, uma pesquisa da Universidade Federal da Bahia em diversos Tribunais de Justiça no país concluiu que o tratamento dispensado ao adolescente infrator é mais severo do que aquele aplicado aos criminosos adultos.

Juízes se inclinaram pela pena mais pesada, de internação, em 86% dos casos analisados. Também são constatadas falhas na garantia dos direitos dos jovens nos processos, como audiências apressadas e sem testemunhas de defesa - ou insuficiência de provas para a condenação.
Cogitam-se mudanças no texto com o intuito de melhor detalhar as responsabilidades do poder público na execução das medidas socioeducativas.

Nenhuma alteração, contudo, será suficiente se não forem criadas condições para aplicar as sanções alternativas, como a liberdade assistida, com acompanhamento de especialistas.

São raros os municípios que contam com equipes preparadas e ‘meios’ para programar esses procedimentos. Essa deveria ser uma das prioridades do Estado ao lidar com crianças e adolescentes. Se juízes parecem atuar com excessivo rigor, inclinando-se pela internação, o fazem para responder a pressões da sociedade, que se sente vítima da insegurança, e por falta de condições para aplicar medidas mais adequadas.

Publicado originalmente no jornal A Folha de São Paulo.

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13/07/2010

DESINDUSTRIALIZAÇÃO

O aumento do ritmo de expansão do PIB brasileiro desde 2007 não pode obscurecer análises mais cuidadosas sobre fragilidades e riscos presentes na economia. Um aspecto importante é a provável perda de terreno por parte da indústria, fenômeno que parece estar em curso, apesar de encoberto pela força da demanda interna, que estimula o crescimento.

Algumas evidências são preocupantes: menor participação no PIB, baixa inovação tecnológica, mau desempenho nas exportações (muito aquém da média internacional, particularmente após a crise) e perda de mercado interno para produtos importados em áreas importantes, como as de bens intermediários e máquinas.

O déficit comercial em segmentos industriais de média e alta tecnologia (química, bens de capital e eletroeletrônica) atingiu cerca de US$ 44 bilhões em 2009, número que deve superar US$ 50 bilhões neste ano. Mesmo em bens intermediários, setor no qual o Brasil há muito é competitivo, a penetração das importações tem aumentado com rapidez.

Há nesse fenômeno aspectos positivos que devem ser reforçados, tais como controle da inflação e incremento da concorrência e da produtividade. Mas é preciso considerar que a indústria brasileira não compete em condições isonômicas, premida pela alta carga tributária e outras mazelas. E não se pode perder de vista que a internacionalização das cadeias de produção é um processo lento; uma vez estabelecido não pode ser revertido facilmente.

Muitos argumentam que a preocupação com a indústria é equivocada e que o Brasil poderia construir um modelo econômico baseado em agroindústria de ponta e serviços com alto valor agregado. Ocorre que esta é uma estratégia um tanto arriscada no estágio atual de desenvolvimento do país. A história não traz muitos exemplos de economias que convergiram para esse modelo de especialização -especialmente na área de serviços- quando tinham renda per capita baixa ou média (por exemplo, em torno de US$ 10 mil por ano, como é o caso brasileiro).

Para tanto, seria necessário contar com mão de obra altamente produtiva, o que ainda é um problema no Brasil.

Ganhos de produtividade também são mais difíceis no setor de serviços em comparação com o que pode ocorrer na indústria, como é evidente até em alguns países desenvolvidos, como a Alemanha e o Japão.
A não ser que se instale uma verdadeira revolução educacional, é provável que um modelo baseado em consumo, especialização em serviços, câmbio valorizado e déficit crônicos em conta corrente mostre-se insustentável no médio prazo. Em outras ocasiões, o Brasil já se viu atropelado pela realidade ao hesitar em tomar as medidas necessárias.

Embora os riscos não sejam imediatos, é preciso combater a resignação que cada vez mais parece se instalar no país a respeito da perda de peso da indústria.

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12/07/2010

O POVÃO CONTINUA SENDO LUDIBRIADO

Câmara de deputados, Senadores, políticos de toda a extirpe que se corrompem e lesam o patrimônio público. Isso parece não ser mais novidade. O brasileiro perdeu a noção do que é se indignar.

Desta vez, não são os políticos, mas uma empresa médica em Avaré que está ludibriando a população e ‘tungando’ o dinheiro público.

No último sábado, conforme matéria veiculada na Edição de hoje, 12, o vereador Roberto Araujo e a própria Secretária de Saúde foram surpreendidos ao constatarem a ineficácia do atendimento e o despautério que a empresa tem feito no PS.

A empresa que recebe para colocar à disposição da população avareense e da região, o valor de 5 médicos está levando vantagem ilícita, por estar colocando apenas 2 médicos, ao invés dos 5 firmado em contrato.

Resultado – a população não é descentemente atendida; a prefeitura paga a empresa uma fortuna, e a empresa sai lucrando com a desgraça do povo - no final quem paga tudo é povo, e sem contrapartida e mal atendido.

Mercenários? Claro que não! Afinal fizeram um juramento!

“Hipócritas tu, hipócritas nós também”!

Uma vergonha!

a

10/07/2010

IMPOSTOS

O brasileiro a cada dia parece ser um dos povos mais bem pagos do mundo.

Pesquisas compravam que, os impostos que pagos pelo brasileiro supera o que é cobrado em países de 1º mundo. Para se ter uma ideia, os impostos da rede de celulares é a mais altas do mundo, seja no pré ou pós pago. Do montante que paga em suas contas de celular, o brasileiro paga 40% somente em impostos.

No Brasil a conta de celular é de 42 dólares, contra 19 dólares na argentina, 6 no Paraguai e 12 dólares na Europa, ou seja, mais da metade de tudo é imposto.

Não fosse só isso, o brasileiro paga impostos em remédios, os quais chegam a quase 40% do preço, e o nosso aplaudido governo tributa pesadamente, além de telefone, energia, e saneamento básico o remédio de cada dia, seja do jovem ou do idoso.

A lista de tributação de impostos é longa, mas a cabeça do eleitor é curta e alienada. Assim, provavelmente continuará pagando a cada dia, mês e ano seus 3 meses de salário aos seus governantes.

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08/07/2010

SORRIA – VOCÊ FOI TUNGADO

As considerações e conclusões do TCE sobre as contas do 1º prefeito cassado da história de Avaré por corrupção é nostálgica.

O avareense foi tungado enquanto dormia e enquanto as verbas eram desviadas e, simplesmente, sumiam.

Sumiam de onde?

Do bolso do contribuinte. Do bolso dos ‘palhaços’ que pagam os impostos mais altos do planeta para sustentar uma corja de safados e picaretas que imbuídos em se enriquecer a custa do dinheiro público, saquearam os cofres de Avaré.

Sumiram com o dinheiro da Festa Country, sumiram com o dinheiro arrecado das multas, desviaram verbas do FUNDEB, dentre outras centenas de coisas que o TCE não deve ter conseguido apurar.

Isso sem dizer dos direcionamentos de licitações, onde a prática foi apontada pelo TCE como amadorismo.

Amadorismo? Até o TCE se equivoca. Amadorismo? Desde quando um amador consegue fazer as falcatruas que Joselyr e sua corja fizeram?

Amadorismo em se deixarem ser pegos pelo TCE, sim, há de se concordar, mas extremamente profissionais em roubar o dinheiro que é do povo.

Chega de ladrões na política. O Brasil precisa urgente de gente descente.

Enfim. Agora eleitor do ex-prefeito cassado: Sorria, afinal, você foi tungado.

a

07/07/2010

A JUSTIÇA É CEGA, MAS, NÃO É BURRA

As condenações no TCE do ex-prefeito de Avaré, Joselyr Silvestre não param de acontecer. Dia após dia, o egrégio Tribunal rejeita as contas do 1º prefeito cassado por corrupção de Avaré.

Nesta semana, o TCE mostrou mais 19 falcatruas cometidas pelo ex-prefeito e posteriormente pela sua sucessora.

Dinheiro de festa que sumiu. Contas do FUNDEB que não batem; multas de trânsito totalmente sem repasse, sem saber onde foram ou onde está o dinheiro arrecadado com as multas.

Tudo isso e mais um pouco que, ‘pé ante pé’ vão enterrando politicamente um dos prefeitos mais condenados da região.

Mas o que espanta mesmo é que, depois de tudo o que se mostrou do ex-prefeito, e que se continua mostrando, é que o povo reelegeu um politico nefasto e nocivo aos cofres públicos.

Depois de tantas barbáries, cabe apenas chegar a uma resolução. A grande parcela da população, a mais carente ainda do povo, não lê jornal e troca seu voto ou vota alienadamente. Somente isso pode explicar a votação que Joselyr teve na última eleição.

De resto a justiça irá se incumbir e os ex-prefeitos, Joselyr e Lilian deverão ser alvo de uma ação civil de improbidade administrativa.

Enfim, a Justiça é cega, mas, não é burra!

a

06/07/2010

RETRATO DA EDUCAÇÃO

Está longe de ser satisfatório o retrato apresentado pelo principal indicador da qualidade do ensino público e privado no país, o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Os números recém-divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), referentes a 2009, demonstram que os alunos brasileiros ainda não conseguem atingir níveis de competência desejáveis.

Em uma escala de 0 a 10, menos de 6% das escolas públicas do ensino fundamental tiveram nota superior a 6, patamar que corresponde ao desempenho de estudantes de países desenvolvidos -e tomado como meta a ser atingida pelo Brasil até 2022, ano do bicentenário da Independência.

Na primeira etapa do ensino fundamental (do primeiro ao quinto ano), o resultado médio das escolas brasileiras é de 4,6. O índice leva em conta provas de matemática e português, além da taxa de aprovação de alunos.
Os estudantes mais velhos têm desempenho pior. A nota dos anos finais do ciclo fundamental é 4,0; no ensino médio, 3,6.

A disparidade entre escolas públicas e privadas também se reflete nos números do MEC.

Nos anos iniciais do ensino fundamental, filhos de pais que pagam pela educação alcançam nota 6,4 no Ideb. Entre as escolas públicas, o resultado médio é de 4,4.

A diferença não se deve apenas às discrepâncias de qualidade no ensino das redes pública e particular. A situação socioeconômica das famílias dos alunos é decisiva para o aprendizado. Crianças cujos pais atingiram nível educacional mais alto tendem a se sair melhor na sala de aula.

Quando se comparam colégios de todo o país, os melhores resultados dentro da rede pública aparecem em municípios do interior de Minas Gerais e de São Paulo, muitos deles em regiões com índices de desenvolvimento bem acima da média nacional.

Mas nem por isso os números do Ideb devem alimentar discursos fatalistas. Ao contrário. Ainda que a um ritmo menor do que o desejável, o desempenho dos estudantes brasileiros tem melhorado, de forma contínua, em todos os níveis. Entre 2005 e 2009, houve um aumento de 0,8 ponto na nota média dos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental. No mesmo período, a melhora foi menor no ensino médio -0,2 ponto.

Também há exceções e exemplos de sucesso em regiões desfavorecidas: a melhor colocada entre as escolas públicas da primeira etapa do ensino fundamental em São Paulo se encontra na periferia da cidade.

O grande mérito do Ideb é radiografar a educação brasileira. Seus resultados podem ser usados para identificar métodos que tenham contribuído para a elevação do aproveitamento dos estudantes.
Adoção de apostilas, apelo à maior participação dos pais, valorização e treinamento dos professores parecem ser decisivos. Cumpre estudar os modelos de sucesso e disseminá-los pelo país.

Longe das generalidades do passado, hoje é possível identificar os instrumentos que podem melhorar o ensino no Brasil.

Editorial publicado originalmente pelo jornal Folha de São Paulo.
a

05/07/2010

A MERENDA E SUAS ‘FRAUDES’

O MP está deflagrando, aos poucos, as quadrilhas que superfaturavam a terceirização das merendas escolares em diversas cidades.

Conforme matéria veiculada na edição de hoje, 05, algumas empresas são alvo de investigação, inclusive uma que prestou serviços em Avaré, sendo contratada pelo ex-prefeito cassado Joselyr Silvestre.

Na época, a imprensa avareense já alertava para o alto preço custeado pela prefeitura na merenda avareense.

O MP pretende levantar e conseguir as provas necessárias para indiciar os autores passivos e ativos das maracutais lesivas aos cofres públicos.

Quando assumiu, Barchetti diminuiu em mais de 100 mil reais o custo da merenda escolar.

Alguma coisa cheira mal nesta história toda, e Avaré pode estar incluída no ‘rol’ das merendas superfaturadas.

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03/07/2010

O BRASIL SAIU DA COPA, E AGORA?

O Brasil saiu da Copa do Mundo, ou melhor, perdeu para a Holanda deixando milhares de torcedores frustrados, como mostra a grande mídia.

Alegria de brasileiro é assim mesmo – dura pouco ou passa rápido.

Com o futebol não foi diferente, quem dirá então na política, essa esfera que o brasileiro pouco domina.

Mas a seleção não foi só um fiasco e decepção, mas serviu de lição àqueles que querem vencer. Não basta apenas dizer que é bom; têm que mostrar e provar.

O brasileiro é uma mistura de candomblé com umbanda. Acredita em tudo e todos. Dunga já era pintado como o novo Parreira, e não desmentiu, também perdeu nas 4ª de final.

Agora com a seleção fora da Copa, quem sabe o brasileiro acorde e olhe do lado para enxergar que, este ano ele vai eleger um presidente, senadores, deputados, os quais irão sugar os impostos que o torcedor tanto paga, e pior, do jeito que caminham as coisas, os ‘Ficha Sujas’ poderão ser candidatos, e quem sabe serem eleitos e reeleitos.

Cabe ao povo julgar quem deve lhe governar, mas ultimamente o povo tem sido a grande decepção política, pois escolhe mal e é comprado por qualquer ‘favorzinho’.

Enquanto o povo dorme em berço esplêndido, os políticos festejam esplendidamente a incultura brasiliana.

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02/07/2010

BARCHETTI PRECISA SE DECIDIR

O prefeito municipal precisa se decidir. Barchetti parece estar perdido em brumas utópicas.

Viaja demais e tenta compensar sua ausência dizendo que está sempre atrás de emendas para a cidade, o que não é uma realidade.

Barchetti tem estado atrás de Alckmin por todo lado. Tem representado José Serra em diversos locais do País, e está deixando a prefeitura nas mãos de algumas pessoas, que acabam vez ou outra, ‘tocando’ fogo na prefeitura.

Seus ‘bombeiro’ já estão cansados de apagar incêndios internos dentro do governo, enquanto o prefeito fica mais fora do que na sua própria cidade.

Barchetti, caso continue com suas missões políticas afora não demorará muito para ultrapassar o número de viagens do Papa João Paulo 2º, o qual segundo a história foi o Papa que mais viajou pelo mundo.

O prefeito precisa se decidir se quer ser prefeito e administrador, ou apenas prefeito no papel, relegando decisões a seus asseclas, os quais muitos deles até com passagens pela polícia e prisões estão dando uma mãozinha a lobistas de plantão.

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29/06/2010

O BRASILEIRO DEVE ESTAR GANHANDO MUITO BEM

A impressão que se tem, quando algumas matérias são divulgadas- como, por exemplo, a do presidente Lula- o qual recebe mais de 4 mil reais dos cofres públicos por ter sido ‘preso’ na ditadura é a de que, os brasileiros devem estar ganhando voluptuosamente muito bem.

Devem ter salários dignos. Saúde com qualidade. Educação gratuita e de qualidade, enfim, pagam altos impostos para alguns picaretas receberem pensões alienígenas e não tem sequer o bom senso de se indignar com tais fatos.

Lula recebe de você, leitor (a), ou brasileiro anta, mais do que a maioria dos brasileiros ganha por mês, e com uma diferença, sem ter que trabalha pra isso.

Com certeza, alguns dirão. Isso não é problema meu, o dinheiro é do Estado. Sim, é do Estado, mas lembre-se quando for encher seu tanque de combustível ou comprar alimentos. Veja o quanto de impostos você paga para sustentar alguns picaretas, e coloque uma “coisa” na cabeça. O dinheiro não é do Estado, é seu, sua mula.

a

28/06/2010

FICHA LIMPA

O projeto Ficha Limpa já é realidade.

Tanto é que, nesta semana um pseudopolítico entrou com uma ação no STF pedindo a liberação de sua candidatura para deputado. Os ministros do STF analisaram e viram que a questão ali era política e encaminharam ao TSE. O final, é claro, parece que o Projeto que tira safados da cena política vai mesmo dar certo.

O caso de Avaré parece já ter alguns nomes que não concorrerão nas eleições municipais.

Um caso nítido e de amplo conhecimento da população é o caso do ex-prefeito Joselyr Silvestre, o qual já possui condenação com trânsito julgado por improbidade administrativa. Bonito nome para uma horrenda condenação.

Avaré, com isto poderá ter nas próximas eleições, pelo menos nomes de pessoas que não estejam envolvidas com peculiaridades que manchem sua honra e sua vida pública.

Com o ‘Ficha Limpa’ ganharam todos e perderam os corruptores do dinheiro público.

a

25/06/2010

AD SURDAS AURES CANERE

Neste Editorial não caberá fazer uma profunda análise do atual governo municipal, pois para tal, uma folha e várias dissertações seriam poucas.

O que se deve chamar a atenção, e fazer ouvir – pelo menos o prefeito – é de que uma laranja ruim contamina a demais, caso permaneçam por muito tempo justaposto.

Assim como - CANTAR PARA OUVIDOS SURDOS - como o diz o ditado em latim não adiantará em nada, se o prefeito não estiver pronto a ouvir quem realmente é preocupado com o governo, e está de seu lado.

Barchetti vem sendo avisado por pessoas sérias que estão ao seu lado, para que pare - de uma vez por todas- com o ‘companheirismo’ que está manchando seu governo.

Não existem companheiros, onde uma parcela pensa apenas em suas próprias sinecuras. Mas o prefeito continua não acreditando.

O ‘presente de grego’ que estaria pronto, só não foi colocado dentro do Paço, porque pessoas interessadas no bem comum e na cidade impediram o fato.

Assim, cabe ao prefeito ouvir, e não se fazer de surdo quando as cordas e os sinos dobram, avisando-o de que, o perigo mora ‘ao lado’.

a

23/06/2010

POR UM GOVERNO FORTE

Quando um governo é forte, quem ganha com isso é a própria cidade e a população que nela vive. Avaré não é diferente disso.

Só que, ao contrário, Rogélio Barchetti continua a teimando em manter assessores fracos ao seu lado.

Não cabe fazer mais concessão de nomes e juízos. Aos olhos de quem acompanha a política avareense, os nomes estão a ‘olho nu’. Só não vê e não crê o próprio prefeito.

Para que a superação da desordem seja realizada, é necessário um governo forte, não autoritário ou oligarca como era de seu sucessor, que em comparação era pior e mais nocivo, principalmente aos cofres públicos.

Barchetti tem que se redimir do ‘bom’ companheiro e aparar certas arestas de seus assessores e alguns secretários.

A matéria principal de hoje (24) ilustra bem a situação vivida dentro da administração tucano/parlamentar atual.

Se continuar do modo que está, o caldo vai engrossar, e Barchetti não poderá mais ir aos cofres estaduais ou federais pedir verbas, pois seus iconoclastas não trilham o mesmo caminho que ele almeja.

O final será chorar no ‘pau da bandeira’. Isso se ela ainda estiver lá.

a

22/06/2010

PELO AMOR OU PELA DOR

Existe a famosa frase que o ser humano só aprende algo de duas maneiras: pelo amor ou pela dor.

Pelo jeito, o atual prefeito só irá aprender pela dor.

Barchetti corre atrás de verbas, e aposta em transformar a cidade com melhorias e obras, mas só isso não basta.

Seu Secretário de Obras é pífio e não consegue gerir a pasta, mas o prefeito merece a maior das críticas, pois é ele quem mantém seus secretários, bons ou ruins.

Assim, a culpa maior das obras de Avaré - com verbas liberadas – e que anda a passos de tartaruga é do próprio prefeito.

Barchetti já desperta duas suspeitas, ou gosta de ser criticado, ou deve algum favor político ao seu Secretário de Obras, ao continuar teimando em mantê-lo onde não consegue tomar conta.

Daulus já deixou o time. Não foi aquilo que prometeu. Falta agora Barchetti criar coragem e tomar pé da situação, caso contrário começará obras neste ano e terminará noutra gestão, seja, dele ou de seu sucessor.

a

19/06/2010

COPA-ELEIÇÕES E TUDO MAIS

Neste ano de eleições, primeiramente, claro vem a Copa do Mundo, não poderia de deixar de ser assim, afinal a sociedade está acostumada a isso.

Em outros países não é diferente, mas o Brasil é um caso à parte.

Os brasileiros não votam porque gostam de votar, mas porque são obrigados; entretanto assistem e brigam por futebol porque gostam do futebol.

Melhor seria assim, se o brasileiro, este nativo tão arraigado ao futebol lutasse por seus direitos, trabalhasse com afinco para cumprir seus deveres e cobrasse mais destes deputados, na grande maioria, bandidos de gravata, e, pelo menos, não os elegesse em troca de um ‘vale combustível’.

Por fim, este Editorial faz a menção ao Vídeo da Edição de anteontem (17), onde quem assistiu pode ver quem são nossos representantes de verdade, e quem não assistiu, não perca tempo, é a mostra pura de que o brasileiro elege seus iguais. Ou não?

a

17/06/2010

BARCHETTI, AGRESSÃO E FOFOCAS

Dá ares de que o prefeito de Avaré não aprende, e parece que gosta de disque-disque e fofocas dentro de seu governo.

Nesta semana, segundo consta a matéria de 17, do Jornal A Bigorna, uma suposta ‘fofoca’ teria sido o rompante para uma agressão de um prestador de serviços contra um secretário de Barchetti, e pior, tudo saindo de dentro do próprio Paço Municipal.

Barchetti tem agora duas medidas. Valoriza seu secretário e demite ou transfere a assessora fofoqueira, ou continuará como está desde seu começo.

Nas mãos de 6 dúzia de picaretas, que vira e mexem acabam deixando seu governo sempre com fatos ridículos.

E ridículo ainda é uma palavra fraca em termos do que pode ser classificado tal ato.

a

15/06/2010

SECRETARIADO É ENGRENAGEM

O atual prefeito mudou Daullus, mas pelo que parece não mudará mais que isso.

Por isso, estará perdendo a chance de ‘engraxar’ as engrenagens de seu governo, ou seja, Secretariado é como uma engrenagem de um motor, assim, em perfeita analogia, é a engrenagem de um governo.

Se uma peça – um secretário está emperrado – a parte do governo também é afetada.

Sociologicamente isto se chama ‘o corpo num todo’, quando uma parte não vai bem, as demais são afetadas. O teórico disso se chama Talcot Parsons, que estudou a sociedade em partes que unidas geram o todo, ou seja, o corpo social.

Assim Barchetti tem secretários ruins, e desalinhados. Não são todos, não. Podem ser 1,2 ou 3, não importa, ou pode ser apenas 1, mas este ‘apenas’ 1 já gera desalinho dentro de um governo. O que vem ocorrendo em seu governo. Contra fatos não há argumentos.

É nítido que Barchetti tem esses ‘alguns’ de duas formas: ou ele gosta de ser espinafrado quando um secretário faz uma bobagem, ou está fazendo favores políticos, os quais estão lhe perturbando a cabeça, e tomando seu tempo.

Outros prefeitos já foram vítimas de secretários ineptos e ruins, e pagaram caro por isso. Portanto, Barchetti não é o único, mas deveria por a mão na consciência e pensar no seu futuro político, e, principalmente na cidade, a qual sofre solidariamente com as incapacidades de alguns secretários.

a

14/06/2010

ENGODO QUE EXPLODE HOJE

O engodo que Joselyr passou na população, e que a Câmara coniventemente aceitou, sem pestanejar, diga-se a base de Joselyr, explode agora, quando nossa cidade de Botucatu dá mostras da estarem quilômetros à frente na questão política, na qual a primeira e principal prioridade é o bem estar da população.

Em Botucatu mais de 14 milhões já foram investidos, e em Avaré, o ex-prefeito recebeu ‘limpinho’ 5 milhões asfaltou alguns bairros, que depois foram complementos por Lílian Silvestre, completou suas promessas de campanha de asfaltar os bairros periféricos.

Não deu para asfaltar o bairro Paraíso, mas isso não é o caso.

Avaré ganha de presente mais um engodo, mais uma notícia de que, bem ou mal a cidade que poderia ter recebido mais e ter melhores serviços foi enganada pelo governo anterior.

Do outro lado, o engodo do governo Barchetti chama-se Aparecido Gato Fernandes, que continua colocando em xeque o próprio prefeito, o qual se disse enganado pela SP-Vias. Não importa, Gato continua dando trabalho, e Barchetti se persistir a ‘passar a mão’ na cabeça de seu pupilo poderá sofrer consequências que acabarão tornando-o improbo para as próximas eleições.

Falta a Barchetti o tino de administrador, não a astúcia do político, que lhe sobram. Se continuar no caminho torto de alguns secretários acabará caindo no próximo penhasco. 
 

a

12/06/2010

BARCHETTI E SEUS ‘COMPANHEIROS METRALHAS’

Falando em sentido figurado – metaforicamente- e chamando alguns assessores de Barchetti de ‘metralhas’, não queremos aqui explanar que são bandidos, mas sim funcionários sem comprometimento com o governo a quem pertencem.

Aos poucos Barchetti vai vendo isto. São quase dois anos, e muitas pauladas devido à  ‘metralhadas’ de alguns assessores.

Este Editorial, o qual não defende o governo, vem há tempos batendo na mesma tecla: Barchetti, seus assessores e alguns secretários são tão ruins que devem ter feito escola para serem ruins ao extremo que chegam.

Colocam o prefeito em quedas de braço, em picuinhas que um prefeito bem assessorado poderia dormir tranquilo, ao passo que Barchetti deve ter pesadelos todas às noites.

Mas as culpas não são dos assessores. A culpa é do próprio prefeito, o qual negligentemente os mantem ao seu lado.

De dia com inimigos e a noite com pesadelos horríveis. Realmente deve ser um pesadelo, que nem Fred Krueger gostaria de passar.

Ao prefeito resta ‘acordar’  há tempo, pois o buraco esta próximo, a cada dia, a cada metralhada que seus “irmãos metralha” lhe empurram.

a

08/06/2010

ENTRE ERROS E ACERTOS

A Câmara de ontem foi palco de uma discussão que poderia ter sido poupada, caso alguns vereadores tivessem lido o PL, antes de votar.

Mas isso não aconteceu, e a doação de um terreno a empresa Osastur aconteceu.

Enquanto o advogado Leroy defende a legalidade da doação (leia amanhã a matéria), outros juristas afirmam que tal declaração não é legal.

Afora tais discussões e, com certeza a revogação virá transformada em concessão de área pública, a Câmara e seus vereadores se desgastaram à toa, sem necessidade.

Primeiro porque, uma empresa do tamanho e potencia da Osastur não precisa de dinheiro ou terreno público para se manter, e, segundo, se o serviço está dando prejuízos, o que é muito difícil, que pare o serviço e abra espaço para outra empresa.

É o velho ditado, o cão late, mas não larga o osso.

Entre erros e acertos, todos erraram, e o povo ficou ali, assistindo uma discussão desnecessária, e vendo uma parte de seu patrimônio sendo doado a uma empresa de grande porte.

Já o pobre, sem casa, se quiser que pague aluguel.

É a lei do quem pode mais, pode mesmo e ‘convence’ – não sabemos de que forma - até àqueles que deveriam zelar pelo patrimônio público.

a

07/06/10

AS CAMPANHAS PARA PRESIDENTE E SUAS SUJEIRAS

Não adianta. O Brasil vai continuar refém de políticos nefastos e interessados no autobenefício e no beneficio de seus apaniguados.

Segundo fontes politicas, existem já movimentos dentro dos partidos para arrecadar dinheiro – ilegalmente – para o financiamento dos presidenciáveis.

Se paga um asfaltamento ali, e doa-se uma porcentagem pelo bem do candidato.

São os bastidores da nojenta política, que a cada dia empobrece nosso país. Quem diz isso, não é um ‘Zé Ninguém’, mas um alto empresário que deixou 8 milhões a um determinado candidato, dos 88 milhões que tinha para receber, fora os intermediários.

Leitores, enquanto você paga seus impostos, e tem que trabalhar como um condenado para comer e beberem - eles ‘os políticos’ – estão se lixando pra você, sabe por quê?

Pobre não dá dinheiro pra campanha eleitoral.

O famoso ditado, de que o pobre é bom mais têm muito é verdadeiro, e o pobre só vale algo na hora de votar.

Depois... Você que se lasque!

a

05/06/10

ENQUETE DE BARCHETTI

O prefeito municipal não gostou de não estar muito bem na enquete realizada pelo Jornal A Bigorna, e acabou criticando-a na rádio Interativa ao dizer que uma enquete não mostra a realidade e não tem parâmetros sólidos para uma apuração.

Bem, o prefeito tem razão em dizer que não existem parâmetros sólidos em uma enquete. E errou ao dizer que somente uma pesquisa pode qualificar as opiniões.

Errou novamente, pois fosse assim, e uma pesquisa apontasse com exatidão uma eleição ou o contentamento de um ou outro governo, deveríamos todos ficar sentados em casa assistindo novelas, e quando alguém bater em nossa porta e perguntar em quem vamos votar, declaramos o voto e não precisaríamos ir às urnas no dia estipulado.

E, no entanto, pesquisas também não mostram a real realidade, se fosse assim, WB jamais teria ganhado de Joselyr, onde as pesquisas, ditas equânimes apontavam Joselyr disparado à frente.

É assim mesmo prefeito, como o senhor mesmo diz, devemos ouvir mais, ler mais e aceitar mais, para errar menos, principalmente quando se tem um nível de secretariado como disse o escritor José Carlos Santos Peres do Jornal A Voz do Vale há tempos – “um secretariado pífio”. 

a

02/10/2010

SAÚDE EM PERIGO – POPULAÇÃO EM PERIGO  E UM PREFEITO AUSENTE

O caso de anteontem, onde um avareense morreu, por o especialista estar fora da cidade denota um alerta grave.

Avaré é refém de um único especialista em neurocirurgia.

Segundo o vereador Vicente Schiavão, nenhum médico da área quer vir trabalhar em Avaré por falta de estrutura.

O prefeito não diz nada. A secretária dá desculpa que explicam, mas não justificam.

Agora: Ponham-se no lugar da família. O que você diria?

Ah, o médico estava em viagem oficial.

Viagem Oficial o ‘escambau’.

A vida de uma pessoa, seja rica ou pobre, é muito mais importante do que qualquer viagem.

O governo Barchetti começa a naufragar no quesito saúde, obras e trânsito. Se continuar assim, virará um WB piorado.

Sem assessores à altura, e muito gogó, papo furado e benefícios aos amigos do REI, assim como fez seu antecessor, o prefeito com tais atos caminha para seu único mandato, e pior se continuar assim, não se reelege nem enterrando sapo com a boca costurada.

a

28/05/2010

PCC E A OMISSÃO DO ESTADO

O PCC continua. Não parou, somente a mídia, ou a grande mídia foi quem parou de veicular matérias com o nome da facção criminosa.

Não por acaso, Avaré é vítima constante desta facção, pois tem quase todo mês uma tentativa de arremesso de celulares para dentro do presídio.

Em geral, as pessoas presas são as conhecidas ‘mulas’ do crime. Cumprem àquilo que lhes mandam fazer; se não fizerem, segundo o código de ética criminoso, eles morrem.

Nesta semana, mais uma tentativa foi frustrada pela polícia. Dois foram presos ao tentarem arremessar aparelhos celulares na P-1 de Avaré.

Ambos eram de outras cidades, e foram enviados para o ‘serviço’.

Assim age a facção. Diante do aumento da criminalidade e da omissão do Estado, o crime organizado enraíza-se, cresce em virtude da falta de perspectiva da classe pobre, que muitas vezes envereda-se para o crime, diante do fato de que, o dinheiro vem mais fácil.

Sem investimentos maciços em estudo e educação de qualidade, o governo continuará investindo na construção de presídios, e pior, somente para ladrões ‘pé de chinelo’.

a

24/05/2010

O MENOR TRAFICANTE

A grande mídia mostrou nesta semana, assim como o Jornal A Bigorna, o caso do menor acusado de ser o chefe de uma ‘boca de tráfico’ em São Manuel.

A sociedade ficou chocada, mas não poderia, não tem o direito de ficar abismada, pois é a própria sociedade quem cria este tipo de ‘criatura’. É a própria sociedade ao eleger políticos corruptos, que terceirizam merendas, e embolsam centenas de reais, que a educação está largada. Os professores são meros bonecos, e os pais, muitos deles preferem seus filhos dando trabalho na escola, do que está-los a educá-los.

Não é só isso. A sociedade mais abastada se enclausura em suas mansões, em seus carrões de luxo e manipulam a economia do melhor modo, e de como lhe convêm, e se esquece de que na base da ‘pirâmide’ – a sociedade mais pobre- está abandonada a própria sorte.

Com isso surgem os tais menores ‘poderozinhos’ que, sem instrução, sem alicerce familiar e, principalmente filho de pais sem base estrutural, e que assim acabam por se desviarem para o caminho das drogas, onde o dinheiro é mais fácil.

Assim sendo, o que se vê atualmente é só o inicio de uma ponta de um grande iceberg de podridão, que está se tornando a sociedade, e pior com a anuência da própria sociedade.

a

22/05/2010

MAIS VEREADORES

Embora a classe politizada da sociedade esteja se manifestando contrariamente a 17 vereadores, e que 13 seria o número ideal, isso não quer dizer que a população queira 13 vereadores como propalam alguns órgãos de imprensa, além de alguns vereadores.

Primeiro porque o brasileiro é um dos povos mais despolitizados do planeta. Destes, pode-se calcular que ¼ acompanha a política e opina, do modo que vem opinando.

A imensa maioria da população, seja de Avaré ou outras cidades saber sequer que está se tratando do assunto (aumento de vereadores), ou até que esta mudança exista.

Não é brincadeira. Estudos mostram que a massa populacional é facilmente manipulada pelos governos e donos das grandes mídias.

O pobre quer chegar a sua casa ter o que comer e assistir sua novela. Já o número de vereadores para ‘ele’ – o povo - não faz a menor diferença.

É triste, mas não é a verdade absoluta, apenas a realidade.

a

20/05/2010

UM GOVERNO QUE PARECE ENGRENAR

O governo Barchetti parece que dá mostras de estar ‘engrenando’.

As ruas já não estão com tantos buracos como eram vistas antes. A operação batizada tapa buracos começa a agir, e é nítido que as ruas já não estão com tantos buracos como se via antes.

A questão das lâmpadas queimadas não foi resolvida do modo devido, assim tudo ainda não é perfeito. Precisa o setor se empenhar mais, pois em muitos lugares as ruas ainda têm postes sem iluminação.

Mas no quesito finanças as coisas, depois que o novo secretário de fazenda assumiu mostra novos ares, os quais apontam para um futuro melhor.

Quanto ao pagamento de fornecedores, a demora não é tanta quanto era antigamente, e, principalmente quando na época do governo anterior, o qual pagava a quem lhe interessava.

Se estiver engrenando, o atual governo dá mostras que sim, se vai engrenar de vez, aí  já é outra questão. Como dizem o carro arranca, mas se o piloto for ruim acaba quebrando o motor.

Espera-se pela bem da população avareense que a administração mude radicalmente para melhor, como vem sendo mostrado.

Alckmin e Mercadante

Independente do apoio de um ex-prefeito que sequer pode votar, os prognósticos mostram que Alckmin deverá vencer as eleições no estado, e também deve ter uma boa votação em Avaré.

a

19/05/2010

HORTO – CORRUPÇÃO - E UMA SOCIEDADE OMISSA

Mais um avareense escreve indignado com a situação do Horto Florestal de Avaré.

Desta vez, não fala do lago, ou dos gansos, mas do desmatamento que vem acontecendo e sendo denunciado, sem que isto sensibilize as autoridades.

Autoridades que, atualmente, pouco se sensibilizam com qualquer coisa que seja.

Segundo um leitor avareense, o desmatamento no Horto continua, e cabe uma questão que precisa ser investigada pelas autoridades, sejam elas judiciais ou legislativas.

Está havendo realmente uma devastação no Horto? Para onde está indo toda a madeira que o denunciante afirma?

O Horto é apenas um problema no emaranhado sem fim de problemas recalcitrantes que tomam conta de Avaré.

Existem muitos outros, e ademais outros estes que continuam a acontecer, uns a vista da população, outros debaixo dos ‘panos’’ quentes colocados aqui e ali.

Não basta a imprensa denunciar e denunciar, se nossas autoridades não estão nem aí para o que está acontecendo, ou se, na pior das hipóteses são até coniventes.

Vivemos atualmente num lamaçal politico. Desde o governo federal, estadual e municipal, ou melhor, no Brasil inteiro.

O povo não mais pede providências, e preferem assim, ligarem suas TVs às 8 da noite para deixarem-se enganar. Claro, com exceção de uns e outros.

a

18/05/2010

WB TAMBÉM É CONDENADO PELO TC

É de se notar que, além das inúmeras condenações pelo TCE ao ex-prefeito Joselyr Silvestre, desta vez o também ex-prefeito Wagner Bruno sofreu uma condenação no TCU, mesmo após apresentar recurso.

WB foi condenado a pagar cerca de 62 mil reais de multa, por na época adquirir remédios e implementos hospitalares, os quais foram julgados irregulares.

Segundo consta a secretária de Saúde de WB, na época a enfermeira Sônia Calamita.

Tal condenação reflete mais uma vez na vida política do ex-prefeito WB, o qual poderá  ficar inelegível por mais 5 anos, caso a Câmara de Avaré acate o parecer do TCE, assim como fez com Joselyr Silvestre, o que seria mais do que justo.

O que piora a situação é a de que sua secretária era esposa de seu próprio vice-prefeito, Nilson Calamita.

Coisas de política. WB começa a se enterrar, assim como Joselyr já está com a cruz sobre os ombros.

Ambos estão inelegíveis, e pelo andar da carruagem, WB seguirá pelos mesmos caminhos, só  que de uma maneira diferente, pois seu governo ficou notadamente conhecido por ser um dos piores governos municipais, além de mal assessorado, WB agora ‘paga o pato’ pela incapacidade de seus assessores.

Isso não é  nada, a história é ainda pior do que os caros leitores imaginam. 

a

14/05/2010

ACABOU JOSELYR

A última chance de Joselyr desceu esgoto abaixo. Sua liminar, a qual tentava  inutilmente reverter a cassação por Improbidade Administrativa foi negada ontem, conforme matéria do Jornal A Bigorna na edição de hoje.

Com a derrota Joselyr está banido definitivamente da política avareense pelos próximos 6 anos.

Sendo 2 aos e meio deste governo, mais 4 anos da próxima eleição, motivo por ter sido reeleito, não poderá se candidatar nas eleições futuras.

Assim, a Justiça fez Justiça, e tirou do cenário politico um dos agentes mais nefastos aos cofres públicos de todos os tempos.

Joselyr entra definitivamente para o rol dos prefeitos cassados por improbidades administrativas no Brasil, e leva, consigo o nome de Avaré.

Chega de barbáries administrativas, e como dizia Aristóteles, de que o governo de muitos poderia trazer a tirania, o voto inconsequente de muitos levou Avaré à tirania administrativa de Joselyr Silvestre.

Pelo e Para o bem dos avareenses, Joselyr se foi por algum tempo, e deve permanecer na geladeira por alguns anos.

Até lá, quem sabe o ‘povão’ - caia em si - e veja a burrada que fez no último pleito eleitoral.

Até logo Joselyr... E se possível... Até nunca mais.

a

13/05/2010

JOSELYR X JOSELYR

O ex-prefeito mais uma vez conseguiu mexer nos alicerces políticos da cidade.

Desta vez, mandou o recado de que estaria acertando com o PT da capital. Se sua intenção era mexer com o tucanato local, a intenção deu certo. Só não se sabe se a mexida chegou até a capital, e, principalmente até Geraldo Alckmin.

No entanto, a classe política de Avaré sabe e conhece os modos de ‘politicar’ do ex-prefeito, o qual não costuma fazer propaganda ou trabalhar para quem quer que seja.

Joselyr já foi candidato a deputado, e não teve apoio algum, naufragou profundamente.

Em Avaré é dono de um eleitorado forte e grande, mas já na região sua popularidade já foi testada quando saiu candidato a deputado, e sem apoio financeiro morreu antes mesmo de chegar à praia.

Assim, o blefe de Joselyr para chamar a atenção pode ter dado certo aqui, mas no alto escalão, ao que tudo indica não ‘mexeu céus nem terras’.

a

12/05/2010

MAIS UM BLEFE JOSELYR?

Joselyr Silvestre foi convidado para ser o coordenador de campanha de Aloísio Mercadante.

Isto é o que dizem os aliados de Joselyr.

Segundo matéria do Jornal A Bigorna, o ex-prefeito teria aceitado e já estaria em vias de agendar uma visita do candidato petista em Avaré.

Dono de uma votação de causar inveja em qualquer político, o ex-prefeito estaria sendo assediado pelos petistas da Capital.

Mas e Ernesto Albuquerque, Adão Camargo e Paulo Sckromov, como ficam?

Inimigos políticos há anos, os petistas com certeza não coadunariam com tal aliança.

Tudo pode ser um blefe de Joselyr para intimidar tucanos de Avaré, e assim sair do ostracismo político?

Respostas que ainda não existem, mas que não demorarão a surgir.

Aguardemos os ponteiros de o relógio passar os segundos, minutos, horas e assim dias, os quais apontarão à luz ao assunto sobre um blefe, ou uma verdadeira aliança que poderá estremecer o PSDB estadual.

a

10/05/2010

OS GRANDES ‘BANDIDOS’ NÃO VÃO PRA CADEIA

A PF flagrou o Secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior durante investigações sobre contrabando.

As gravações mostram a ligação entre Tuma Jr e um contrabandista chinês. O Secretário numa das gravações tenta relaxar a prisão de um contrabandista.

Os jornais Estado de São Paulo, Folha, Diário dentre outros denunciaram a pilantragem do Secretário.

E aí? O que acontece?

Nada.

Tuma Jr. Continua onde estava. Continua sendo secretário e pior, deve estar rindo da mídia e da própria PF.

No Brasil, lamentavelmente, e por culpa do próprio povo, o qual perdeu a noção de indignação, os grandes ladrões não vão para a cadeia.

Agora analise se um pobre furtar alguma coisa para comer, e veja o que acontece.

a

07/05/2010

FAVELIZAÇÃO

O processo de favelização é uma realidade transpassada pelo mundo, diante da inercia dos governantes, que relegaram a 5º plano o processo de infraestrutura e, principalmente devido ao aumento da desigualdade social.

Nas grandes metrópoles as favelas viraram um local onde o Estado não impõe suas leis, e traficantes fazem do local o ponto de seus carteis que mantém através do tráfico de drogas.

Em Avaré, um novo processo de favelização vem sendo notado. Lentamente, pessoas de baixo poder aquisitivo, e alguns oportunistas já se apossam de terrenos onde antes corriam os trens na região.

Se a inércia do governo municipal de Avaré se mantiver, o que teremos em breve, não serão casas de pessoas simples e humildes, mas sim pontos de tráfico que se apoiarão na omissão das autoridades.

O lugar ainda está em processo de invasão. Cabe a prefeitura de Avaré resolver, antes que àquilo se torne uma dor de cabeça muito maior.

a

06/05/2010

JOSELYR CONTINUA A SER CONDENADO E DENUNCIADO

O ex-prefeito de Avaré, Joselyr Benedito Silvestre, dono de um arsenal de votos sem explicações lógicas continua sua derrocada política/pública.

Além das inúmeras restrições do Tribunal de Contas (TC), os quais a cada dia julgam irregularidades na administração Silvestre, desta vez, o próprio Procurador do Município de Avaré, Luiz Carlos Dalcim denunciou o ex-prefeito por suposto superfaturamento na compra de ônibus escolares.

A compra dos ônibus foi denunciada pela imprensa de Avaré, pelo menos uma parte dela.

Segundo declarações do próprio Procurador, os ônibus foram adquiridos por cerca de 80 mil reais cada. Num abuso e descalabro com o dinheiro publico.

As condenações e denúncias contra Joselyr não devem parar por aí. Autor de irregularidades das mais variadas durante sua administração, o futuro de Joselyr é obscuro e incerto.

Com tantas denúncias e processos seria uma afronta, um agente do perfil de Joselyr voltar a ‘cuidar’ do dinheiro público.

Avaré carece de moralidade, e Joselyr é o pior exemplo disto.

a

05/05/2010

A BANALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA

A violência tem sido tema de inúmeros e incontáveis Seminários no mundo todo. Estudiosos, cada um a sua maneira e ideologia tenta ajudar e opinar para que os índices de violência diminuam.

São Paulo é um dos estados mais violentos do mundo.

Mas não é só a grande capital. Nesta semana, o pai de uma pequena menina de 3 anos matou-a a socos. Aqui ao lado de Avaré; a vizinha Itai foi palco de uma atrocidade sem limite.

O homem que mata atacado por seus males emocionais, o qual inserido numa sociedade doente não consegue diagnosticar quem é quem.

Uma pobre menina perdeu uma vida. Uma mulher sobreviveu. O mundo continua rodando, mas a humanidade se perde a cada dia numa vastidão de violência cada dia maior e sem limite.

a

03/05/2010

PACIÊNCIA TEM LIMITE

A reportagem de sexta-feira, do Jornal A Bigorna trouxe duas fotos, as quais mostram a falta de respeito e educação de alguns turistas que visitam Avaré.

O fato criou revolta por quem passava pelo local, e acionaram acertadamente a PM, a qual fez seu papel, o de multar o turista infrator.

Só que este turista não era qualquer um. Pelo seu veículo, pode-se ao menos ver que um certo grau de instrução o proprietário do carro tinha.

Então porque cometeu tal desrespeito com velhos, crianças mães, que precisavam passar no local. Será que o homem que cometeu tal ato – ridículo- não pensou que um dia sua mãe, ou pai, ou filhos um dia também irão precisar usar as calçadas?

Se o próprio brasileiro não respeita as mínimas de leis de trânsito, as quais são imprescindíveis para manter a educação, será que esta pessoa tem moral para reclamar ou cobrar nossos políticos?

A foto por si só já choca; mostra o total desrespeito do homem pelo homem em si.

Paciência tem limite. Nestes casos, a lei deveria ser ainda mais dura, e recolher o veículo seria o mais acertado a se fazer.

a

28/04/2010

LULA – DILMA – SERRA E CIRO

O brasileiro ainda não acordou, mas as eleições para presidente já começaram, e em grande compasso.

De um lado tucanos, do outro petista-lulistas.

Ambos sabem que dominam o cenário eleitoral, e disputam desde já, pelas câmeras e flashes os votos do povão, o qual parece que não se deu conta de que irá  votar numa das eleições mais importantes dos últimos anos.

A Era Lula está  acabando para o bem da Nação, mas pretende manter a hegemonia de pseudo-esquerdistas no poder, ao tentar colocar uma imagem de uma política que na verdade nem existe, e que se chama Dilma Rousseff.

Do outro lado, Serra luta para que o tucanato volte ao poder maior depois de 8 anos de FHC. Serra tem mais capacidade administrativa, mas as manchas deixadas contra o funcionalismo público por ele, e por todo seu partido sujam a ficha tucana.

Já Ciro seria considerado a 3ª via, a qual deixou de existir ontem, quando seu partido preferiu perder os dedos, a perder o anel. Largou Ciro de lado e contentou-se a ficar com o anel chamado Dilma. O partido aposta de certa forma para se manter no poder, e relega o potencial de Ciro.

Já o PMDB como sempre será o chupa-cabras, ou sangue - suga que vem sendo há  tempos. Quem estiver no e pelo poder terá seu apoio.

Nos bastidores o fogo já é intenso; o povo precisa acordar já, pois nestas eleições está em jogo o futuro de seu próprio país, sua própria nação. Se continuar a votar em quadrilhas se remeterá se certa forma a manter o que se vê atualmente no país. Corrupção por todos os lados.

O povo deve e precisa exigir dignidade, mas para isso deve deixar da alienação cultural imposto pelos mandatários, a qual ‘cega’ de certa forma o povo mais humilde. Para isso se conta com jornais e uma imprensa, a qual tem o dever de mostrar a verdade. 

a

24/04/2010

POR MAIS VEREADORES

A Câmara de vereadores irá votar na próxima segunda-feira, o possível aumento de 10 para até 17 vereadores, o número máximo estipulado pelo TSE.

Para alguns internautas e leitores, isso é um absurdo, pois alegam em seus e-mails que, os 10 já não fazem quase nada.

Pode até ser, mas estão errados quanto à questão do número de vereadores.

Primeiro, porque a verba da Câmara será a mesmo se o legislativo tiver 10,11,12,13,14,15,16 ou 17. Não passará dos 7% do duodécimo da prefeitura, assim a falácia de que mais vereadores trariam mais despesas cai por terra.

Segundo, porque se aumentar tais cadeiras para 17, os ditos pequenos, ou melhor, àqueles que não possuem verbas ou dinheiro para gastar nas custosas campanhas terão mais de 100% de chances de estarem representando sua parte da população.

Assim, quanto mais vereadores, mais representatividade a população terá. Caso contrário, se mantiver os 10, eles representarão 90 mil habitantes, sendo que dos 54 mil eleitores não obtiveram nem metade dos votos. Ou seja, atualmente a Câmara não representa nem metade da população, ou o desejo dos eleitores.

Mais vereadores seria mais democrático, e democracia exige uma discussão mais ampla. Voto não tem preço tem consequências, e as conseqüências de mais vereadores será naturalmente uma população melhor representada, pois o vereador é parte integrante da sociedade e do grupo social em que vive.

a

22/04/2010

NÃO PEGOU BEM

Os últimos acontecimentos na Câmara municipal desta semana ‘não pegaram bem’ perante a sociedade e ao povo avareense.

O primeiro fato se deu às palavras do vereador Rodivaldo Rípoli, ao criticar a expectadora e partidária do PT, Antonia de Angelis, dizendo que ela teria de ter vergonha ao ter meia dúzia de votos.

Rípoli não foi bem, errou, pois jamais deveria atacar uma pessoa da plateia, ao menos é claro que seja atacado por alguma pessoa. Não são pesos nem duas medidas.

Já Rosângela e Roberto Araujo discordaram entre si, sobre um voto de pesar. Queriam saber quem teria direito de enviar um voto de pesar. Também não pegou bem, ambos foram extremamente infelizes.

A maioria da população não aprovou as palavras e discussões.

Nossos vereadores precisam se enquadrar e fiscalizar mais e melhor, pois existem em Avaré Instituições públicas que estão relegadas a pessoas de má índole. Existem também as prestações de contas, como do carnaval e da festa do peão, e a vigem de Gato para a Alemanha, as quais ainda não foram fiscalizadas.

Existe sim trabalho, ao invés de brigarem e se insultarem entre si, ou entre outrem.

Realmente ficou ruim.

a

19/04/2010

DE BOAS INTENÇÕES O INFERNO ESTÁ CHEIO

O prefeito de Avaré precisa começar a abrir os olhos melhor.

Na semana passada uma dispensa de licitação da Zona Azul foi questionada por vereadores da oposição. Uma empresa do ramo de construção estaria sublocando da prefeitura e iria administrar o local.

A intenção poderia até ser das melhores, o que segundo alguns tirariam da prefeitura uma dor de cabeça, que é a Zona Azul.

Mas como de boas intenções até o inferno está cheio, uma dispensa de licitação foi feita na conhecida ‘meia boca’ e causou todo esse alvoroço.

Uma dispensa de licitação para terceirização de espaços públicos deve ser feita através de licitações, e não do modo como foi realizada. Se existe alguém por trás pedindo favores insanos ao atual prefeito, este que abra os olhos, pois poderá cair numa armadilha, e posteriormente virar caso para o Tribunal de Contas.

Depois não adianta chorar ‘pitangas’ e dizer que não foi avisado. Se cair no TC, assim como Joselyr caiu, não sai fácil, principalmente se a Câmara votar como votou as contas do ex-prefeito.

Assim, ou Barchetti acorda a tempo, ou poderá nesse ínterim de 4 anos ter suas contas também rejeitadas pelo TC e entrar na fila dos desesperados.

a

15/04/2010

A GRANDE CORRIDA

 Foi dada a largada nesta última semana.

De um lado Sapos Barbudos e de outro, Tucanos Bicudos.

Lula X FHC -  Dilma X Serra.

Será uma corrida interessante, do quem pode mais chora menos.

Serra tem mais gabarito, é mais preponderante e obtuso. Não trás um currículo nefasto de Dilma, a qual tem contra si, o fato de ter feito nada em cima de vento, ou construído em castelo de areia na praia, em que Lula viu e se apaixonou.

O Brasil não merecia isso, afinal merece mais. O Brasil não merece Malufs da vida, nem mensalistas do PT, nem mensalistas tucanos de Minas Gerais.

O Brasil precisa de vergonha na cara, ou melhor, os brasileiros precisam de vergonha na cara, pois seus políticos saem da sociedade para comandar a sociedade.

Não existe livre arbítrio. Existem sim, aqueles que são colocados e impostos ao eleitor. Ou você vota neste ou naquele. Sua opinião, leitor e eleitor. Pouco importa.

a

13/04/2010

AVARÉ E SEUS ‘QUEIJOS SUÍÇOS

As ruas de Avaré não iam muito bem. Depois vieram as chuvas, e pioraram quase 200%.

Agora, o pior. A precariedade continua. As ruas de Avaré já ganharam seu apelido – QUEIJO SUÍÇO- tal apelido dá-se ao fato de Barchetti ter se apoiado em muletas mancas.

Deixou nas mãos de gatos e lebres, e está caindo no fosso, ou melhor, as ruas estão virando um fosso sem fundo de tantos buracos.

Não adianta Barchetti correr ou viajar quanto tanto propala, e não cuidar de sua cidade, ou deixá-la nas mãos de tais agentes incompetentes.

Barchetti continua a bater na tecla errada, e o tom de seu governo está desafinando.

Precisa mudar e agir rápido, antes que ele próprio acabe caindo num buraco com um dos carros oficiais.

a

09/04/2010

QUANDO UMA FOTO RETRATA UMA MENTIRA

O dever da imprensa é e deve sempre ser o de mostrar a verdade. Na pior das hipóteses não mentir.

Assim é dever deste Editorial falar sobre a foto em que aparece o secretário de Obras, ao lado de Pedro Luchessi.

Na verdade todo o trabalho de bastidores foi de Luchessi. Ele quem ‘correu’ atrás das pontes e munido de projetos, recuperou as pontes que estavam perdidas.

Na foto, Gato aparece todo sorridente. Deveria sim, o secretário de Obras aparecer sorridente ao lado dos inúmeros buracos que assolam a cidade.

Enquanto Barchetti continuar a teimar em ficar rodeado de pessoas que não entendem nada da pasta que gerenciam, seu governo ficará andando em círculos; sorte de Barchetti que ele ainda possui pessoas capacitadas em algumas pastas, caso contrário estaria perdido.

Obs: Gato foi à Alemanha, e até o momento não prestou contas.

a

07/04/2010

QUADRILHA DENTRO DA PREFEITURA?

O pagamento a empresa que abandonou os serviços do Aterro Sanitário abriu uma suspeita: existiria uma quadrilha ou pessoas dentro da prefeitura atuando para facilitar o pagamentos ilegais a empresas?

Depois de Ernesto desconfiar do pagamento à empresa que abandonou os serviços do Aterro, essa possibilidade surgiu como uma bomba dentro da administração de Avaré.

Segundo denúncia, algumas pessoas se aproveitariam de seus cargos para facilitarem o pagamento Às empresa, e com isso receberiam propinas, ou comissões após os pagamento serem liberados.

Relata uma fonte que, a suspeita existe há algum tempo, mas que somente agora aparecem elementos concretos para tal suspeita.

Barchetti que se cuide, pois poderá terminar seu governo como um Joselyr II, cheio de improbidades administrativas.

a

05/04/2010

ERNESTO E SEU REPÚDIO

O vereador Ernesto Albuquerque requeriu uma moção de repúdio ao governador afastado José Serra, por ter usado de força policial para conter os protestos dos professores em São Paulo.

Corretamente o vereador requer tal repúdio, que deveria ser feito tempos atrás quando o mesmo Serra promoveu a ‘guerra’ entre as policiais.

Mas, entre uns e outros, sempre aparecem às coisas no meio, e esse meio se chama Mensalão do PT, este que, Ernesto deveria também solicitar uma moção de repúdio.

Não só ao PT, mas também ao presidente Lula, que não viu e não sabia de nada. Cabia assim uma moção de repúdio por parte do vereador.

Mas como pimenta nos olhos dos outros é refresco, ficamos apenas com a moção de repúdio a Serra. Mas que Lula poderia também ter um moção, isso sim, deveria.

a

02/04/2010

O ANTES E O DEPOIS DE JOSELYR

Algumas mudanças poderão ocorrer em breve no atual governo municipal.

O PMDB que já compõe a secretaria de Trânsito poderá ter outra pasta. Resume-se a uma reestruturação que a administração municipal necessita há muito tempo.

Desde a inércia administrativa do ex-prefeito cassado, o qual fazia de conta que nada acontecia no Centro Administrativo para não ter problemas no seu trabalho interno.

Joselyr mantinha secretários sem condições de ocupar cargos, e fazia deles fantoches em suas mãos, uma prova destes foi Clóvis de Oliveira, que acabou saindo pela porta dos fundos, e pior sem apresentar as contas de Festa Country de Lilian Silvestre.

O malfazejo do dinheiro público na gestão Silvestre foi uma farra do boi. Espera-se agora que Barchetti não tenha a mesma disposição ou inclinação para as improbidades, as quais eram comuns em época não muito distantes.

Joselyr responde há mais de 95 processos na área cível e mais alguns na área criminal. Não é nem poderia ser um ordenador de despesas de qualquer município do Brasil.

Não só Avaré, mas todo o país precisa de políticos honestos, pois de desonestos já está superlotado.

a

31/03/2010

CHINFRINADAS E CONFUSÕES DE UMA CÂMARA

Quem assistia à Sessão desta segunda-feira viu ao vivo e a cores as chinfrinadas e confusões que marcou a última Sessão do mês.

Não cabe julgar se Canovas ou Rosângela estavam certos, ou quem estava errado. Sem o áudio é impossível culpar alguém.

Mas quem esteve presente ou assistia pela internet se assustou com o bate boca entre os dois.

Triste. Um fato lamentável que não leva a lugar algum. Pareceu o mesmo bate boca entre Tasso Jereissati e Renan Calheiros, guardadas as devidas proporções, no Senado.

Enquanto isso Poio atacava e criticava a imprensa, a qual segundo ele só ouve um lado de cada fato. Pois é, se fosse assim Poio deveria falar em nome do PMDB governista, e Zezé Cruz e Miguel em nome do PMDB oposição. Assim não dá. Uma crítica sem fundamentos e lamentável de Poio.

Enquanto isso Roberto Araujo ficou com dois pepinos nas mãos e quatro bananas para descascar.

Uma Sessão que só não foi pior, porque a Etec agora é realidade. De resto, nada se aproveitou.

a

29/03/2010

MAIS UMA CONTA IRREGULAR DO EX-PREFEITO

Não bastasse as Contas de 2.006 reprovadas pelo Tribunal de Contas, o ex-prefeito Joselyr Silvestre obteve mais um êxito em sua fantástica carreira política.

Foi condenado a pagar uma multa pelo TC pela compra de três veículos para prefeitura, e pior, com um despacho humilhante do relator o qual escreve conforme a matéria principal do Jornal A Bigorna: “O que se vê, uma vez mais, é o pouco interesse que a prefeitura de Avaré tem demonstrado em licitar a aquisição de seus bens”.

Assim, a tese das licitações direcionadas do ex-prefeito cassado continuam a aparecer, dia após dia, ano após ano.

Mais uma conta irregular. Assim, se continuar no ‘pé’ que andam tantas contas irregulares, daqui a 100 anos os analistas terão que mandar os tataranetos do ex-prefeito pagar as multas de tantas irregularidades cometidas pelo dito prefeitão.

Eita prefeito, bão não?

a

26/03/2010

INEGÁVEL DIFERENÇA

Não se trata de comparar o governo de Joselyr com o atual de Barchetti. Trata-se, sim, de colocar o certo no lugar correto.

Joselyr teve uma espantosa votação. Nem o melhor sociólogo consegue explicar tal fato.

Péssimo prefeito, que deixava seus secretários agirem de modo e como queriam, para que estes não lhe dessem dor de cabeça, e ele pudesse fazer seus ‘trabalhos’ à vontade.

Já Barchetti continua cercado de assessores pútridos. São poucos, e pior é herança maldita deixada pelo ex-prefeito cassado de Avaré. Não consegue cortar a navalha na carne e pagará caro por isso.

Mas no âmbito de conquista de verbas ele deixa Joselyr há mil anos luz atrás.

Joselyr foi um péssimo prefeito. Não havia remédios; a população precisava ficar nas madrugadas da vida em filas para conseguir consultas médicas e por aí adiante.

Barchetti tem mobilidade e acesso ao governo estadual, e faz disso um grande proveito para a cidade.

Apenas lhe falta cortar algumas podridões que como foi dito e que ficaram como herança, uma tal herança maldita.

Avaré se livrou de Joselyr. Isso não é puro acaso, mas sim fruto de uma justiça séria e competente.

Adeus Joselyr. Vá para bem longe. De preferência para sua fazenda da Barra Grande.

a

23/03/2010

VERGONHA: MÉDICOS RECEBEM SEM TRABALHAR

A denúncia do vereador Roberto Araujo de que, alguns médicos não estariam comparecendo para trabalhar no PS, e que ao invés de disponibilizarem os 5 médicos conforme o contato vigente estaria disponibilizando apenas 3 para atender Avaré e região.

E pior, a prefeitura repassou integralmente a verba de pagamento a Cooperativa.

Agora fica a questão: a Cooperativa irá devolver o dinheiro que lhe foi pago?

E a defesa de Poio se justifica?

Poio defende sua própria classe, de certa maneira corporativista. Ele deveria sim exigir que a Cooperativa devolva o dinheiro que lhe foi pago indevidamente, e não dizer que irá fiscalizar os médicos do Plantão, pois isso é sua obrigação.

Poio começa a querer sair da linha de fiscalizador, e ‘passar panos quentes’ onde não deveria, e assim se desgastando com seu eleitorado, o qual vê nele uma pessoa idônea e comprometida com o erário público.

A vergonha está aí, cabe ao prefeito saná-la.

a

22/03/2010

BARCHETTI PRECISA LEVAR ‘CHOQUE’ PARA ACORDAR

O prefeito municipal parece que só muda as coisas, no caso alguns secretários depois de levar ‘algum choque’.

Este foi o caso de Clóvis de Oliveira. O mesmo que até o momento não prestou contas da festa organizada na gestão Lilian Silvestre.

Clóvis pouco ia a secretaria trabalhar. Quem diz isso não é o jornal, mas os diversos funcionários do setor. Para piorar, ele ainda lesou alguns clientes, o que ocasionou a ira do vereador petista Ernesto.

Clóvis era protegido por Jair Canovas, que mais uma vez erra ao tentar apadrinhar pessoas sem condições para ocupar secretarias.

Barchetti parece que não está se deixando levar por palpites de Canovas, os quais algumas vezes só levam o prefeito a errar.

O ‘choque’ serviu para o prefeito, mas há se convir que, muito outros choques terão que ser dados em Barchetti, principalmente com relação a alguns cargos de confiança, os quais continuam extorquindo os prestadores de serviço da prefeitura.

É ponto passivo.

Se Barchetti só funciona na base do ‘choque’, então, CHOQUE nele.

a

20/03/2010

‘ELES’ JÁ APARECEM, E QUEREM SEU VOTO

Os pré-candidatos a presidência da republica já disputam espaço nas grandes mídias, principalmente nos alienantes horários de TV, em geral à noite, quando o trabalhador chega a sua casa, e sem opção tem que assistir a novelas truanescas que alienam ainda mais este país flagelado pela má educação.

Serra de um lado, Dilma amparada por Lula e Ciro Gomes são os nomes do momento. Eles disputam cada espaço com unhas e dentes.

Marina Silva não alavancou ainda sua candidatura, ao contrário prefere correr atrás de apoio e base. Uma candidata diferente, mas com mínimas chances de vitória.

Enquanto isso o ‘trio de ferro’ – Serra, Dilma e Ciro correm atrás de apoios por todos os lados do Brasil Colonial.

Os dois primeiros com mais chances de chegarem ao segundo turno e fazerem a decisão para o próximo mandatário do país.

Dois candidatos, dois partidos diferentes. PT e seus escândalos e corrupções; PSDB e seus pedágios e descasos com funcionários públicos; o quê não aconteceu no governo Lula.

Diferentes entre si, mas iguais no conteúdo: afinal todos querem o poder, a qualquer custo.

a

17/03/2010

CORAGEM

O promotor José Carlos Blat pode ser considerado um brasileiro e homem de coragem.

Ao expor as falcatruas e safadices do PT de Lula, o promotor mostra que ainda existem pessoas sérias e comprometidas com o ideal anticorrupção.

Lula e seus asseclas saquearam os cofres públicos, e ficará conhecido por ser o presidente com o maior índice de popularidade.

Claro, desde que você alimente famílias perpetuamente, é óbvio o ululante; eles vão continuar a votar em quem o presidente indicar, nem que, no caso seja uma ex-guerrilheira assassina, como o caso de Dilma.

Embora tudo esteja a mostra, parece que a popularidade e intenção de votos para Dilma cresceu.

Azar do brasileiro.

Já que eles (povão) prefere assim, que continuemos na merda, mas com coragem.

a

15/03/2010

BANDO DE LADRÕES

Prezados leitores, aproveito este Editorial para pedir-lhes primeiro que leiam a matéria intitulada O PEDÁGIO DO PT e que foi capa da revista Veja desta semana.

Depois que vocês leram a matéria, a qual é um pouco extensa, mas com certeza muito interessante vocês irão concordar com o título deste Editorial.

Bando de ladrões é até um pouco minimalista, o título deveria ser sim, bando de petistas - ladrões - sem-vergonha, encabeçados por Zé Dirceu e companhia limitada.

Vocês roubaram o Brasil nos 8 anos em que estiveram a frente deste alienado povo, o qual vota a troco de banana e cesta básica.

Vocês roubaram milhões e milhões de gente humilde e desdentada.

Vocês roubaram o povo trabalhador para manter suas políticas funestas.

Vocês petistas roubaram gente inocente; gente que não sabe ler; gente pobre que muitas vezes não tem o que comer; vocês petistas são a escória deste país subnutrido em saúde e educação, mas recheado de presídios.

Vocês petistas, se estivessem num país sério já teriam sido banidos para outro planeta.

Pena que vocês estejam no Brasil, onde tudo, apesar de ilegal e imoral é aceito por este povo, que na verdade, não sabe nem escrever corretamente.

Bando de ladrões!

a

13/03/2010

COMO VÃO AS COISAS

A administração Barchetti parece ter um só nome: o do próprio prefeito, e ademais alguns parcos secretários. Fora isso Avaré continua como antes, ou melhor, do mesmo modo da era Silvestre.

O pagamento dos credores continua uma tristeza, falta de vagas em creches, e pior, centenas de lâmpadas apagadas e buracos; que digam os motoristas por todos os lados.

De um lado, o funcionalismo público tem motivos para comemorar, afinal, nenhum prefeito pagou tão em dia e com aumento salarial como o atual.

Entretanto, a pífia equipe de Barchetti compromete seu governo. Salvando uma meia dúzia de secretários, o resto só está lá para ‘encher lingüiça’. Alguns poucos aparecem para trabalhar, enquanto outros estão sendo denunciados por dar golpes pela cidade.

E assim, Barchetti teima em continuar. Seu chefe de Gabinete aparece para tomar café, mais nada, ou melhor, aparece para receber mais de 3 mil reais também.

Com isso sobrecarrega secretários que estão dando duro, exemplo de Marcelo Ortega, o qual acumula duas importantes secretarias.

Já Gato é o desastre felino. Não faz nada, e como não sabe nada da pasta prefere viajar.

Assim sendo Barchetti tem apenas uma saída. Ou melhora sua equipe e passa a administrar o dinheiro da prefeitura de perto, ou acabará sendo conhecido como o prefeito de ótimas intenções e pessimamente mal assessorado, assim como foram alguns de seus antecessores.

a

11/03/2010

UM BLEFE MAL DADO

Joselyr blefou.

Todos sabiam da jogada, afinal ele teria que, ao menos tentar intimidar alguns vereadores antes da votação das suas contas.

Não deu certo, acabou perdendo com apenas dois votos a seu favor, e agora tenta a qualquer custo reverter sua sentença na justiça comum.

Como dizem jurídicos, difícil, dificílimo, mas não impossível.

No momento ele vive o abandono daqueles que estiveram ao seu lado. Aqueles que diziam seus amigos e lhe visitavam constantemente, mas que agora sumiram.

 Entretanto fique claro que, falamos daqueles que se diziam amigos, pois uma boa parcela de quem está com Barchetti não era amigo íntimo de Joselyr, ao contrário de alguns que se diziam amigos pessoais, e ao verem o barco afundar, pularam fora o quanto antes.

Neste momento, como diz o adágio popular, Joselyr é um leão sem dentes. Ruge mas não morde, ou político sem poder é igual a poça de água, todo mundo desvia.

O blefe não funcionou, mas o problema será se o impossível acontecer. Aí sim, os seus “velhos amigos” irão voltar a visitá-lo.

a

09/03/2010

A VOZ DE ZEZÉ CRUZ

O ex-vereador peemedebista Zezé Cruz se fez ecoar nesta semana, após alguns meses sem declarar nada.

Zezé não atacou seu colega de partido, mas suas palavras soaram como ‘um tapa de luva de pelica’.

Usou as palavras do próprio pai do vereador Poio Novaes para mostrar que não se deve mudar de lado.

O PMDB perdeu as eleições. Isso é indiscutível. Durante toda a campanha atacaram seus adversários contundentemente.

Assim, ele Zezé não concorda com a mudança de alguns, que resolveram aliar-se com seus adversários de outrem.

Zezé tem lá suas razões, que não são poucas, afinal, como ele mesmo diz, se perder, enfie a viola no saco e parta para outra.

Mas, não foi isso que aconteceu, claro, com alguns.

a

08/03/2010

TROCA E CONSEQUENCIAS

A troca divulgada, diga-se de passagem, inesperada neste final de semana, com a entrada de João Lima na Secretaria de Transportes mais uma tentativa de Barchetti alinhar sua administração.

Mesmo com tal substituição, o atual prefeito tem muito ainda que mudar. Gato não é bom secretário, mas mesmo assim foi mantido na pasta de Obras.

Além dele, outros nomes continuam com o X nas costas, mas o atual prefeito teima em mantê-los. Um exemplo tácito é o da Fazenda, Clóvis de Oliveira.

Não são somente secretários. Outros cargos de confiança não correspondem à altura, começam a transformar a administração tucana num emaranhado de erros e equívocos.

Barchetti parece estar sendo vendado por algum ‘guru’, o qual não quer que ele veja a realidade da cidade.

Uma troca boa rende bons frutos e tem conseqüências benéficas para a cidade. A manutenção de pessoas ruins tem uma consequência devastadora numa administração que ainda não conseguiu se firmar.

a

05/03/2010

QUESTÕES

São várias as questões que apareceram nesta semana.

Aparecido Gato foi para a Alemanha, no lugar de Barchetti. Segundo Ortega, tudo pago pelo governo alemão.

Não vem ao caso isso. O que deve ser levado em conta é que Barchetti manda o secretário que deixa Avaré e suas ruas em um estado de ‘queijo suíço’, ou seja, buracos por todos os lados.

Gato consolida-se como o pior secretário de todos os tempos em Avaré. Barchetti errou. Já que era para viagem representativa, que mandasse Márcia Falange, e fizesse Gato trabalhar mais.

Outro fato está na pressão dos corretores, os quais querem obter dados privilegiados e ilegais.

Barchetti agiu bem e não cedeu as pressões, inclusive de alguns vereadores, os quais deveriam dar exemplo, e não pressionarem por coisas ilegais. Tais vereadores deveriam se envergonhar de terem feito tais pressões.

Já os corretores que queriam este absurdo deveriam ser denunciados por tais abusos, os quais ocorriam descaradamente na gestão Silvestre.

E ao encerrar, fica a questão: Periquito continua trabalhando?

a

02/03/2010

GATO VIAJOU – E AGORA?

Dizem que à noite todos os gatos são pardos, o que não acontece com o secretário de Obras com seu bigode reluzente.

Gato viajou para Alemanha nesta semana. Foi num congresso patrocinado pelo governo do Estado, ou melhor, pelo dinheiro do contribuinte, o qual teima em aceitar ser taxado de burro xucro, e ter de pagar os mais altos impostos do mundo.

Mas enfim, cada país tem o governante que merecer ter.

Mas no caso de Avaré, a cidade não merece ter um Aparecido Gato a frente de duas secretarias tão importantes. Mantido por Barchetti, o atual prefeito parecer estar dando tiros e mais tiros no próprio pé.

Avaré parece um ‘queijo suíço’, dado a quantidade de buracos por todos os lados.

Vamos agora orar para que não ajam chuvas e tempestades, e aguardar o retorno do rei da sociedade hipócrita de Avaré

Boa viagem Gato, e se encontrar uma secretaria por aí, não pense muito, aceite!

a

26/02/2010

O GATO – OS BURACOS E SUA PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO

O prefeito Rogelio Barchetti corre um risco sério: de se tornar no futuro um prefeito com os mesmos adjetivos de alguns que passaram pela cadeira de mandatário avareense, e que ficaram conhecidos como péssimos administradores.

A exemplo de Barchetti, eles também pecaram no que vem ocorrendo com o atual prefeito – tinham secretários e assessores pífios e sem noção de gerenciamento público, ou estavam na pasta em que não sabiam nada de que deveriam realizar.

Aparecido Gato Fernandes é um exemplo tácito disso.

Não sabe nada de engenharia de tráfego e, para piorar ainda é secretário de Obras.

O resultado disso tudo é o que se está vendo. Ruas com buracos por todos os cantos, e erosões que a cada dia complicam ainda mais o dia a dia do munícipe.

Barchetti tem a solução, mas parece não enxergar o problema. Se continuar a manter Gato em secretarias como as que vêm ocupando, acabará na vala comum; embora Barchetti tenha muita disposição para trabalhar por Avaré, ele ainda tem um grande adjetivo: é honesto.

Mas não só disso vive uma cidade. Ela precisa de pessoas capacitadas, e não pessoas inertes e sem conhecimento necessário para ocuparem os postos chaves.

Se não mudar, Barchetti fica na berlinda. Falta de aviso não é; só continua errando se quiser.

a

24/02/2010

JOSELYR O COMEÇO DO FIM

Joselyr Benedito Silvestre era chamado de o Imperador por José Serra.

Foi Imperador e agiu conforme suas próprias vontades e mazelas políticas. Não respeitou ninguém e nada. Agia conforme sua vontade e não consciência política. Agiu de forma errada em muitos momentos, e agora paga caro por isso.

Deixou a educação em situação lastimável. Não investiu o necessário, e pior, segundo indícios superfaturou a compra de apostilas.

Não fosse só isso, a merenda é um caso vergonhoso. Contratou a peso de ouro e deve em breve pagar também por isso.

Usou o povo mostrando-lhe praças e obras, mas na área da saúde e educação deixou a desejar.

O povo parecia gosta r de ser enganado, tanto é que lhe reelegeu.

Bem, aí é outra história, pois cada povo tem o governo que merece, e Avaré merece e merecia Joselyr.

O acaso da vida lhe tirou da política, e pelo andar da carruagem ele deve ficar de fora por muito tempo.

Sorte de quem não merecia Joselyr tomando conta do dinheiro público. Às vezes são necessárias as tais ‘providências divinas para que, políticos nefastos sejam defenestrados do poder’. A sorte é que Joselyr não contava com a chamada providência divina.

Boa sorte Joselyr e, se possível, até nunca mais.

a

22/02/2010

XAVIER - UMA PERDA LAMENTÁVEL

 A ‘fuga’ por falta de mercado de trabalho de um dos melhores artistas plásticos de Avaré foi uma perda lamentável.

Avaré como outras cidades não consegue manter seus artistas no município.

Xavier é dono de uma das mãos mais perfeitas em desenho que já passaram por Avaré, cidade a qual deixa sem dizer ao menos adeus.

Mudou-se da noite para o dia. Não declarou estar triste, mas sentia-se nele o ar de um artista desiludido com o mercado da arte na região.

Avaré já não tem quase nada em termos culturais e artísticos. Fica agora com menos ainda.

Xavier é uma perda lamentável.

Avaré chora sua partida.

a

19/02/2010

FUNDAÇÃO PADRE EMILIO – UMA PENA

A matéria de hoje (19) do jornal A Bigorna mostra somente um dedo do que vem sendo a nefasta administração Edson – Gato, na mais famosa instituição de caridade de Avaré.

Somente em dois processos trabalhistas mais de 100 mil reais são devidos a funcionários que foram demitidos, mas que por inoperância e má fé de seus administradores, os funcionários não receberam aquilo que lhe é devido.

Uma vergonha o que vem acontecendo na Fundação, e pior, autoridades públicas continuam vendando os olhos para tal situação de calamidade pública.

Gato e Edson são pessoas que se escondem atrás de pilares religiosos, mas que na vida real são pusilânimes e nefastos. Um câncer escondido na sociedade, e que jamais poderiam estar à frente de uma Fundação.

A Drads, órgão estadual responsável pela fiscalização é uma vergonha em Avaré. Não toma providências.

Fica a questão: até quando continuarão tais barbaridades?

a

18/02/2010

CONTAS E MAIS CONTAS

Joselyr terá suas contas relativas à sua nefasta administração do ano de 2.006 votadas pela Câmara.

O TC apontou diversas irregularidades, dentre elas, o desequilíbrio orçamentário, e outras incongruências.

Joselyr foi reeleito por uma esmagadora votação, e mostrou-se um político que tem votos. Ademais, ninguém atualmente é páreo para ele nas urnas.

Mas como o tempo é senhor absoluto de todas as ações e razões, ele caiu, e estatelou-se ao chão quando se achava no auge e pensava se inatacável.

Foi à lona, e tenta voltar. Difícil, não impossível, pois com um sistema judiciário, onde tudo se pode recorrer, uma volta do ex-prefeito não seria impossível, mas claro, seria um absurdo.

Os desmazelos e o verdadeiro ataque aos cofres públicos operado por Joselyr foi um crime contra o povo. A merenda escolar é só um pequeno exemplo do caráter político do ex-prefeito, o qual entrou ‘duro’ e saiu mole e contente de tanta alegria.

Porque será?

a

15/02/2010

JOSELYR- ENTRE A PARANORMALIDADE E O DELÍRIO

O bilhete assinado e datado por Joselyr Silvestre ultrapassa a barreira da paranormalidade e entra no delírio cômico.

Nunca antes na história de Avaré foi conhecida uma pessoa tão apegada ao poder.

Joselyr com tais atitudes mostrasse uma pessoa egocêntrica que beira o delírio. Delírio pelo poder.

Dizem que o poder alucina, e se não controlado devasta a alma de uma pessoa. Joselyr pode ter entrado neste estágio: do delírio ao delírio cômico.

Sua atitude beirou o ridículo e chegou ao cômico.

Joselyr parece ter se vendado a realidade, e mostra que ainda vive uma vida de que ‘tudo posso’, ou ‘tudo vou fazer’.

Não é bem assim. Foi banido por três anos da vida política, e corre o risco de ser banido para sempre, e então poderá escrever epístolas que não conseguirá mudar o rumo da verdade dos fatos.

a

11/02/2010

DE CIDADÃO A PREFEITO DE FATO

Politicamente ativo, e com uma desenvoltura invejada pelos corredores da política, Barchetti agora é um cidadão avareense, de fato.

Tem agora as chaves da cidade e a missão de reestruturar a cidade, o que ainda não conseguiu.

Cercado de alguns assessores que mais incomodam do que trabalham, o neófito prefeito precisa se libertar das garras de alguns que o estão cegando.

Tem mais 3 anos pela frente e precisa melhorar muito. Não que não possua a vontade do melhor, mas porque não tem gente a seu lado que trabalhe para que isso aconteça.

Seu secretário de Obras é tão inoperante que as ruas de Avaré estão virando um queijo fedorento. Buracos se espalham por todas as partes. Antes a chuva, e agora? O responsável pela garagem municipal, Oscar Aires não produz, é o reflexo do secretário de Obras. A cidade está suja, e as lâmpadas continua queimadas.

Barchetti tem duas opções. Se libertar de algumas cabeças moles, ou se tornará, ao fim de seu governo um político com alto índice de rejeição.

a

10/02/2010

A GUARDA CIVIL DE BARCHETTI

Não importa, a GCM está sendo criada, e o sonho de Barchetti irá se realizar.

A guarda, ou o abacaxi, que Barchetti está criando poderá mordê-lo na curva. Como se diz no jargão popular, não se aprisiona uma cobra. Ou você a mata, ou a solta. Se prendê-la, quando conseguir escapar ela te pica.

Assim será a GCM (Guarda Civil Municipal).

É nítido, notório, e azul como o céu, que a prefeitura não possui capacidade para gerir um corpo de vigias incumbidos de um trabalho árduo e difícil, o qual é realizado pela PM.

Primeiro porque, a prefeitura não consegue punir e investigar nem os funcionários que são presos em flagrante, e que voltam a trabalhar, como no caso do servidor preso furtando combustível; quanto mais gerir um núcleo de segurança, onde a fiscalização sobre os que fiscalizam deve ser itinerante e ininterrupta.

A prefeitura de Avaré no quesito de fiscalização de funcionários é chula, agora criar-se uma GCM é fácil, difícil será quando os funcionários do quadro começarem a aprontar poucas e boas. Não há estatuto, não há fiscalização. Poderá virar um deus nos acuda.

Uma previsão óbvia. Não vê quem não quer.

a

08/02/2010

AS ÁGUAS DE MARÇO CHEGARAM BEM ANTES

São Paulo vive um caos com as chuvas, e Avaré começa a sentir o poder devastador da natureza.

Sem investimentos na área, a cidade começa a ficar a mercê das águas que eram de março, mas que vêem, agora bem antes e com mais apetite.

Barchetti tem a administração manchada pela chuva. Os buracos nas ruas estão aumentando. Seu secretário de transportes não dá conta da pasta, que hoje é o ‘calcanhar de Aquiles’ do prefeito.

Não fosse só isso, as enchentes começam a aumentar. Sem investimento e estrutura, Avaré padece também com as chuvas.

A famosa Rua Maranhão é um sinal de anos e anos. Agora a Félix Fagundes começa a virar um rio durante as torrentes que acometem a cidade.

Sem investimento no passado e no presente, a cidade padece.

Barchetti tem bons motivos para ir à Brasília, um deles é conseguir verbas para mudar isso.

a

05/02/2010

DEM – BARCHETTI – PMDB

Embora seja dada como ‘quase’ certa a participação de João Lima numa secretaria, e o PMDB finja que não apóia Barchetti, a cada dia é mais nítido que o partido aderiu Barchetti, com poucas exceções, no caso de Miguel Paulucci e mais uma meia dúzia.

O fato vem gerando certo descontentamento por parte do partido Democrata, o qual tem perdido, a cada mudança uma ou outra secretaria.

O Dem já mandou o recado. Quer as reposições, e se, Barchetti ousar compor com o partido de Miguel Paulucci, sem consultar a base democrata, eles prometem que irão romper.

Para alguns tudo não passa de um blefe, onde o Dem tenta se impor. Já outros acreditam em tal fato. Difícil, mas não impossível.

Somando-se atos aos fatos, a aproximação de Barchetti ao PMDB já é fato consumado, resta agora, apenas a estocada final: o secretário peemedebista, mesmo pedindo afastamento ele será um peemedebista, assim como os petistas camuflados no governo tucano.

Afinal todo poder emana do povo; e todo político não fica sem poder.

É ponto passivo.

a

03/02/2010

O ELEITOR ESTÁ ENXERGANDO, MAS PRECISA SABER ESCOLHER

O SNT/Census ouviu alguns brasileiros, os quais deixaram nítidos que sua maior preocupação é sobre a violência e a corrupção.

Para mais de 69% da população, a corrupção está aumentando. A pesquisa mostra apenas que o brasileiro parece estar enxergando mais e melhor. Mas não adianta dizer e dar mostra de que está vendo a real realidade se, nas próximas eleições reelegerem deputados corruptos e envolvidos no lamaçal que se encontra o Congresso Nacional.

Corrupção é uma palavra em voga. Rouba-se muito e generalizadamente pelo país afora. Não é caso especifico desta, ou aquela cidade. É geral. Cabe ao povo uma decisão. Banir alguns políticos como Sarneys da vida de uma vez por todas. Ou continuarem a ser ‘bois de piranha’, cada vez mais, sem educação, saúde, e rodeado de pedágios para todos os lados.

Ou se acorda já, ou quando o brasileiro der conta, pagará impostos até para respirar.

Não basta estar enxergando; é necessário saber escolher.

a

01/02/2010

NAMORO OU AMIZADE

PMDB e Barchetti poderão chegar ‘aos finalmentes’, como se diz no ditado popular,e a amizade vai virar talvez, namoro sério, o qual pode se transformar em um elo casamenteiro.

Neste sábado, embora neguem, peemedebistas e Barchetti estiveram novamente em reunião.

Mesmo diante das negativas, está cada vez mais nítido um nome que se enquadre para compor o governo barchessista.

Poio nega. Ortega diz que ainda é cedo, e outros dizem que é tarde demais.

Assim a novela se arrasta e começa a virar uma comédia surreal.

Para alguns políticos a situação pode desgastar Barchetti, e desagradar DEM e PP, os quais não se manifestam, mas se deixam notar que não se sentem a vontade com as idas e vindas do prefeito, e seu romance enrustido com o PMDB.

No mais, acredita-se que cedo ou tarde saia o casamento. É questão de tempo.

a

30/01/2010

LEITURA E ANALFABETISMO

É triste e notória que o brasileiro não sabe ler.

Grosso modo, poucos têm o domínio e o habito diário da leitura. A internet pode contribuir com a diminuição do quadro, mas não é a solução.

O brasileiro lê mal, e lê muito pouco.

O último levantamento foi abrangente e constatou-se que um contingente de 77 milhões de brasileiros, o que corresponde a 45% da população do país, não têm o costume de ler. Essa é apenas uma das constatações da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", realizada pelo Ibope Inteligência, sob encomenda do Instituto Pró-Livro. 

Quando questionados por que não lêem, os entrevistados responderam: falta de tempo (29%), não gostar de ler (27%), preferir outras atividades (16%), não ter dinheiro (7%), falta de bibliotecas por perto (4%) e não ter onde comprar (2%). "O que mais pesa nos baixos índices de leitura é o desinteresse.

O estudo também mostrou que muitos têm dificuldades para ler, possivelmente devido a falhas no processo de formação das habilidades de leitura. Sobre suas limitações para a leitura os entrevistados responderam que lêem muito devagar (16%), não têm paciência (11%), não compreendem a maior parte do que lêem (7%), não têm concentração (7%). "Existe um grave problema de letramento. Quem tem dificuldade para ler dificilmente vai ser cativado para a leitura", diz um especialista.

Assim, um povo “desletrado” é facilmente adestrado, ou seja, submisso será, pois pouco saberá na hora de escolher seus governantes. Um povo com cabresto e pouco discernimento, e, principalmente que não entende o que se lê é o sonho para qualquer político inescrupuloso.

a

28/01/2010

MALA PRETA; MALA BRANCA; MALA DO MAL

A vida política é cheia de surpresas e percalços. Prova disto são as mazelas dos senadores, e dos políticos como o atual governador de Brasília. Ou seja, corrupção é a palavra forte, rica e que comanda a vida de uma grande parte de políticos nefastos, os quais infestam os poderes constituídos.

Em Avaré, já surge à conversa de uma suposta ‘mala preta’, ou ‘mala branca’, dependendo de como o agente político queira visualizar a bondade alheia.

A tal ‘mala do mal ’ seria referente à aprovação das contas de Joselyr, as quais foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas.

Não fosse só isso, relata a fonte noticiosa que, num passado, tal ato já existiu e funcionou.

Bem, se funcionou, pior para Avaré, mas parece que hoje, a visão da maioria dos vereadores de Avaré mudou. Se antes o dinheiro era a pedra angular, hoje parece que a pedra principal mudou. Se a honestidade for maior e a dignidade estiver acima de tudo, tal ato cairá por terra.

Sorte do povo. Azar dos malfeitores do dinheiro público.

a

26/01/2010

CHEGA DE MENTIRAS

Basta. Chega de mentiras.

A Fundação Padre Emilio está sendo dirigida por pessoas descomprometidas com a verdade.

Chegasse a esta conclusão, após as declarações estapafúrdias de Edson Santiago, o qual tenta culpar sua má gerência na prefeitura e em Silvano Porto.

Ele chega ao cúmulo de ‘maquiar’ a verdade, ao dizer que em sua administração, os abrigado estão tendo atendimento médico com um neurologista em Botucatu, sendo que, tais atendimentos são realizados há muito tempo atrás. Não bastassem tantas falácias, Edson em momento algum respondeu as denúncias, provando mais uma vez que elas são verídicas, vindo dos funcionários da própria Fundação.

Logo após sua entrevista em uma rádio, Edson surpreendeu-se ao ver a matéria provando e mostrando a garrafa de refringente vencido que estão sendo servidos aos abrigados. Ardil, poltrão e burlesco, Edson tentou manipular a verdade, mais uma vez.

Ao ver a matéria mostrando a garrafa de refringente, o atual presidente tentou descobrir quem teria entregado a prova ao jornal, ao invés de se conscientizar que está errado,e, pelo menos pedir sua saída da Fundação, preferiu gerir seu foco para saber quem o denunciou. O jornal não está brincando; apenas mostrando à verdade inconveniente a sociedade avareense.

Chega de mentiras.

a

25/01/2010

ELES NÃO SABEM SE DEFENDER

A Redação do Jornal A Bigorna tem recebido diversos e-mails de leitores indignados com a ação nefasta da administração de Edson Luiz Santiago a frente de uma das Fundações mais tradicionais do país.

Não fosse só isso, eles relatam dezenas de denúncias, mas que, infelizmente por falta de materialidade, não podem ser divulgadas pelo jornal.

Uma delas é a respeito da FestSol, ou Festa da Solidariedade, a qual pairam grandes dúvidas a respeito do balanço supostamente apresentado, o qual segundo um denunciante aponta para um valor arrecadado irrisório.

Coincidências, a parte, o descalabro precisa acabar, e o Secretário de Bem Estar Social precisa se pronunciar a respeito, ou ficará omisso nas questões e denúncias.

Para o bem daqueles que não sabem se defender, a Fundação precisa extinguir de lá esses dois administradores. Pelo bem da cidade e, principalmente pelo nome de padre Emilio Immos.

a

22/01/2010

FUNDAÇÃO PADRE EMILIO É CASO DE MORAL E JUSTIÇA

As denúncias contra o presidente Edson Santiago e Aparecido Gato Fernandes mostrando as mazelas que se encontra a Fundação Padre Emilio deve ser considerado um caso de polícia e, principalmente de moral.

Ambos se escondem atrás dos pilares da igreja católica, através de campanhas e eventos religiosos, mas em sua administração para com o próximo, se utilizam delas para empregarem parentes e fazerem da instituição, como no caso da Fundação, o quintal de suas casas.

Não fosse só isso, Gato foi um dos piores vereadores eu Avaré já teve. Prova disso é que sua pessoa não é aprovada entre os moradores do Camargo e do jardim Paraíso.

O caso da Fundação Padre Emilio requer uma rápida intervenção, e o afastamento das pessoas que vem causando os transtornos financeiros e pessoais no local.

É caso de polícia, justiça e decência moral.

a

20/01/2010

E O MELADO AZEDOU

O melado namoro entre Barchetti e o PMDB azedou nesta semana.

Na fatídica noite de segunda-feira ‘treze’ os reacionários peemedebistas tentaram vingar seu apoio ao governo do ex-barbudinho peemedebista. Malograram, pois a voz ‘barítona’ de Paulucci foi mais forte que todas as demais juntas.

Embora a vontade mais íntima de Poio Novaes e João Lima fosse a de aderir para compor e ‘mudar’ os rumos do governo Barchetti, Miguel acabou impedindo que ‘seu’ partido aderisse sem antes ter uma decisão final do TSE.

Razões a parte, o PMDB no governo, seria para Barchetti um presente de natal antecipado. Conseguiria angariar bons nomes para o governo e o apoio e cumplicidade peemedebista.

Mas como “em terra de sapo mosquito não dá rasante”, o habilidoso Miguel, segundo palavras de Poio não se opôs, caso algum nome do partido seja convidado a ‘participar’ do governo, ou trabalhar junto ao município.

Pelo sim, ou pelo não. Querendo ou não, os partidários assim, estarão livres para escolher, como o fez Hadel Aurani.

Bom pra um; melhor pra outro.

a

19/01/2010

TSE QUER DAR DIREITO À PRESOS

O Tribunal Superior Eleitoral quer instalar urnas eletrônicas nas cadeias e penitenciárias, onde os detentos poderiam, assim, votarem e escolherem seus candidatos.

Não fosse trágico, o fato requer maior prudência, pois com ela vem a seguinte questão:

Como dar direitos a alguém que não cumpriu seus deveres?

Para que alguém tenha direito a voto, essa pessoa deve no mínimo ser cumpridor de seus poucos e parcos deveres, e não ser um assassino, estuprador ou traficante.

Tal medida pode afrouxar ainda mais o já desalentado sistema prisional, onde presos tem direito a sexo, celular e drogas.

Ou se muda a consciência, e se imbui de que preso é preso e como tal deve ser tratado, ou daqui a pouco, eles - pobres detentos - estarão governando o país.

a

18/01/2010

A CANOA DA ALIANÇA PARECE QUE NAUFRAGOU

O pouco que se nota é  que o PMDB levou uma ducha fria com as palavras de Miguel Paulucci, na semana passada.

Miguel não quer aliança; não aprova, e tem razões para isso, ao passo que alguns peemedebistas querem se aliar ao tucanato.

A recusa de Miguel foi incisiva e, até certo ponto forte, o que foi sentido pelas palavras.

Barchetti, que já  foi secretário municipal de Paulucci ouviu, mas não desanimou. Bateu o pé e pediu até conselhos a Miguel. Quer o PMDB dentro e ponto.

Enquanto isso, panos quentes são postos, até que tudo se esfrie, e no mais as conversas possam, talvez, voltarem.

Difícil. Parece que a aliança foi com canoa e tudo ribanceira abaixo.

Só não se sabe se ela Naufragou. 

a

16/01/2010

A ALIANÇA MELOU

Quando tudo poderia dar certo, o melado virou.

O PMDB e Barchetti trabalhavam nos bastidores uma aliança, até que, a imprensa descobriu e azedou o melado tucano.

Com as notícias, a aliança, aos poucos foi sendo estendida e protelada, e piorou ontem (15), quando Miguel Paulucci disse que o partido não pode aderir quando ainda luta pelo poder.

Azedo, melou e agora o caldo parece que vai engrossar.

As palavras de Miguel foram fortes o suficiente, e após isso, ninguém de PMDB disse mais nada.

Agora fica a questão: Miguel Paulucci tem tanta influência, a ponto de impedir uma união?

Barchetti bate o pé, e quer, porque quer a união em nome de Avaré. Não quer cartas avulsas, quer o baralho todo do PMDB.

Aí sim o caldo entorna, e somente o tempo, o senhor absoluto da razão poderá responder a questão principal: O MELADO MELOU?

a

14/01/2010

À CÉSAR O QUE É DE CÉSAR

O PMDB poderá entrar no governo. Ponto.

O PMDB ainda não é governo. Ponto.

Essas são as frases mais ouvidas ultimamente.

Apesar das críticas, há de se dar a César o que é de César.

O PMDB tem Hadel Aurani na FREA, mas o PT tem o seu ex-presidente Joaquim Vicentini como chefe do setor de compras de Barchetti.

E aí? Hein?

Quem estaria no governo. Interrogação.

Assim o roto falar do rasgado não dá, ou seja, o PT não pode falar do PMDB.

A base de vereadores de Barchetti parece não estar nada contente. Não se sabe o motivo do descontentamento.

Já os líderes peemedebistas dizem que, se entrarem no governo irão apoiar mudanças drásticas no governo.

É questão de se esperar, e de se dar a César o que é de César.

a

13/01/2010

ATÉ QUANDO ESSA PALHAÇADA?

A gasolina deve ter novo reajuste, entre hoje e amanhã. O etanol já subiu quase 100% em menos de 1 ano, e o governo federal não faz nada, finge que faz, e diminui a mistura de etanol na gasolina. O preço final?

A gasolina deve subir mais uma vez.

Assim o povo continua sua caminhada submissa aos poderosos. Não se queixa, não se indigna. Simplesmente aceita, como se tudo fosse normal.

Pagará até o final de janeiro, segundo prognósticos, cerca de 2 reais o litro de etanol.

Mas tudo parece que está a mil maravilhas. Não existe a olho nu, nenhum sinal de que o brasileiro esteja descontente, pelo contrário, dá a Lula 70% de aprovação popular.

Experimente fazer aumentos e descalabros desse tipo na Argentina, e veja o que acontece.

Fica a pergunta: Até quando o brasileiro tolerará essas palhaçadas?

a

12/01/2010

O PMDB, AGORA VEM?

Estava escritos nas estrelas?

Desde o início de seu governo, Barchetti vem ‘namorando’ o PMDB.

A ligação entre Barchetti e o partido deriva além da ligação dom Poio Novaes, com sua raiz política. Iniciado no PMDB, Barchetti não esconde seu desejo em ter os peemedebistas ao seu lado.

Fato este que tem deixado alguns aliados irritados, como o democrata Jair Canovas, o qual segundo suas declarações deixam nítida sua reprovação em ter o PMDB ao seu lado.

Além de tudo, o partido poderá ser agraciado com uma secretaria. Especula-se que, a Secretaria de Trânsito poderá passar para as mãos do partido de Temer e Sarney, e que em Avaré é chefiado por João Lima, Tuta e pelos vereados Poio e Rosângela.

O PMDB pode aderir ao governo a qualquer momento e Miguel Paulucci até o momento não se pronunciou. O silêncio da Miguel é considerado adventício, e muitos partidários que se opõem a aliança esperam algum pronunciamento de Miguel.

Enquanto isso as especulações continuam: Será que vem mesmo?

a

08/01/2010

APESAR DOS PESARES

Barchetti realizou a assinatura do projeto federal de casas populares. Conseguiu a Vila Dignidade. Acertou a dívida da FREA e Avareprev e foi só.

Administrando miséria passou apertado e não pode fazer mais nada.

Mas sua administração pretende segundo suas palavras, transformar Avaré num canteiro de obras. Não basta. Precisa primeiro cuidar das ruas esburacadas e das centenas de lâmpadas queimadas.

Seu secretário de Obras é fraco e pior, administra duas secretarias sem conseguir cuidar de uma.

Barchetti continua ser teimoso. Não se sabe o porquê de deixar gato com duas secretarias. De duas uma: ou ele acha que Gato é o salvador da pátria ou está sendo enganado.

O prefeito de bobo não tem nada. Mas se não olhar melhor para alguns pontos fundamentais vai acabar se enrolando.

A pesar dos pesares tem uma boa eloqüência e tenta divulgar ao máximo suas conquistas. Apesar do pesares tem olhado para o retrovisor e visto a batata estragada que recebeu. Se não cuidar ela - a batata - apodrecerá em suas próprias mãos.

a

07/01/2010

UMA RIDICULARIZAÇÃO RIDÍCULA

Tomou proporções de grande impacto as palavras ditas pelo jornalista da Band, durante intervalo, onde Boris casoy ridiculariza dois lixeiros, ao se referir a eles como a mais baixa escala do trabalho.

Boris no auge de sua carreira e certamente de sua vivência parece ser muito inteligente, mas pouco deve ter aprendido sobre a vida.

Não somos o que temos, nem somos o que fazemos ou trabalhamos. Somos sim, aquilo que nos é destinado ser, um grande empresário a um grande lixeiro. Ambos a vida é uma só. Uns com muitos; outros com muito pouco. Ser pobre não é motivo de ser chacota. Os dois senhores ali estavam trabalhando honestamente, e mostraram terem espírito de verdade, e não um espírito espúrio, onde o dinheiro e o poder são mais admirados que o caráter de cada um.

Uma pena vermos ainda pessoas de nível escolar e de grande conhecimento tripudiarem em pessoas de nível simples e achá-las que, por serem lixeiros não poderiam aparecer na TV.

Boris manchou sua imagem. Não conosco, mas com sua própria consciência.

a

06/01/2010

NOVO AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS

Seria cômico se não fosse desastroso. Os combustíveis tiveram novo aumento. Tanto o etanol como a gasolina tiveram um reajuste em menos de 30 dias desde o último aumento.

O brasileiro que perdeu a noção de indignar-se mais uma vez ‘faz de conta’ que nada está acontecendo.

Como disse o próprio ministro Joaquim Barbosa, o povo brasileiro não se indigna mais com nada. Seja corrupção ou aumento abusivo com vem sendo o dos combustíveis.

Para o ministro a elite pensante do país deveria se engajar mais
e deveria abandonar a clivagem ideológica e partidária que guia suas manifestações.

O povo brasileiro já está pagando mais para abastecer seus veículos. Um aumento abusivo, nocivo. Uma ladroagem aos olhos de Lula, o qual terá o apoio dos Usineiros na campanha eleitoral do PT.

Viva o Brasil. Viva Lula e seu PT.

a

04/01/2010

ANO NOVO COM VELHOS VÍCIOS

Começou 2.010.

Começou lentamente, mas já vai tomando forma. As festas passaram, e agora a labuta recomeça sem nunca ter parado.

A frigideira política não esfriou, apenas amainou-se em fogo brando, quando os ataques e acusações e críticas passam por um momento de ‘espera’. Espera o ano que vem.

Geralmente em todo o mundo é assim.

2.010 promete ser um ano conturbado no plano político. Já não existe mais o Barchetti fragilizado. ‘refém’ do medo de ser subtraído repentinamente. Da noite pro dia. Barchetti já avisou seus assessores que, no mínimo promete mudar o que está emperrado.

Melhor para os avareenses. Como prefeito sofreu as agruras de um ano atolado em dívidas. Recomeça o ano esperando IPTU e IPVA, para que estes salvem o inicio de governo. Depois terá de correr atrás de dinheiro de fora. Avaré está sucateada há anos. Só que ninguém quis avisar a população. Era mais cômodo. E também o povo, a parte que sabe e está a par de tudo, também não estava nem aí para o que vinha acontecendo a olhos nus e crus.

Joselyr foi um ‘tumor’ extraído da vida política. Era dono de uma votação fora do comum.  Prova disso que a população avareense, assim como qualquer outro brasileiro, não se preocupa para onde vai o dinheiro de seus impostos, os quais pagarão ainda mais neste ano.

Povo burro é isso mesmo. Ajuda quem não precisa e não se importa de deixar-se levar. Levar seu dinheiro, afinal, impostos são como fiado. Você gasta/paga, mas nem sente.

Assim é o brasileiro. Otário ao extremo.

Barchetti tem o dever de se recuperar do ano que passou. Tem tudo nas mãos. Desde o apoio na Câmara, como a benevolência do povo.

Começamos um novo ano. Cheio de velhos vícios.

a

30/12/2009

2009 JÁ NÃO VOLTA MAIS

Os minutos e horas se foram, assim como os dias e meses de 2.009. Um dos anos mais turbulentos politicamente em Avaré.

Joselyr ganhou, mas não levou, e isso deixou Avaré numa lengalenga por mais de 6 meses. Depois até a poeira assentar, o ano acabou acabando.

2.009 foi um ano assim, diferenciado. A população de Avaré ainda carece de serviços de melhor qualidade, assim como o brasileiro que, em geral, escolhe mal seus representantes e acaba ele mesmo pagando o alto preço por sua omissão política.

Avaré tem tudo para alavancar e sair do marasmo de dívidas e promiscuidade política que assombrou Avaré no último mandato.

Barchetti tem a chance de ser um bom prefeito. Falta-lhe tino de administrador, onde perde por léguas para Joselyr. Mas no quesito influência e defesa do município ele supera seu ex-aliado.

Paradoxalmente temos uma Câmara diferente da anterior. Melhor ou pior será os olhos dos eleitores que deverão tirar suas conclusões depois dos 4 anos.

Houve mudanças. Não drásticas, mas elas houveram. Os vereadores da base fizeram sua parte, assim como os da oposição mantiveram sua linha.

Não foi um brilhante ano para a política avareense. Espera-se um ano mais frutífero para toda a população de Avaré.

Assim, deve-se pensar politicamente já em 2.010, com planos e projetos, pois 2.009 já não volta mais.

a

28/12/2009

CONDENADO MAIS UMA VEZ

Se o ex-prefeito cassado Joselyr Silvestre somasse todas suas condenações, sejam elas cíveis ou administrativas poderia percorrer uma grande distância com sua folha corrida.

Não bastassem as Contas rejeitadas; não bastasse não ter direitos políticos; não bastasse ser condenado em ações cíveis por improbidades, desta vez o ex-prefeito conseguiu mais uma ilegalidade em seu currículo.

O TCE apontou duas irregularidades na contratação da empresa Vale do Rio Novo de Avaré, e na distribuição de dinheiro público aos catadores de lixo.

 Joselyr a cada dia se torna um ex-político fenomenal. Suas condenações são coisas de outro mundo, ou melhor, de um mundo onde os acertos são feitos na calada da noite.

A justiça é lenta, mas ela não tarda, e quando chega, ela é avassaladora com quem lesa os cofres públicos.

Ainda há esperança de que maus políticos como Joselyr e outros afora, sejam banidos da vida política pela justiça, esta que é a única arma contra corruptos e corruptores do poder.

a

22/12/2009

POVO OMISSO PAGA PELA SUA OMISSÃO

Além de comprovado que brasileiro é um alienado político, segundo pesquisa cerca de 69% não se interessam por política, o brasileiro também continua sendo um povo omisso.

Não se indigna. Não se manifesta. Não diz nada, e vai para casa assistir a novela das oito como se nada estivesse acontecendo.

Mas antes ele passou no posto de gasolina. Abasteceu seu veículo e pagou 57% só em impostos para o Lula, o qual tem que gerir suas bolsas esmolas, que, afinal, são dadas com o dinheiro do trouxa feliz.

Fosse na Argentina os aumentos abusivos como vem sendo o do ex-álcool, o povo lá, já estaria nas ruas fazendo seu- panelaço.

Mas aqui é diferente, pois na terra do samba quem reclama é ingrato, pois vive no paraíso.

Só se for no paraíso dos impostos e dos governantes mais corruptos e enganadores, principalmente o PT que subiu ao trono como salvador e deve sair como Judas. Mas mesmo assim o brasileiro ‘idolatra’ Lula, mas isso é assunto para outro dia.

Se amanhã você  for escolher seu presidente terá duas ótimas opções no mercado:

Dilma do PT fanfarrão e Serra do PSDB, aquele mesmo que encheu você de pedágios.

É assim mesmo. Povo omisso paga pela sua omissão.

Parabéns, vocês se merecem.

a

21/12/2009

PRODEMA SINÔNIMO DE PROBLEMA

O PRODEMA foi ressuscitado, depois que o vereador Roberto Araujo enviou projeto de Lei revogando uma lei que prejudicava o município.

Avaré, embora pudesse ganhar indústrias e empresas, no final das contas teria que devolver todo ICMS arrecadado.

Mas o ‘X’ da questão não é esse; o foco é outro e muito pernicioso.

A Lei nunca foi divulgada. Ficou quieta. Somente uns poucos sabiam.

Segundo denúncias uma ‘mala preta’ ocorreu assim que a lei foi aprovada, e um agente público ganhou muito com isso.

Cabe ao Ministério Público investigar.

A lei não era para beneficiar a cidade, isso é nítido e claro; era sim para beneficiar o bolso de mais um político sem escrúpulos, dos milhares que já existem.

PRODEMA, agora é sinal de PROBLEMA.

a

18/12/2009

A NOVELA E A VIDA POLÍTICA

Os recursos impetrados por Joselyr e, e respectivamente Miguel Paulucci deverá ser analisado somente no próximo ano.

O Agravo regimental solicita que seja revista a decisão de Versianni, ao manter Barchetti no poder.

A oposição sentiu o duro golpe, pois tinha como líquido e certo a vitória no TSE baseados, segundo relatos no Código Eleitoral.

Ao invés disto, Avaré  começou a política em turbulência máxima. Barchetti no cai não cai; aliados de Joselyr espalhando boatos idiotas e sem nexo, e a oposição lutando pela decisão da justiça de Avaré.

2.009 acabou, ou quase acabou e Barchetti continua e deverá continuar até o fim do mandato.

Já não tem o apoio irrestrito da vereança, mas ainda goza de apoio.

Se souber administrar diferentemente deste ano terá grandes feitos e melhorias que agradarão a população. Se mantiver algumas ‘cabeças pensantes’, as quais só estão interessadas em seus próprios interesses caí na vala comum, e passará 4 anos afundando seu curriculo-politico na lama.

Prova disso é um assessor, o qual, quando aparece no Paço vai tomar café e fazer joguetes políticos, mas é mantido no cargo por força de um determinado deputado. Aliás, o assessor foi um dos braços direitos e esquerdos do ex-prefeito. Conseguia com uma fluidez notável fazer captação de “verbas” quando o ‘Cassado’ precisava.

A estória é tenebrosa; quem diga Barchetti numa reunião com seu ex-aliado logo no início do mandato em São Paulo. 

a

17/12/2009 

NOVA LEI DO ALUGUEL

Daqui a pouco mais de um mês entra em vigor a nova lei do aluguel, sancionada na última quarta-feira. A mudança de regras promete tornar mais difícil a vida dos maus pagadores, por um lado, e melhorar o mercado de imóveis, diminuindo o preço de casas e apartamentos para alugar, por outro.

As duas coisas, na verdade, estão relacionadas. Antes, com a dificuldade para conseguir despejar inquilinos que se recusassem a pagar, muitos proprietários ficavam com medo de negociar o seu imóvel. Eles ou aumentavam o preço do aluguel, já embutindo o risco de calote, ou deixavam o imóvel fechado, ou o colocavam à venda.

A nova lei obriga o inquilino inadimplente a deixar a residência em 15 dias depois de recebida a ordem do juiz. Assim se espera que os proprietários tenham segurança para fazer o negócio, a oferta de imóveis aumente, e o preço caia.

Mas a lei não tem recebido só elogios. Essa mesma possibilidade de despejo rápido tem tirado o sono de muitos comerciantes. É que ela permite ao proprietário, ao final do contrato e caso receba oferta melhor, praticamente expulsar o locatário. Isso pode levar muitos donos de loja ou restaurante a viver em constante insegurança, temendo perder o "ponto" em que investiram suas economias e seu trabalho.

É preciso acompanhar os efeitos da lei, quando ela entrar em vigor, e, se for caso, fazer as devidas correções.

O princípio da mudança é positivo, de toda forma. Busca estimular um mercado importante e facilitar o acesso ao imóvel alugado. Tomara que funcione.

Editorial publicado no jornal Agora.

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16/12/2009

BALANÇO DE UM QUASE BALANÇO

O ano quase terminou, e não parece que Barchetti ficou já, quase 1 ano a frente da prefeitura.

Primeiro porque se sentia acuado devido sua instabilidade. Segundo porque não falava a verdadeira e real situação econômica do município. Pagou caro por isso, e quase nada pôde fazer.

O quase balanço do balanço é um traço do governo que esteve em cima do muro, ou no cai não cai.

Não caiu. Por fim, e afim disto Barchetti terá 2.010 pela frente, e se não mudar radicalmente a estrutura de seu governo cairá na chamada ‘vala comum’, ou seja, daqueles políticos que passaram pelo poder sem deixar saudades. Prova disto se chama Wagner Bruno, que se ‘encastelou’ dentro do gabinete e colocou uma venda em seus próprios olhos.

Outro exemplo negativo é seu ex-companheiro, que venceu as eleições para Barchetti. Fez muita praça, comprou muito remédio, que por sinal nem se sabe onde foi parar, e saiu da vida política pela porta dos fundos.

Cassado e se continuar no andar com as contas sendo rejeitadas sistematicamente, o seu ‘santo’ que é de barro deverá estatelar-se ao chão e porá um fim a vida de um político com votos que jamais alguém conseguirá bater, mas que pela ambição foi traído por ele mesmo.

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15/12/2009

ANTIGAMENTE O ROUBO ERA MAIS DISCRETO

É tudo tão rico, tão farto, que o “que vergonha” não basta. Há uma estranha beleza nisso tudo. Temos de analisar a estética do roubo, da cumbuca, da mão grande.

Os atores estão bem. Na hora de pegar a bufunfa são cordiais e alegres. Depois mentem bem, não são canastrões. A mentira é calma, digna, não há rubores nem lágrimas.

Antigamente o roubo era mais discreto. Até que um famoso corrupto paulista cunhou a frase celebre: “10% é para garçom”. Ai tudo mudou. O vice-governador é acusado de querer 30% que esganação.

Antes, tínhamos a mala preta de dólares, depois veio à cueca e agora o cara enchendo as meias e dizendo: “botei nas meias porque não uso mala”. Acho que na cueca e meias é mais quentinho, sexualmente excitante.

E as desculpas? Como no mensalão: “ah, dinheiro de campanha!”. Mas, o Oscar da patranha vai para: “o dinheiro é para comprar panetones para crianças pobres”.

E é maravilhoso sabermos que, neste momento, há dezenas de políticos em todos os partidos vendo estas cenas e roubando sem parar. Eles sabem que a Justiça é cega e paralítica e usarão o “não, o não fiz, não sei.” E contam com a máxima inesquecível do Presidente do Senado: “o silêncio, a paciência e o tempo”.

Originalmente escrito por Arnaldo Jabor

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14/12/2009

JOSELYR O LEÃO SEM DENTES

O ex-prefeito Joselyr Silvestre está mais uma vez com a ‘Corda no Pescoço’.

Desta vez o TC deu parecer contrário as suas contas de 2.006, e enviou à Câmara de Avaré.

Um paradoxo pode e deve ser analisado, e eles são dois.

1º Se Joselyr fosse prefeito a Câmara não acataria o parecer do TC; e não adianta vereador falar o contrário. Joselyr sempre teve o domínio na Câmara, e quando alguns tentavam se rebelar ele sequer lhe atendia, além de que passava por cima dos vereadores e fazia sua base de ‘gato e sapato’.

2º Agora que ele não é prefeito, e corre o risco de ser banido de uma vez por todas da vida política, o jogo é outro. Joselyr está em ‘xeque’, e muitos vereadores, que, antes eram seus súditos já não nutrem a ‘simpatia’ de antes. O velho jargão – Rei morto Rei posto – assim o ex-prefeito e único prefeito cassado da história de Avaré, e que tem um invejável número de votos corre o risco de ter a cabeça ‘ decepada’ por aqueles que antes o adulavam.

Joselyr é um leão de votos; é um leão político, e é considerado uma lenda, pois um candidato que não fala e só diz “brigado viu, brigado viu’ tem um eleitorado fora do comum. Mas hoje Joselyr pode continuar a ser um leão, mas já é um ‘leão banguelo’.

E político sem cargo é como um leão sem dentes.

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11/12/2009

A GUERRA NÃO ACABOU

Quando Barchetti venceu nesta última semana no TSE, pairou no ar que a GUERRA JURÍDICO/POLÍTICA teria acabado.

Mas nos dias 9 e 10 de dezembro, tanto Joselyr Silvestre quanto Miguel Paulucci ingressaram com um Agravo Regimental, o qual solicita ao TSE que a decisão do ministro Arnaldo Versianni seja levada à Plenário.

Bem, aí vem a pergunta: O que é ser levado à Plenário?

Ser levado ao Plenário do TSE nada mais é de que, a decisão monocrática de Versianni seja analisada pelo conjunto de mais 6 ministros do TSE, e assim, eles votarem se o relator Versianni decidiu corretamente ou não.

Antes de falar das hipóteses, cabe salientar que a análise do Agravo Regimental não tem data ou prazo estipulado para ser julgada. Assim, poderá ser julgada em 1 mês, 1 ano, 2 anos, 3 anos... pois no próximo ano teremos as eleições para Presidente/ Senador/ Deputado,e assim fazendo uma simples analogia cabe salientar, que, se o TSE não consegue julgar em tempo hábil as eleições municipais e seus milhões de recursos, imaginem as eleições mais importantes, as quais os interesses são centenas de anos luz mais disputados e importantes.

E finalizando, Barchetti deverá continuar por pelo menos mais uns 2 ou 3 anos, e só quando estiver acabando seu governo, o TSE terá tempo de se preocupar com Avaré.

Assim, Joselyr e Miguel amargarão e sentirão na pela a lentidão judiciária brasileira.

Mas as duas batalhas Barchetti venceu, mas existem ainda mais algumas, para só então vencer de uma vez por todas uma guerra sem sangue, mas ávida pelo poder.

a

10/12/2009

ENTRE ORGIAS E DESCALABROS

A matéria de Capa do Jornal A Bigorna mostra jovens e, mesmo, menores consumindo e fazendo seus bacanais, os quais são realizados desde que o mundo é mundo.

Mas a sociedade de indigna com alguns atos homossexuais.

Bem, a preferência sexual de cada um é uma particularidade, e o povo deveria se escandalizar mais quando é roubado diuturnamente por políticos e mais políticos.

O único escândalo no local se dá pela suposta presença de menores bebendo e em local inapropriado para sua idade.

Afora isso, se uma casa noturna ou outra resolver fazer seu ‘clube das mulheres ou dos homens’  nada disso é ilícito, desde que, claro, não existam menores no local.

O brasileiro deveria se escandalizar com petistas federais, os quais são bandidos políticos; democratas como o governador de Brasília, dentre muitas outras picardias de políticos escrotos.

O resto é falso moralismo. Nada mais.

a

07/12/2009

O SECRETÁRIO TREINADO PARA SER RUIM

As pessoas que se candidatam a serem pessoas com vida política devem estar cientes de que, um dia ou outro estarão passíveis às criticas.

É o caso do Secretário de Obras e interinamente de Trânsito, o qual dá a leve impressão de que foi treinado para ser ruim.

Ele aglomera duas Secretarias de grande importância e vital para o bom andamento da cidade.

Assim, ele não consegue como diz o ditado popular- ‘assobiar e chupar manga’ - ao mesmo tempo.

Duas Secretarias como vêm gerindo e da forma que está gerenciando não conseguirá dar conta do recado.

As reclamações do setor rural são tantas que ele simplesmente diz que não têm como resolver tudo. Assim Barchetti deveria abolir a Secretaria de Obras, pois pra que uma Secretaria que não resolve nada? É melhor ficar sem, assim poderá ter uma desculpa para as dezenas de reclamações.

Ou ao invés de manter um Secretário que só vive nos bastidores e nas picuinhas políticas, arrumar um Secretário ao nível de Pedro Luchessi que foi a São Paulo e conseguiu 10 pontes metálicas para a zona rural. Isso que seria trabalho da Secretaria do Aparecido.

O qual como diz o nome, realmente só quer se APARECER.

a

05/12/2009

GCM

Barchetti anunciou na última sexta-feira as viaturas da Guarda Civil Municipal.

Dois veículos doados pela prefeitura por outro município.

Independentemente da criação da GCM ainda não ter sido criada, o prefeito mastiga o bolo mesmo que esteja cru. Tamanho é sua confiança nos vereadores de sua base; há que se dizer que Barchetti pode se considerar o único prefeito da história sem oposição, mas isso são outras águas.

A criação da GCM tem o apoio do competentíssimo delegado Vagner Bertolli. Ponto positivo, sem dúvida.

O prefeito, a princípio disse que não fará concurso, pois não quer aumentar as despesas de folha de pagamento; depois caí em contradição e diz que fará no próximo ano o concurso para cerca de 20 vagas. Por aí já errou.

Outro ponto a ser analisado gira em questão dos homens que comporão a GCM em si. Isso porque se, algum deles vier a agredir uma pessoa, e isso pode acontecer, pois o trabalho de um GCM não é fácil, e o caso for grave, quem arcará com as despesas de indenização?

O município, claro. Ou pior você contribuinte, que já não tem Saúde da qualidade que merece; não tem escolas da qualidade que merece; não tem uma porção de outros serviços pelo qual você paga.

Assim a criação da GCM é um ponto de interrogação. Existem pontos positivos, mas os negativos são grandes e devem ser medidos na propensão de sua grandeza.

São coisas que só o futuro poderá responder; mas o futuro não é hoje, nem amanhã, e sim, daqui alguns meses ou anos. Não será fácil.

a
04/12/2009

QUANDO 2 MAIS 2 SÃO 4

Barchetti agora não tem mais o que temer.

Pode-se dizer que ele é prefeito; claro a não ser que algo de muito sobrenatural aconteça e Joselyr reverta a ação da justiça comum.

Difícil, quase impossível.

De agora em diante o prefeito que vem sendo criticado por dar prazos e não cumpri-los na data prevista pode se acalmar um pouco.

Barchetti na ânsia de resolver algo acaba se precipitando e falando, as vezes coisas que não pode cumprir de imediato.

Mas agora com caneta e tampa não nas mãos pode calcular tudo antes de falar, e, principalmente pensar, assim como 2 mais 2 são 4.

a

02/12/2009

UM ‘CARA’ DE SORTE

Realmente Barchetti é o tal “cara” de sorte na política

Se não tiver sorte no amor ou em ganhar na Mega Sena, o atual prefeito é um dos políticos mais sortudos que já passou por Avaré.

Diga-se sorte sim, pois conseguiu chegar ao poder por vias imprevistas e inimagináveis.

Barchetti já foi vereador e teve uma expressiva votação. Como candidato a prefeito sucumbiu perdendo para WB e Joselyr amargando um 3º lugar desastroso.

Mas o ditado de que cada dia deve ser vivido plenamente, Barchetti através da união de Joselyr e o PSDB acabou saindo como candidato a vice, e jamais esperava que fosse acontecer os fatos da cassação do ex-prefeito.

Com isso, mesmo cassado Joselyr manteve sua campanha e candidatura. Acreditava que conseguiria assumir se ganhasse nas urnas.

Ganhou mas não levou, e acabou deixando ao seu vice o deleite do poder.

Depois de travadas muitas batalhas jurídicas, Barchetti se consolida, não na totalidade, mas já com 80% de chances de manter-se no poder pelos próximos 4 anos.

Daí será outra história. Se no porvindouro Joselyr sair candidato, o partido ‘racha’, mas isso é uma história para o futuro, que, aliás, está muito distante.

a

30/11/2009

O SECRETÁRIO SE DEFENDE

Nesta semana que passou um alarde foi feito em razão de uma notificação do TCE ao prefeito municipal pedindo explicações sobre cerca de 692 mil reais que entraram nos cofres do município e não tiveram a apresentação de contas.

Depois disso, o Secretário da Fazenda finalmente falou.

Clóvis alega que ele mesmo recebeu o dinheiro e depositou na conta da prefeitura de Avaré. As contas não foram prestadas ainda, pois o último carro furtado na Emapa foi pago somente em setembro deste ano, 9 meses depois da festa.

Assim o secretário explica, mas não justifica, pois pagar um carro somente depois de 9 meses da data do furto é um desrespeito a pessoa que ‘confiou’ no poder público.

Segundo Clóvis as contas do dinheiro estarão disponíveis em 15 dias.

Menos mal, se assim for, um ponto a menos, pois e depois de tanto tempo para apresentar as contas é tempo demais, ainda mais depois de ter sido cobrado pelo TCE.

Quem não quer dor de cabeça não precisa e não é obrigado a fazer parte de uma comissão de festas; foi e estava na comissão por vontade própria, e paga agora pelos serviços mal executados.

a

27/11/2009

MAIS UM ‘ABACAXI’ TAMANHO FAMÍLIA

O governo Barchetti tem sido uma direção interessante, tanto do ponto de vista político, como do ponto de vista de uma suposta moralização administrativa.

Alguns afastados; outros exonerados; funcionários respondendo processos internos, enfim um pouco de cada coisa.

Existe até uma carta anônima dizendo poucas e boas sobre o concurso do PSF, mas como o anonimato é uma forma covarde de expressão não devemos sequer dá-lhe crédito.

Mas nesta sexta-feira mais um ABACAXI tamanho família aportou sobre o Paço Municipal. Desta vez, o TCE quer saber onde foram parar cerca de 692 mil reais, os quais foram repassados por uma empresa para que fosse realizada a Festa Country do ano passado. Aquela mesma, na gestão de Lílian Silvestre, mas que foi administrada por Joselyr Silvestre, a olhos de quem quisesse ver.

Enfim, Barchetti teve que tomar uma decisão e enviou à Procuradoria, para que o órgão notifique as pessoas citadas pelo TCE. Verdade seja dita, Barchetti a primeiro momento não queria tomar pulso, mas como viu que, não tomasse providências iria ‘arder no seu’ mandou o abacaxi pra frente.

E assim vai o barco dos desnutridos. O povo continua pedindo esmola, enquanto os poderosos ‘somem’ com pouca coisa, apenas, uns 600 paus.

É pouco não?

a

26/11/2009

A QUEDA DE BRAÇO

A forte queda de braços entre Barchetti e Roberto Araujo foi uma das principais e mais comentadas da semana.

Barchetti tergiversou e conseguiu um diferencial de Roberto Araujo, ele conseguiu dobrar Poio, Ernesto e Rosângela, e depois foi só esperar a vitória.

Roberto tinha o apoio irrestrito de Vicente, Ditinho, Rípoli e Tucão.

Acabou perdendo nos bastidores por 1 voto.

E esse 1 voto foi de Germinal Pégoli, o qual, aliás, pertence a Mesa Diretora da Câmara.

Pégoli votou contra seu próprio presidente, e fez com que o Araujo ficasse com menos verba, e com isso o perigo de se paralisar um prédio com o porte da Câmara.

Se a obra for paralisada, quem perde são os contribuintes, que no frigir dos ovos é quem paga a conta.

a

25/11/2009

CONTRIBUINTE – ESTE IDIOTA

É realmente fascinante ver a popularidade do presidente Lula, que está beirando os 70% de aceitação.

Com isso crê-se que, a população e o brasileiro em geral gostam das fanfarrices da república.

A Folha de São Paulo apurou ontem que, um avião da FAB, o qual transportava o chefe do Banco Central teve que retornar para ‘buscar’ o filhinho querido do presidente e mais três amiguinhos!

Tudo isso claro, com o dinheiro da população e do sofrido contribuinte, o qual paga um dos maiores impostos do planeta para saciar a ganância política brasileira.

Mas não foi apenas isso. O jornal apurou que o filhinho querido estava em Congonhas, e não em Guarulhos, onde a aeronave havia abastecido. Com isso o comandante do avião teve que ficar voando para gastar o combustível que você paga, para só depois aterrissar em Congonhas; e novamente abastecer para voar à Brasília.

Gostou?

Viva o Lula! E viva o povo brasileiro – o contribuinte idiota e eleitor sem-vergonha na cara.

a

24/11/2009

O ORÇAMENTO DO MUNICÍPIO

Na penúltima Sessão do ano os vereadores aprovaram o orçamento do próximo ano, o qual foi enviado pelo atual prefeito.

Avaré “terá” 161 milhões de reais para gastar no decorrer do ano de 2.010.

Terá é uma palavra certa, mas o orçamento não é tão certo assim, pois Avaré arrecada somente 22 milhões em impostos próprios. O resto depende de emendas, auxílios do governo estadual e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que está em torno de 300 mil /mês.

Mas como 2.010 ainda não chegou, e Barchetti ainda não gastou nada, somente passou o ano pagando dívidas herdadas, que, se somadas estão na ordem de 58 milhões de reais, o prefeito terá uma árdua tarefa, que é administrar o dinheiro sem tê-lo em suas mãos, bem como se contentar e trabalhar com miséria.

Se não buscar recursos dos governos estadual e federal não terá dinheiro para obras e bem feitorias, e poderá passar o ano na míngua, assim como passou 2.009 - Com dívidas e mais dívidas.

Não será fácil.

a

21/11/2009

PSDB É SINONIMO DE PEDÁGIO

O brasileiro está farto; o brasileiro não aguenta mais pagar tanto e receber tão pouco.

Nesta semana a prefeita da cidade de Conchas entrou com uma ação civil pública contra os novos pedágios de José Serra do PSDB, o qual a propósito é sinônimo de pedágio.

O precursor das centenas de pedágios pelo estado de São Paulo chamava-se Mário Covas e era tido como grande político.

Ele foi eleito e encheu de pedágios as estradas paulistas, e, com um alarmante – as licitações foram direcionadas – na época como tinha maioria na Assembleia não houve chance alguma de uma CPI.

Mas não são apenas os políticos os culpados pelas praças de pedágios. Os maiores culpados por pagarem tantos impostos como ‘burros de carga’ é a própria população, a qual escolhe seus próprios governantes.

Assim o brasileiro vai. Pagando a cada dia por serviços sem retorno, e pior a carga de impostos no País é tão grande que supera até os Estados Unidos.

Mas fazer o quê? Se o povo brasileiro é trouxa e vive calado?

a

20/11/2009

GOVERNO MANCO PRECISA DE MULETAS

A matéria de hoje se respalda nas palavras do escritor avareense José Carlos Santos Peres, o qual afirma que o governo Barchetti está manco.

Para o cronista algumas pastas ou Secretarias municipais estão sendo gerenciadas por pessoas que estão aquém de suas capacidades.

Não vem ao caso citar nomes, mas Gato que foi um vereador fraco, e agora assume duas pastas é piada de mau gosto. Calamita não aparece, e nem mostra serviço, deve estar preocupado com outras coisas, dentre trabalhar em seus atendimentos médicos particulares. Márcia Falange tem se esforçado, mas ainda não se encontrou. Clóvis depois das intempéries passadas parece estar mais atento a sua pasta. Muller não fala e não tem contato com a imprensa, e como diz o ditado: “galinha que bota ovo, mas não cacareja vai pra panela”.

Enfim os mancos não se encontram somente em Secretarias, mas também outros setores da administração.

Sem apoio dos assessores e funcionários de primeiro e segundo escalão, o governo continuará ‘manco’ e procurando muletas para se ajustar.

a

16/11/2009

O SOLILÓQUIO DE BARCHETTI

O prefeito de Avaré deve depois dos acontecimentos e do ‘quase’ embate físico com o Provedor da Santa Casa precisa parar um dia só para ele, e, assim, monologar consigo mesmo; fazer um solilóquio de Barchetti por ele mesmo.

Analisar suas frustrações, angústias, sonhos, ambições, e depois desta introspecção tentar levar avante uma administração que tem tudo para ser boa.

A administração herdada tinha uma maneira diferente de administrar. Mais fechado, Joselyr não tinha contato com a imprensa, ao passo que Barchetti é totalmente aberto a imprensa, tanto é que não falta uma semana sem que vá a uma rádio de Avaré.

Barchetti ainda teima em não vestir seu terno. O terno herdado é grande demais para ele. Primeiro porque precisa se impor mais, e se realmente terminar o ano com um terno desengomado e fora de seu tamanho corre o risco de se tornar um péssimo prefeito.

Precisa acabar com as lâmpadas queimadas há tempos em muitas localidades da cidade; tapar de uma vez os buracos que se alastram pela cidade, e priorizar o asfaltamento dos bairros periféricos, mas não se esquecendo de que, as Avenida Major Rangel e Gilberto Filgueiras (antiga Kennedy) estão em colapso.

As alianças e as mãos abertas aos pedidos de muitos políticos têm castigado sua administração, a qual se encontra num nível razoável.

Mas ele não pode se esquecer do solilóquio, que, se bem feito o levará a se escoimar de alguns que estão ao seu lado.

a

14/11/2009

SANTA CASA X PREFEITURA

Na noite de ontem só faltou tapas, porque de resto teve tudo.

Desde acusações mútuas e destruição de um muro que iria separar a Santa Casa do Pronto Socorro.

Barchetti foi lá peitou o Provedor que peitou Barchetti. Ambos acusaram um ao outro.

Um quer que pague outro diz que ele não tem responsabilidade!

A questão Saúde em Avaré não anda bem há muito tempo. O provedor quer o dinheiro, a prefeitura quer que parcele. Assim entre tapas e bofetadas a Saúde continua de mal à pior.

Culpa de quem?

a

12/11/2009

A BATALHA CONTINUA

Embora tenha saído vitorioso em todas as decisões do TRE. O atual prefeito Rogélio Barchetti ainda não é definitivamente prefeito de fato.

O TSE ainda julgará mais um recurso, e este é o mais incógnito de todos.

Quem ficará?

Barchetti? Ou entra Miguel?

O mais importante seria o TSE julgar com certa brevidade o processo e acabar de vez com essa novela jurídica.

Em todo caso, se a decisão não sair até o meio de dezembro, somente teremos a expectativa da decisão para o próximo ano.

a

11/11/2009

BARCHETTI X TRE X MIGUEL

O prefeito Rogélio Barchetti conseguiu na tarde de ontem vencer mais um processo no TRE.

Desta vez, o processo 074 contra sua diplomação. Agora falta o mais difícil: vencer no TSE.

Não há data certa para os ministros julgarem em definitivo na Corte Superior.

Enquanto aliados de Miguel garantem que vencem na última cartada, os aliados de Barchetti garantem que ele não sai por nada e vence no TRE.

Joselyr é considerado carta fora do baralho. Enquanto isso, os avareenses continuam no aguardo de uma decisão final.

Enquanto ela não vem Barchetti reina sozinho. Segundo sua assessoria, o prefeito tem trabalhado muito.

Apesar de estar trabalhando muito como afirmam, Barchetti precisa ainda mudar muitas coisas erradas e precisa ter pulso para isso. Se não mudar se complica. Se mudar se explica o porque de sua permanência no Poder. 

a

10/11/2009

GOVERNO QUER CRIAR A BOLSA CELULAR

Não bastasse o assistencialismo que não erradica a pobreza, mas faz com que muitos cidadãos se acomodem com a situação, agora, o petismo-lulismo quer criar a bolsa-celular, onde milhares de bolsistas receberiam gratuitamente um aparelho de celular pré-pago.

Lula continua o mesmo. Quer perpetuar-se no poder. Nem que para isso tenha que voltar em 2.014.

Lança uma figura na voz e com cara de uma esquerdista, com história fraca e arrogante chamada Dilma, a qual será assessorada pelo um dos mais covardes esquerdistas de todos os tempos chamado Zé Dirceu.

Se o leitor não conhece a vida de Dirceu no exílio seria muito interessante saber quem ele foi, e o que fez quando ministro de Lula.

Não vale a pena falar de Zé Dirceu no Uruguai. O leitor vai se decepcionar.

Enquanto isso o lulismo quer dar agora celular pro povão.

a

07/11/2009

PRESO ENGANA ATÉ O ESTADO

Aas denúncias que partiram de alguns agentes de segurança penitenciária, sobre um suposto esquema do PCC, o qual ‘enganou’ as autoridades públicas, deixa de ser trágico e passa a ser dramático.

Um preso, que possivelmente não tem estudo consegue enganar as autoridades constituídas. Manda matar um deles lá dentro e sai de fininho, e como vítima.

Pois é, tragicômico, burladamente notável tem sim, é que se tirar o ‘chapéu’ para o tal de Macarrão que de massa não tem nada. Mas de celebro parece bem dotado.

A SAP tomou um banho hilário.

E assim caminha nosso País da Piada quase pronta, pois muita piada hilariante irão ainda acontecer.

Aonde chegamos?!?!

a

05/11/2009

UM PAÍS DECANTE E UM SISTEMA PRISIONAL HILÁRIO

As matérias veiculadas em diversos meios de comunicação mostraram que um preso de dentro da Cadeia de Avaré ligou para a PM, depois ligou para o Ministério Público e reclamou que estava sendo ameaçado e precisava ser transferido.

De hilário a comediante, o fato mereceu destaque na maioria dos jornais, mas com uma ressalva: isso é uma vergonha.

O Brasil realmente não é um País sério!

Quando um preso, chefe de uma facção liga de dentro de um presídio de segurança máxima e é atendido prontamente, isso é realmente vergonhoso, cômico e trágico.

Não fosse outra coisa, as autoridades fragilizam cada dia mais o sistema de segurança. Nos Estados Unidos, o preso sequer tem contato com suas visitas e advogados. Eles se comunicam através de vidros e por interfone.

Aqui, no País da piada pronto, preso faz sexo, usa droga e tem telefone a disposição.

Realmente não dá pra chamar o Brasil de um País sério. O Brasil é no mínimo uma nação de idiotas governados por políticos nefastos e incompetentes.

a

04/11/2009

O CONTRATO DA SABESP E O INTERESSE POLÍTICO

Nesta semana a Câmara de Botucatu estará discutindo a renovação do contrato com a Sabesp, e exigirá além de outros benefícios a contrapartida de 50 milhões de reais, ao contrário do que ocorreu em Avaré, ano passado, quando a maioria da Câmara aprovou o contrato – sem ler e sem discutir – a renovação com a contrapartida de apenas 5 milhões, a mando e orquestrado por Joselyr Silvestre, o qual tinha planos políticos com a verba que rapidamente foi liberada.

Desgastado nos bairros periféricos por causa da falta de asfaltamento, o dinheiro caiu como uma luva nas mãos do ex-prefeito, e reverteu as críticas em elogios.

Pois bem, agora, alguns vereadores querem rediscutir o assunto. É tarde demais. Tudo já foi assinado, o dinheiro se foi e quem perdeu com tudo isso foi à própria população.

A culpa? Do ex-prefeito e também dos vereadores da base que aprovaram o projeto.

Isso é ponto passivo.

a

28/10/2009

ELEITOR ESSE SER ESTRANHO

Uma pesquisa realizada nesta semana mostra que dentre os entrevistados, mais de 80% acham que é culpa do próprio leitor eleger políticos corruptos.

Bem, este não é o descobrimento do Santo Graal, mas já é um passo, ou coisa semelhante.

O eleitor se rotulando e se chamando de otário. É isso. Eu sou culpado por votar nesta corja que me rouba e tira de mim uma educação de qualidade, e um atendimento médico com humanidade e qualificação.

Parabéns. Até que enfim descobriram.

Agora só resta esperar as próximas eleições, que serão no ano que vem para vermos novamente “Malufs” da vida serem reeleitos.

E Viva o Eleitor Brasileiro, esse ser estranho, mais parecido com um ET terráqueo.

a

26/10/2009

ALUNOS OU DÉBEIS MENTAIS?

A matéria veiculada nesta segunda-feira, onde relata a agressão de uma launa, e o medo dos professores da rede de ensino público mostra mais uma vez a que ponto chegou a juventude brasileira.

Jovens, alunos ou débeis mentais?

A pergunta é pertinente, pois um País sem infraestrutura na Educação terá uma sociedade natimorta e propensa as mais barbaridades e crueldades inimagináveis.

Professores relatam que são constantemente ameaçados e desrespeitados. Daí surge à indagação: Se são assim ainda moços, como serão quando atingirem a idade adulta?

Sem Educação não existe projeto que prospere; com pouco estudo e discernimento só existirá duas sociedades: as que têm educação e estudo e nível de vida razoável, e os burros e xucros sem estudo, alienados, além extremamente pobres.

Pobreza não pode se tornar sinônimo de burrice e alienação.

a

23/10/2009

A FALTA DE CONSCIÊNCIA DO BICHO HOMEM

"Ser homem é ser responsável. É sentir que colabora na construção do mundo." -  Antoine de Saint-Exupéry

A manchete principal do Jornal A Bigorna de hoje nos mostra um homem de aparência humilde e simples a jogar entulhos e porcarias num córrego.

Para ele, aquele gesto ou aquela atitude pode até ser normal, não sabemos seu nível cultural, mas olhando mais aprofundado, não podemos crer que ele jogue tudo aquilo sem saber ao menos as conseqüências e danos a natureza, pois ninguém é burro demais, e todos possuem um mínimo de consciência, caso contrário viveríamos como animais.

Assim se fizermos uma rápida leitura de algumas frases de sábios que vivem ou passaram por aqui poderemos entender algo mais e melhor:

"A consciência é a última e mais tardia evolução da vida orgânica e, por conseguinte, o que nela existe de menos acabado e de mais frágil." - Friedrich Nietzsche.

"A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana." - Dalai Lama.

"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer." - Albert Einstein.

Enfim, não vamos crucificar àquele cidadão que jogou os entulhos, mas vamos pelo menos pensar um pouco. Será que ele não tinha consciência do que fazia, ou ele é um homem transvestido de bicho?

a

22/10/2009

BURACOS NAS RUAS

A operação “Tapa Buracos” anunciada logo no início do governo de Barchetti ainda não engrenou.

Anda a passos lentos e tapa um ou outro buraco na cidade. Nesta semana o caminhão da operação estava na Avenida Paulo Novaes. Foi feito a manutenção no local, mas a periferia continua esburacada.

Diversas ruas do bairro Vera Cruz estão com ‘crateras’ imensas, e que só aumentam com as chuvas.

Obviamente que, com as chuvas o trabalho fica prejudicado, mas com o sol, a operação deve ter um ritmo dobrado.

Barchetti tem duas escolhas: cuidar bem das ruas, ou será taxado como um administrador relaxado, que fala muito e faz pouco.

Potencial político o prefeito tem, mas terá que provar ainda seu potencial administrativo, que colocando na balança ainda está devendo.

a

19/10/2009

VIOLÊNCIA

A violência ocorrida no Rio de Janeiro não começou ontem, nem anteontem.

Ela vem de anos e mais anos. Devido ao fracasso do poder público e o descaso dos políticos brasileiros o Rio virou um Iraque piorado. Com uma diferença: os Iraquianos têm uma ideologia; já no Rio não há ideologias, mas sim, a ideologia do pó, do crack e da violência pela violência.

O futuro do Rio é triste, é macabro e sanguinário, e sem dúvida quase impossível de se resolver.

Os políticos não estão nem aí pra quem morre ou é atingido por balas perdidas. Estão mais ocupados com lobbies, influência, poder e dinheiro, claro.

De quem então é a culpa?

Do brasileiro, o qual elege mafiosos para lhes representar.

O traficante do morro é apenas um instrumento nas mãos dos verdadeiros traficantes que moram em mansões, eles são as mulas burras com prazo de validade. Já o viciado é um trouxa alienado; ao passo que as autoridades fingem que nada está acontecendo.

Assim vai dia, entra noite o consumo de drogas aumenta, e a violência dispara.

E viva o povo brasileiro.

a

17/10/2009

POVO COVARDE

A destruição/demolição de mais um prédio histórico de Avaré parece que vai cair no esquecimento, tudo por culpa das autoridades?

Não! Definitivamente, não!

Culpa do povo avareense. Culpa do povo covarde, o qual sequer se mostrou no mínimo indignado. Nada foi feito. Nem uma manifestação de repúdio se viu por parte do povo avareense.

Adepto de Jabor, este editorialista acredita piamente no que diz o escritor e jornalista: “o povo brasileiro é burro, é chulo, é covarde.

E nesta frase pode ser colocado também o povo avareense.

Covarde é pouco!

a

15/09/2009

TUCANADA EM FESTA

Na noite de ontem a tucanada avareense esteve em festa. Deram à Geraldo Alckmin o título de cidadão avareense.

Apesar de alguns desencontros entre o ex-presidente Fernando Câmara, a tucanada avareense parece não ter se importado com a insatisfação do ex-presidente, o qual sequer compareceu a cerimônia.

Apesar do assedio, Geraldo não quis falar sobre os planos políticos e a cerimônia ficou mesmo na festividade.

Quem ganha com isso é o atual prefeito, que é um tucano fiel ao partido, e tem o partido como uma segunda pele.

No mais tudo foi festa, e ao povo resta aguardar o anúncio de Geraldo ao governo do estado, juntamente com Serra para presidente.

a

09/09/2009


ELEIÇÕES TUCANAS


O partido tucano de Avaré prepara-se para a eleição de sua nova Executiva Municipal, neste próximo sábado.


Enquanto Fernando Câmara não esconde a insatisfação de ter sido "convidado" a renunciar, o PSDB avareense se mexe pelos bastidores para eleger Fátima Zanella.


O partido hoje é o expoente e governa Avaré com o apoio dos Democratas. Fora isso tem a figura de Barchetti que transita pelos corredores dos governos estadual e federal com desenvoltura.


A eleição de Fátima já é dada com certa, e terá Fidélis como vice - presidente.


A eleição deve ser calma, e o PSDB caminha para se tornar, e se se mantiver no poder, como um dos maiores partidos de Avaré, seguido de perto pelo DEM, que tem como arquiteto o empresário Alexandre Chaddad.


Os demais partidos são importantes, mas na atual conjuntura são meros antagonistas.

 

a

08/09/2009

UM CRIME CONTRA AVARÉ

A derrubada do prédio onde morou nada mais e nada menos do que o ex-prefeito Felix Fagundes é um crime contra a história de Avaré.

Um prédio com mais de 100 anos de vida não pode ser, simplesmente derrubado.

As autoridades têm que se mexerem e acionarem o proprietário na justiça. O crime cometido não tem mais volta. O prédio jamais será reconstruído, e os dias de amanhã serão mais vazio

Se você é avareense e ama sua cidade também se indigne, pois mataram mais um pedaço de nossa linda história.

 

a

06/09/2009

O PSDB DE AVARÉ

O PSDB de Avaré sempre foi um partido pequeno. Não em termos de nomes ou idoneidade, mas em termos de votos.

Na realidade existem duas épocas ou fases no tucanato avareense.

O antes de Joselyr e o depois de Joselyr.

Antes de Joselyr, o partido tinha como expoentes os vereadores Rogélio Barchetti e Marialva Biazom, e só. Não passava disso, e não tinha forças para emplacar um candidato ao cargo majoritário.

O pós Joselyr, sem sombra de dúvidas mudou o partido. O tucanato ganhou mais força e estrutura interna, e, principalmente votos.

Votos estes vindos de Joselyr Silvestre, que pode ser considerado um predestinado político. Ninguém tem tantos votos como o ex-prefeito.

Joselyr é um fenômeno inexorável e inexplicável. Sabe governar a sua maneira, mas deixa arestas questionáveis, fora isso, atualmente se tivermos 20 eleições ele “paparia” todas, sem sombra de dúvida.

Assim, hoje o PSDB parece estar rachando. Fernando Câmara dá sinais de insatisfação e, Barchetti quer emplacar o nome de Fátima Zanela para presidente da executiva. Todos estão sendo consultados, menos Joselyr que, estranhamente vive um auto-exílio.

As coisas podem tomar rumos perigosos dentro do tucanato; o pior só virá se Barchetti não interceder e apaziguar os ânimos.

a

30/09/2009

PLANEJAMENTO OU PLANO DE GOVERNO

A vereadora Rosângela Paulucci bateu forte e pesado nesta semana. Para ela algumas licitações dão mostras de falta de planejamento do governo Barchetti.

A Licitação Emergencial do Aterro Sanitário foi uma das criticadas. Duas licitações emergenciais não podem ocorrer como foi feita.

Fora as licitações, Barchetti teima em continuar a não enxergar algumas deficiências, dentre elas os buracos em centenas de ruas, e a má iluminação pública que assola a cidade.

Aos buracos, o prefeito imputa a culpa em São Jorge; quanto à má iluminação e as centenas de lâmpadas queimadas a desculpa é de que não se tem dinheiro.

Não importa. O povo paga imposto e tem o direito de ter os serviços executados. Barchetti deve repensar seu governo, caso contrário afundará ao bater no primeiro iceberg que encontrar, e com um detalhe: os icebergs estão muito próximos.

a

26/09/2009

O CONCURSO

Desta vez o tiro saiu pela culatra. Quem esperava passar no concurso público da prefeitura de Avaré através daquela ‘mãozinha’ não conseguiu.

Os gabaritos foram vistados e um gabarito dublê foi anulado.

Para a surpresa de quem já se dava como garantida a vaga ficou, na verdade a ver estrelas.

Bom para quem estudou e melhor ainda para Barchetti, que de uma forma ou outra tenta moralizar a administração avareense.

Os concursos avareenses há tempos são conhecidos pelo apadrinhamento político. Pelo jeito, ou no momento, isso acabou. Passa quem pode e não quem quer.

Ponto positivo.

a

22/09/2009

VEREADORES: QUAL O MELHOR NÚMERO?

A pergunta que se faz é pertinente a PEC que aumenta o número de vereadores em todo o Brasil.

Em Avaré, os vereadores também já se questionam. Qual o melhor número de vereadores?

A questão intrínseca deverá ser discutida novamente em Avaré, quando o presidente Lula, por fim sancionar a PEC.

Bom para os suplentes que, através de um forte lobby conseguiram redimensionar o quadro de vereadores. Mas dentro disso tudo, Gilmar Mendes ameaça não dar posse agora, e postergar para as próximas eleições, o que deverá gerar um descontentamento por parte dos suplentes, que de uma forma ou outra querem para no máximo as mudanças para o próximo ano, tendo em vista estarem ainda no 1 º ano de mandato.

Aqui em Avaré, os vereadores se dividem. Uns querem 15 outros 13, mas se um deles estivesse de fora estaria torcendo cós não com certeza por 17.

Avaré pode ter 17 vereadores normalmente, pois quanto mais representantes, mais camadas sociais serão representadas. Os gastos não vão aumentar assim, não aumentar o número para 17 é pura demagogia barata.

a

18/09/2009

CRP NA HORA CERTA

Finalmente saiu o CRP – Certificado de Registro Positivo – o qual os municípios provam não estarem em debito com a União, e assim podem pleitear verbas junto ao governo federal.

O CRP veio em boa hora.

Barchetti não tem dinheiro, e não consegue cumprir com seus credores no prazo. Joselyr era pior. Pagava quem queria e do modo que queria, e ainda deixou Avaré ser negativada junto a União, o que fez com que a cidade não recebesse verbas importantes.

A prefeitura caminha a passos de tartaruga. Culpa do prefeito? Talvez não, pois sem dinheiro não se faz milagre.

Avaré, hoje, é o reflexo das más administrações passadas, e quem está pagando o ‘mico’ é Barchetti. Mas o prefeito, também não é inocente. Apoio Joselyr Silvestre, e se não fosse sua cassação estaria no poder e colheria as tempestades que plantou.

Tempestades estas que fazem o povo sofrer. Saúde capenga, educação capenga, enfim, a colheita só será boa, quando o CRP for um fato conquistado definitivamente, e o município não estiver atolado em dívidas com está no momento.

a

17/09/2009

VANDALISMO BARATO

O Paço Municipal foi alvo de vândalos nos últimos dias atrás.

Quebraram vidros e vidraças, e o vigia sequer viu quem foram os autores. Independente de quem foi, ou para que fosse, fica denotado que realmente retrocedemos a cada dia em nossa sociedade.

Se analisarmos pelo ângulo social veremos que, de uma forma ou outra a sociedade caminha para trás. Assassinatos inexplicáveis. Vandalismo barato e cretino, e uma sociedade que só se respeita porque ainda existe uma lei, caso contrário, um estaria comendo o outro vivo.

Esse é o retrato do Brasil. De um povo de pouco estudo, pouco conhecimento e muita ignorância. Principalmente, por não saber que, quem paga pelos vidros quebrados é ele mesmo, o besta e ignorante.

a

12/09/2009

PEDÁGIOS

A matéria veiculada na edição deste sábado mostra o quanto o brasileiro, e principalmente o paulista gasta, ou paga nos pedágios do Brasil.

Especialmente o paulista desembolsa vultoso volume de dinheiro se quiser viajar a passeio ou a trabalho. Não importa seu direito de ir e vir; ele tem que pagar se quiser seguir seu destino.

Mesmo assim a maioria das estradas está em péssimas condições. Se viajar a São Paulo, o motorista terá uma bela pista a sua frente. Mas citando um exemplo ao nosso lado como uma simples viagem a Cerqueira Cesar, a coisa muda. A pista está em frangalhos, e com chuva, o motorista chega a correr risco de vida.

Se quiser ir a Itapeva, aí sim, as coisas pioram. Depois de Taquarituba o que se tem a frente não é uma pista, mas sim uma estrada porca e mal cuidada.

Mas o brasileiro é assim mesmo. Conforma-se com tudo e com qualquer coisa. Paga duas vezes por saúde, educação e paga IPVA, além é claro dos pedágios.

a

10/09/2009

O HINO NACIONAL E A VERGONHA NA CARA.

O vídeo da Cantora Vanusa visivelmente embriagada e errando o Hino Nacional causou espanto, mas não vergonha.

Um povo que mal sabe cantar seu Hino, não pode merecer respeito. Tivesse isso ocorrido nos Estados Unidos, à cantora, ou estaria presa ou o próprio americano a expulsaria do País.

Mas não. O brasileiro é tolerante. Como diz Jabor o brasileiro é um povinho; o brasileiro é burro; o brasileiro é tudo e mais um pouco, porque não sabe sequer respeitar seus símbolos. E pior, o brasileiro na sabe escolher seus governantes, e por isso paga um preço alto por toda sua ignorância.

O preço alto é a falta de respeito que países de 1º mundo têm pelo Brasil.

Tudo isso ainda é pouco, ainda mais quando se tem um Lula como presidente, e um PT desmoralizado no governo.

a

09/09/2009

DECISÃO POSTERGADA

A decisão final da política avareense parece não ter fim.

Desta vez, quando todos pensavam que a decisão sairia no final de setembro, o novo advogado de Barchetti solicita um pedido de vistas e pode, agora, analisar mais 30 dias todo o processo.

Enquanto isso, nos bastidores, os gladiadores advogados continuam no embate.

É pedido daqui, solicitação dali e a coisa vai rolando; só não se sabe até quando.

Os bastidores pegam fogo, e Barchetti reina absoluto. Ele diz que tem 80% de chances de permanecer, ao passo que seus adversários dão como certo sua saída para a entrada de Miguel Paulucci.

Discussões à parte, as coisas devem mesmo demorar mais um pouco, devido a entrada de um novo advogado do tucanato na parada que, não demorará muito para pedir vistas novamente.

E assim vai.....rolando e enrolando.

a

05/09/2009

MAIS UM FURTO E GRANDES APERTOS

O prefeito Barchetti parece ter conseguido incutir na cabeças de alguns funcionários da prefeitura para que lhe ajudem a fiscalizar.

Assim nesta semana uma denúncia levou a descoberta de que, mais um motorista, desta vez do transporte escolar estaria desviando gasolina.

As coisas parecem andar bem nesse sentido, o da moralização.

Já no quesito dinheiro, o prefeito passa sufoco. Tem que fazer a festa do Peão por motivo de honra. Tem que sanar as dívidas do governo anterior. Tem que arrumar uma frota sucateada, etc, etc.

Enfim tem que fazer tudo, e não tem dinheiro para isso. De duas uma. Ou Barchetti fala a população a real realidade de como encontrou a prefeitura e as finanças, ou tudo recairá sobre seus largos ombros tucanos.

a

31/08/2009

QUEM FICA; QUEM ENTRA?

Nesta semana o Parecer da PGE e o Recurso Eleitoral que já está nas mãos do ministro Versiani fizeram  clima político avareense esquentar.

Barchetti ainda é o prefeito, e segundo aliados continuará sendo. Miguel vai assumir; quem diz isso são seus aliados.

Assim divididos entre Miguel e Barchetti, a população espera saber quem fica; quem entra; quem sai.

No mais, tudo é aguardar à hora em que o TSE decidirá. Para uns o caso será logo resolvido; já outros não acreditam na agilidade da justiça.

Independente do imbróglio político a administração tem que andar.

Barchetti não vai mal, mas tem que tomar mais as ‘ rédeas’ da situação e parar de delegar poderes. Tem que ser parlamentarista, mas não exageradamente, pois na justiça somente ele irá responder a atos de improbidade, caso sejam cometidos.

a

28/08/2009

O BRASIL E A GRIPE

O Brasil é o campeão mundial de vítimas de gripe suína.

Não podia ser diferente. País pobre e cheio de diferenças sociais, as quais levam a parcela pobre da população a não ter acesso a saneamento básico e saúde digna, só poderia ter esse resultado.

O brasileiro come mal, dorme mal, trabalha em demasia, e paga impostos comparados a países de 1º mundo, mas, não tem retorno em serviços que deveriam ser os melhores do mundo.

Tudo isso porque, uma parcela dos recursos e impostos é desviada dos cofres públicos e cai na mão de pessoas interessadas apenas em lesar os cofres públicos.

Deputados que se elegem com o passado de vida pública como o de Paulo Maluf, que responde a milhares de processos de desvio de dinheiro público, dentre muitos outros.

Bem, esse é outro caso. É verdade. O brasileiro não sabe escolher seus representantes. É isso mesmo. Tem que morrer de gripe suína mesmo.

Uma pena.

a

26/08/2009

A GRIPE, AS FRAUDES, A CÂMARA

Nesta semana tudo girou em torno da gripe A, mais conhecida como suína.

Boatos aqui e acolá davam por certo que uma mulher havia morrido do maldito vírus. Desmentidos à parte, de repente a secretaria anunciou 2 casos, mas os infectados já havia tido alta médica e passavam bem. Ou seja, o vírus está aqui em Avaré e ponto final. Só não sabemos onde.

Já as fraudes se aquietaram. Ninguém fala mais nada. Só pequenas informações desencontradas. Nada mais. Só se espera que não acabem em pizza.

Já a Câmara continua o palco de guerra. Desta vez, foi a vez de Rípoli dar o troco em Ernesto Albuquerque, e pediu sua ‘cabeça’ na Comissão de Ética por ter, supostamente recebido pelo serviço de plantão a distância.

No mais, o prefeito vai a Brasília tentar limpar o nome de Avaré, que por sinal anda bem sujo por aí.

a

21/08/2009

O SECRETÁRIO INEXISTENTE

Mais uma descoberta. Mais uma fraude. E mais uma vez na Secretaria de Fazenda.

Clóvis de Oliveira esteve a frente da pasta por 4 anos com Joselyr Silvestre, e continuou com Barchetti.

O esquema da senha do falecido, segundo fontes é antigo.

Pior para Clovis. De duas uma: Ou ele não sabe nada do que acontece em sua própria Secretaria, ou ele sabe e faz de conta que não sabe.

Assim mesmo a coisa é ruim. Ruim para Avaré; ruim para o povo, que era lesado e para a cidade que abrigava uma ‘quadrilha’.

Se Barchetti tomar pulso da situação e manter as investigações ótimo. Será diferente de seu antecessor, que, na verdade nunca coibiu qualquer abuso aos cofres públicos.

Ou Barchetti exonera seu Secretário da Fazenda, ou continua ‘tapando o sol com a peneira’.

A secretaria de Fazenda é hoje o maior exemplo de má administração, onde abriga um secretário praticamente inexistente.

a

20/08/2009

MENTIRAS E VERDADES

A tal gripe suína, realmente assusta.

Segundo denuncias uma paciente teria morrido da tal praga. A secretária Marialva diz que não. Já uma fonte de dentro da própria Santa Casa diz o contrário. Morreu sim, e de gripe H1N1, ou suína

Seja lá como for, as autoridades não podem mascarar a realidade e entre verdades e mentiras saírem pela tangente.

A população em o direito de saber se houve ou não casos de gripe na cidade e ponto final.

Assim, a tarefa da nobre secretária não é fácil, mas não pode ficar enrolando e dizendo aqui e acolá que não há pacientes infectados.

Se não houver melhor. Se houver, aí sim, devem ser amplamente divulgadas a população.

a

17/08/2009

DECRETOS QUE VEM PARA MORALIZAR

Os dois decretos assinados pelo prefeito nesta semana, os quais tentam moralizar sua administração, pode ser apenas o inicio de um grande passo.

Isso ainda é pouco. Barchetti precisa de muito mais, e esse mais mexe com interesses particulares.

A informatização da prefeitura é um grande passo e ainda enfrenta resistências. Com ele cada centavo que deixar os cofres municipais terá o controle do prefeito.

Isso não era interessante para outros mandatários que, bem ou mal faziam e desfaziam suas locupletações.

Barchetti vai contra o rio e contra os interesses de muitas pessoas. Assim começa o que poderá ser o marco de um governo honesto, o que nunca houve em Avaré.

a

14/08/2009

CADEIA NELES!

As investigações sobre a “maldita” – máfia dos lotes continua.

Os trabalhos são feitos em segredo. E dentro em poucos dias todo o povo avareense espera e tem o direito de saber quem são os SAFADOS e ladrões dos terrenos alheios.

Barchetti, este Editorial volta a repetir, pode se tornar o maior moralizador da História de Avaré. Só não pode tentar que, depois de findada as investigações, ela não venha a ser divulgada a imprensa.

Isto por dois motivos. As investigações, embora no momento em sigilo, é de domínio público, e toda a nação avareense está esperando satisfações a respeito.

Os nomes devem ser divulgados e mais: CADEIA NOS ENVOLVIDOS!

Não se pode mais tolerar ladrões dentro de um governo. Avaré segue o caminho da moralidade, e tem tudo para se transformar na cidade que deu o exemplo ao interior paulista.

a

12/08/2009

CADEIA NELES!

As investigações sobre a “maldita” – máfia dos lotes continua.

Os trabalhos são feitos em segredo. E dentro em poucos dias todo o povo avareense espera e tem o direito de saber quem são os SAFADOS e ladrões dos terrenos alheios.

Barchetti, este Editorial volta a repetir, pode se tornar o maior moralizador da História de Avaré. Só não pode tentar que, depois de findada as investigações, ela não venha a ser divulgada a imprensa.

Isto por dois motivos. As investigações, embora no momento em sigilo, é de domínio público, e toda a nação avareense está esperando satisfações a respeito.

Os nomes devem ser divulgados e mais: CADEIA NOS ENVOLVIDOS!

Não se pode mais tolerar ladrões dentro de um governo. Avaré segue o caminho da moralidade, e tem tudo para se transformar na cidade que deu o exemplo ao interior paulista.

a

10/08/2009

ESCÂNDALOS QUE VEM PRA BEM

Os recentes “escândalos” e descobertas durante a semana que passou, e revelou um esquema apelidado de “máfia do lotes”, só vem para o bem da cidade e do governo de Avaré.

A bandeira de moralização empunhada por Barchetti é simplesmente muito boa, só não pode, uma –meia dúzia- de assessores quererem fazer reuniões as escuras para tentar abafar e para que não se deixe mais nada ‘vazar’ para a imprensa.

Isso sim é um erro grosseiro, se o prefeito permitir.

As sujeiras não podem ser varridas para debaixo do tapete. Tem que ser jogadas ao lixo e mostradas ao povo.

Se continuar assim, ótimo, se resolver esconder, dá a impressão de ser conivente com erros e fraudes.

Isso não pode!

a

07/08/2009

MÁFIA DOS LOTES

Descoberto a máfia do ‘lotes e terrenos’ em Avaré.

A notícia veiculada na edição de ontem, mostra que um esquema estaria agindo há mais de 10 anos no setor de Cadastro da Prefeitura.

As pessoas ligadas ao esquema descobriam os lotes e transferiam em nome de laranjas, para só depois venderem os terrenos.

Foi apurado ainda que, os selos de registro de um Cartório de São Paulo são totalmente falsos, e estariam sendo usado nos autos de transferência dos lotes.

As coisas são piores do que se imagina. Existem cabeças grandes e cabeças gordas por de trás de tais situações.

Não irá demorar muito tempo para explodir de vez e vir à tona os responsáveis.

a

04/08/2009

OS PRONTOS E OS DESPRONTOS SOCORROS

A própria palavra ‘pronto’ quer dizer que nos Prontos Socorros, todos que estão lá estão em condições, ou seja, prontos para atender as emergências.

Assim deve ser. Mas segundo a ex-diretora Clínica Denise Silvestre, hoje, o PS não tem recursos, não tem ultra-som, não tem quase nada.

Ela só se esqueceu de um ponto. Ela própria foi diretora Clínica durante anos no Pronto Socorro da cidade, e por via de regra, as coisas não mudaram nada.

Marialva recebeu a herança de anos atrás, e não de um ou dois meses.

Dra. Denise teve a enorme chance. A de pegar sua mala e procurar outro lugar para clinicar, desde que, não maltrate os pacientes como costuma. E as reclamações de seu atendimento são de anos, e não de agora.

Barchetti agiu certo e agiu rápido.

Ponto pra ele.

a

03/08/2009

O CAMINHO SEM VOLTA DE JOSELYR SILVESTRE

Com mais uma prestação de contas rejeitada pelo TCE, o todo poderoso Silvestre caminha a passos, agora largos, e que dantes eram lentos à um caminho se volta.

Um caminho sem volta à vida política!

Joselyr é um fenômeno inexplicável! Dono de uma bagatela de votos invejáveis a qualquer político da região, mesmo tendo deixado Avaré em frangalhos, com dívidas astronômicas com a União e o Estado, a ainda tendo o povo  reelegendo-o com mais de 50% de votos úteis para um mandato que nunca terá.

Joselyr está indo. A cada dia, a cada mês, a cada ano ele de agora em diante só espera por condenações atrás de condenações.

Os inúmeros processos por improbidade administrativa irão daqui a algum tempo estourarem como pipocas, daí não há como segurar tanto “piruá” numa panela tão pequena.

O futuro político de Joselyr que se delineia daqui para frente é esse: o simples fim de um político que teve sua chance, mas que jogou tudo no lixo em nome da ganância!

a

29/07/2009

AS CONVICÇÕES DE BARCHETTI

Nietzsche: "As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras."

A frase de um dos maiores filósofos de todos os tempos faz lembrar o tucano Rogélio Barchetti.

O atual prefeito tem grandes convicções, mas deixa algumas de lado, ante o posicionamento de alguns de seus aliados.

As convicções de Barchetti quanto à moralidade tem que ser total. Não adianta ser austero com uns e benevolente com outros. Os crimes e os ‘erros’ não podem ter dois pesos e duas medidas. Ele, ademais, não pode levar ao pé da letra a famosa frase: “Aos amigos a lei, aos inimigos, os rigores da lei”. Se for assim, se desgasta inutilmente.

Afinal, ‘Pau de bate me Chico, bate em Francisco, e ponto final’.

Não é só chegar ao ponto ‘X’, mas Barchetti não pode levantar a bandeira da moralidade com o dinheiro público e, apenas punir uns e deixar outros a ‘deus dará’.

Não isso não pode. É ponto passivo.

Sua administração não vai mal. É melhor, infinitamente melhor que a anterior.

Barchetti não ‘se apropria’ do erário público, não quer deixar que outros façam isso, mas têm que ter rigor, e rigor não traz amigos e também, não agrada a todos.

Suas convicções como diz Nietzsche poderão ser suas maiores inimigas, se for moralizar apenas um pedaço da administração.

a

24/07/2009

BARCHETTI NÃO PODE ‘RIFAR’ SEU GOVERNO

O prefeito Rogélio Barchetti parece estar sendo ‘seduzido’ para assim, nomear Margarida Novaes para a Secretaria do Bem estar Social.

Sem dúvidas que, Margarida é um nome ‘endeusado’ em Avaré, pela rica historia que representa, mas colocá-la a frente de uma secretaria de suma importância não vem ao caso, principalmente pelo que exige do volume de trabalho de seus auxiliares diretos.

Dona Margarida é um exemplo de pessoa, e sem dúvida modelo de mulher, mas não tem mais a agilidade nem a idade para administrar uma secretaria municipal. O poder exige mudanças e pessoas com mais tempo e vigor físico para as empreitadas.

Já colocar Fátima Zanella – novamente - a frente do Turismo, se não for uma chacota é uma mediocridade terrível.

Fátima esteve à frente da pasta e nada fez por merecer continuar nela. Sua administração sequer existiu.

Barchetti diz que quer governar. Sim, governar, e não rifar seu governo.

a

23/07/2009

QUEM ENTRA?

A dança das cadeiras deixou duas vagas em aberto.

As secretarias de Educação e Turismo continuam vacantes. Os nomes para a Educação já começam a aparecer. Hadel Aurani e Alexandre Chaddad aparecem na largada, o que não quer dizer que são favoritos.

Nomes aparecem quando se tem mudanças, isso é natural.

Os dois são nomes considerados muito bons. Ambos podem assumir a secretaria sem pestanejar.

Aurani é do PMDB. Somente aceita se a cúpula do partido autorizar, o que não é tão difícil. Já Chaddad tem uma das maiores faculdades da região para administrar, o que pode atrapalhar a sua indicação, afinal administrar a secretaria de Educação demanda tempo.

Ambos bons. Mas pelo andar um terceiro nome, ou uma terceira via pode aparecer do nada.

a

20/07/2009

A PRESTAÇÃO DE CONTAS É UM ...

As contas do carnaval chegaram às mãos do prefeito que, por sua vez, mandou-as a quem sabe investigar.

Não deu outra. As suspeitas de confirmaram. O secretário de Turismo está com um pé no Ministério Público.

Diversas irregularidades foram apontadas.

O DAC concordou com a Comissão de Finanças que enumerou diversas irregularidades. A planilha de entrada e pagamento dos campistas está rasurada e contém inúmeras irregularidades e diversas rasuras.

Não deu outra.

Barchetti mandou Rípoli, o filho, pra rua, antes que ele, Barchetti, rode junto.

Desta vez, Joselyr não estava lá para aparar as arestas, como fez na época em que descobriram dezenas de irregularidades e desvios de Rípoli, o pai.

Barchetti abre, assim, caminho para a moralização das contas do município.

a

18/07/2009

ELES “CAÍRAM”

Demorou, mas enfim, eles caíram.

Rosita levou uma semana; no cai não cai, acabou caindo. Já Leonardo Rípoli não chegou a surpreender, mas muitos não acreditavam que Barchetti teria a coragem de peitar o pai Rípoli.

Não só peitou como não deu ‘bola’ para ameaças de uma suposta oposição dita por Rípoli ao deixar o Paço.

Rosita não tinha mais condições de continuar. Após algumas denúncias o prelúdio de sua queda era eminente.

Rípoli, o filho, também era um dos cogitados a ser exonerado. Mas Leonardo não caiu à toa. A prestação de contas do carnaval é um verdadeiro filme de terror. O jornal A Bigorna teve acesso a prestação de contas que estará na edição de segunda-feira.

Enfim eles caíram... E outros ainda hão de cair.

a

17/07/09

A TAXA DA TAXA CRIADA POR JOSELYR

O avareense paga em média 7 reais por mês com a tal taxa de iluminação. No ano chega a pagar 84 reais.

Essa taxa foi criada por Joselyr Silvestre, o ex-prefeito que foi cassado no ano passado por improbidade administrativa, e que teve a anuência, infelizmente, dos vereadores avareenses que, na época, se submetiam aos desmandos de Joselyr.

Hoje a bomba estourou, e pior, explodiu nas mãos de outrem, ou quase outrem. Barchetti terá que resolver o pepino, pois a cada cobrança ilegal, Avaré terá que arcar no futuro para ressarcir àqueles que por via ingressarem com uma ação na justiça.

O pior de tudo está nas contas com valores elevados, onde a taxa é maior. Se ingressarem na justiça terão o direito de receber de volta todos os pagamentos indevidos.

Avaré tem agora uma bomba relógio que, assim que começar a implodir irá implodir também os cofres do município.

E Viva Joselyr!!!!!!!!!!!!!!

a

16/07/2009

AS CONTAS ESTÃO LÁ

Finalmente a prestação de contas do Carnaval de Avaré está nas mãos de Barchetti.

As conversas são muitas. Uns dizem que as contas estão erradas e tem resquícios de irregularidades. Já outros falam que não, as contas estão corretas.

E como jornalista não tem bola de cristal, o mais correto é esperar as contas serem analisadas por Barchetti nos próximos dias. Depois, sim, quando for de domínio público analisar a olhos nus e crus.

No mais é torcer para que estejam certas, afinal, dinheiro público não pode ser jogado no ralo.

Esperemos, para não cometermos injustiças.

a

14/07/2009

SITUAÇÃO DE ROSITA ESTÁ SE TORNANDO INSUSTENTÁVEL

A denúncia de que Rosita Silvestre está recebendo, mas não dá aulas, caiu como uma bomba nos meios políticos.

Tudo isso, só agravou a permanência de Rosita. Segundo fontes ouvidas e ligadas a educação, a secretária não poderá se afastar como disse nesta semana. Rosita tem que se exonerar do ensino público para continuar na pasta.

Não bastasse isso, a denúncia de que está recebendo sem trabalhar complicou a situação que, a priori estava encerrada.

Barchetti não pode continuar a ficar em cima do muro, quando, em diversas situações deve agir sem muita demora.

A situação de Rosita não pode continuar, e com a denúncia sua permanência fica ainda mais difícil de tolerar.

a

13/07/2009

NO FIM A CABEÇA ‘NÃO ROLOU’

Barchetti encenou uma mudança. Deu 24 horas para Rosita, e ela permanece. Segundo declarações da própria secretária, ela optou por permanecer.

Outros nomes que, in tese, deveriam ser manchete nos jornais, não saíram. O secretariado continua o mesmo.

O prefeito com isso dá um voto de confiança aos seus secretários. Mesmo pressionado, Barchetti não vira as costas a quem lhe apoiou logo no inicio de seu governo.

O articulista do jornal A Voz do Vale, Zé Carlos diz em um dos seus artigos desta semana que, Barchetti está passando da hora de dar um outro perfil ao seu governo.

Realmente, Barchetti demora.

E as cabeças, não rolam

a

11/07/2009

MENTIRAS DESLAVADAS

Não fosse um trabalho investigativo, jamais os avareenses saberiam do que ocorreu de fato com o secretário de Turismo de Avaré em São Paulo.

A denúncia foi feita, cabe agora, a Barchetti resolver o que faz dela.

Mas as coisas não param por aí. Ontem, sexta-feira, o vereador Rípoli, insatisfeito com a matéria sobre seu filho, ligou no celular de um dos redatores e disse em tom ameaçador que irá processar o jornal.

Bem, o vereador pode até tentar processar, mas contra fatos e argumentos verdadeiros não existem choros nem chorumelas.

Processar pode, o difícil vai ser no campo do argumento, sendo que o suposto ofendido vai alegar o quê?

Dentro do campo jornalístico, o jornal A Bigorna apenas, e apenas, fez o que compete à imprensa, que nada mais é do que denunciar quando preciso for, os desmandos de qualquer governante, sejam eles filhos queridos ou não.

a

06/07/2009

A PRIMEIRA CABEÇA QUE ROLA

Na verdade, Rosita não é a primeira cabeça que rola. O ex-secretário de Indústria e Comércio Filgueiras foi o primeiro, mas pediu pra sair.

Rosita não. Dá aulas e acumula cargos. Pode até não ser ilegal, mas com certeza é imoral.

Assim Barchetti não perdoa. Demite, ou demitirá Rosita nesta segunda-feira.

Nomes já são cogitados, mas antes de nomes para substituí-la, Barchetti deve pensar em outras cabeças. Ou melhor. Quem mais será demitido.

Seu quadro de secretários pode não ser ruim, mas não é dos melhores. Muitos trabalham bastante, ao passo que outros pouco “dão as caras”. Mas isso não se restringe somente ao seu secretariado. Segundo fontes, até mesmo seu chefe de gabinete pouco vai ao serviço, quase não aparece. Bem, mas esse é um outro assunto para um outro dia.

Enquanto isso, o prefeito muda. Muda pouco, e deve mudar mais, por isso, uma só cabeça ainda é pouca coisa.

A cabeça da secretária de Educação, para uns é a primeira de muitas que ainda devem rolar escada abaixo do Paço...Municipal.

Vamos esperar.

a

03/07/2009

AS TAIS NOTAS

Apareceram rumores de que, uma empresa de ‘fachada’ poderia estar recebendo dinheiro há muito tempo com notas supostamente frias.

Segundo informações preliminares, trata-se de um determinado funcionário da secretaria de Turismo que já fez parte da secretaria de Comunicação com Rodivaldo Rípoli.

Estima-se que a tal empresa já tenha recebido em 4 anos o equivalente a 146 mil reais.

Alguns parlamentares já estão investigando por conta própria os valores gastos com a suspeita empresa.

Dizem até que, o tal funcionário ostenta um patrimônio incompatível com o salário que recebe na prefeitura, que segundo fontes, não ultrapassaria o mil reais. Os bens do tal funcionário também estão sendo investigados.

Vai dar pano pra manga.

a

30/06/2009

ELES ESTÃO EM FÉRIAS

Até que enfim as férias!

Essa frase é muito usada pelos trabalhadores que, após um ano de trabalho podem descansar.

Os parlamentares também têm férias. Sejam eles vereadores, deputados ou senadores. Enfim, todos são filhos de Deus. Se bem que, uns mais próximos do Pai, ao passo que outros, um pouco mais desafortunados, mais longes e longínquos. Enfim, coisas da vida.

Os vereadores de Avaré estarão em férias no mês de agosto. Com isso, os embates, cada vez mais quentes ficarão para o próximo mês.

O recesso de 30 dias poderá ser benéfico, afinal, os parlamentares poderão descansar, e assim, pensar em algo mais pela cidade que tanto estimam.

Nossa Câmara ainda anda em passos trôpegos. Verdade seja dita, eles têm muito que melhorar.

O povo espera deles, algo mais, e esse MAIS até agora não foi mostrado.

Descansem nobres parlamentares. E que o próximo semestre, seja melhor do que esse que passou.

E como passou!

a

29/06/2009

UM SECRETARIADO CAPENGA

Barchetti teima em não mudar, e com isso coloca em xeque seu governo que, a cada dia se torna capengo, tendo em vista possuir alguns secretários que tornam  seu governo perrengue.

Enquanto uns secretários são ótimos, outros deixam a desejar, e muito por sinal.

Antes não podia mexer, pois não tinha a caneta na mão. Hoje não mexe, pois não pode ‘trair’ aqueles que ficaram ao seu lado. Uma desculpa banquirrota, que não engana ninguém, e muito menos serve como desculpa.

Se não mudar, e teimar em continuar com gente despreparada perderá sua linha de governo, e ficará fragilizado.

Barchetti tem que escolher se fica ao lado de meia dúzia de incapazes e continua a guardar os esqueletos, que a cada dia ganham mais vida; ou se dá um ponta-pé em tudo e faz do governo, um governo Barchetti, e não Joselyr Silvestre. Este que ninguém almeja que volte.

a

26/06/2009

PEC DOS VEREADORES

A tão discutida PEC dos vereadores tem feito com que alguns suplentes ainda sonhem com suas cadeiras.

No caso de Avaré, se aprovada, ela traria algumas mudanças no atual quadro e daria mais vigor a ambos os lados – situação e oposição – e abriria um canal maior para discussões.

Nomes como Rosana e Giba – da oposição – ocupariam suas cadeiras. Já os situacionistas Estati, Germinal e Chebra ganhariam de uma vez por todas suas cadeiras.

A PEC tende a ser aprovada ainda neste ano, devido à pressão de deputados que, entendem que uma maior representatividade no numero de vereadores é benéfico para a população.

Em Avaré, o aumento no alteraria as bases de apoio de Barchetti, que ganharia mais três nomes, contra dois da oposição, no caso de 15 vereadores.

Se vingar, a PEC trará ainda muitas discussões, pois cada Câmara deverá aprovar o numero que acha necessário para suas Casas. Em Avaré cogita-se entre 15 ou o número máximo de 17.

Teremos daí, grandes embates, até que por fim, decidam.

a

23/06/2009

MAIS UMA VEZ OS ALVARÁS.

Mais uma vez a prefeitura está em xeque. Desta vez quanto à liberação de alvará para o show do cantor Belo.

Com consentimento ou não do prefeito, o que não se sabe.

Se foi com o consentimento de Barchetti, o prefeito teima em errar. Se não foi com seu consentimento, pior.

A emissão do alvará foi dada, e o que se quer saber é se, os organizadores pagaram ou não à prefeitura para fazerem o evento.

Se pagaram, menos mal, vira-se a página, mas se não houve recolhimento aos cofres municipais, bem aí as coisas mudam de figura.

Os alvarás expedidos têm que ter a seriedade de um governo que se diz sério e transparente. É o mínimo que se espera.

a

20/06/2009

NA VALA COMUM

Barchetti em entrevista ao Jornal A Bigorna, mais uma vez descartou mudanças em seu secretariado, e ainda disse que suas escolhas foram mais técnicas do que políticas, o que não corresponde com a realidade em 100% dos que foram escolhidos.

Se Barchetti falar de Mirthes Vieira, Pedro Luchessi, João Batista, Camila Zanetti, Daullus, até que se pode considerar uma escolha técnica em termos, pois todos foram apadrinhados por seus vereadores ou políticos.

Mas Léo Rípoli, Rosita, Clóvis, Estati e Gato, o prefeito erra feio, pois todos foram escolhidos por uma maneira totalmente política, e sem condições de estarem à frente de suas pastas.

Pois no inicio de seu governo, sem base e estrutura de apoio, Barchetti teve que recorrer a nomes joselinistas, e que hoje inflam o quadro do governo.

Muitos nomes bons e capazes, já outros que não fazem no popular, o famoso ‘arroz com feijão’.

Se não mudar alguns nomes do 1º e demais escalões cai na Vala Comum, e vai se nivelar pelo seu antecessor, por baixo de tudo e de todos.

a

18/06/09

ATÉ O PREFEITO TÁ COM O SACO CHEIO DE RÍPOLI

As palavras ditas não voltam, assim como as verdades não podem ser desmistificadas.

Na tarde de ontem, durante evento com a imprensa, o prefeito surpreendentemente soltou o verbo contra o locutor/vereador, que a cada dia fica mais excluído e ilhado.

Barchetti disse que é nocivo a democracia os ataques generalizando a imprensa, como tem feito o locutor, que a cada dia se torna o inimigo número um de tudo e de todos.

As palavras de Barchetti, que preferiu ficar ao lado da imprensa séria deixaram a todos os jornalistas que estavam presentes, de queixo literalmente caído. Suas palavras dão conta de que, até o próprio prefeito está de ‘saco cheio’ do locutor/vereador, que poderá ter o mesmo destino que teve há alguns anos em Piraju, ou seja, sair correndo da cidade!

Enfim, foi um show à parte, que o jornal A Bigorna irá colocar na íntegra na TV nos próximos dias.

Vale à pena assistir.

a

17/06/2009

JOSELYR TENTA, TALVEZ, SUA ÚLTIMA CARTADA

O ex-prefeito tentará no TJ de São Paulo sua, talvez, última cartada, ou última chance de reaver o poder.

Agora, através de mais um recurso, Joselyr pede que sua cassação seja revista alegando que a sentença é nula.

O advogado chega até a dizer que o processo ocorreu na “surdina”, sem publicidade, e que o prefeito na época não se defendeu com um advogado constituído.

Para alguns juristas está pode ser a última chance de Joselyr tentar reverter a sentença que lhe cassou; já outros não acreditam no êxito da ação.

Isso só o tempo poderá dizer.

a

16/06/2009

CURTO E GROSSO

O petista Ernesto Fo curto e grosso e mandou um recado ao prefeito Barchetti: “não me convide mais para ser seu aliado, pois não costumo mudar de lado”.

O vereador chegou a ser duro em suas palavras, ao relembrar que Barchetti já foi cassado por Joselyr e assim mesmo, aliou-se ao ex-prefeito na última eleição. Ernesto citou que Barchetti também abandonou o ex-prefeito WB após 2 anos de mandato.

O recado deverá ser sentido pelo atual prefeito, que após 6 meses de mandato vem tentando compor com a oposição.

Há quem diga que o PMDB faz uma oposição de ‘faz de conta’, e já estaria no governo, mas veladamente. Já Ernesto foi firme e pediu que parassem os convites, pois não fará, segundo o petista, jamais parte do governo tucano.

Barchetti teima em manter-se ao lado de “alguns políticos” que não tem suporte moral perante a opinião pública, e isso irá atrapalhar seus planos futuros, pois aliado a pessoas que só pensam em si, e em seus apaniguados, não conseguirá fazer um governo coeso, e, principalmente transparente.

As contas do Carnaval ainda não apareceram, e pelo andar ainda demorarão muito a aparecerem, pois ‘achar’ notas da noite pro dia não é uma tarefa fácil.

a

14/06/2009

BARCHETTI ESTÁ ESCORADO EM “PILAR PODRE”

O prefeito Barchetti continua a teimar. Prometeu mudanças assim que tivesse a autoridade de um prefeito definitivo.  O TRE lhe deu a autoridade, mas as mudanças não acontecem

Barchetti não fala sobre mudanças. Segundo sua assessoria tem viajado muito em busca de recursos. Seu governo não vai mal. O que vai mal são alguns secretários que, de forma e devido a acordos políticos são mantidos no atual governo.

Barchetti tinha uma desculpa: assumiu e teve apenas três dias para formar seu secretariado. Mas agora a desculpa já não ‘cola’ mais. Tem  tempo e é o prefeito, mas não faz as mudanças prometidas e necessárias, bem como os tais “esqueletos” que bem ou mal, assombram seu governo.

Se não mudar e continuar se escorando em pilar podre poderá ter graves surpresas.

Depois não poderá dizer que não lhe avisaram.

a

13/06/2009

NA VALA COMUM

O prefeito Rogélio Barchetti está caindo na mesma vala comum de Joselyr, ou seja, pode estar cometendo os mesmos erros do antecessor.

Joselyr não demitiu pessoas que abusam dos cargos que ocupam, e está pagando caro por isso.

Nesta semana, a Redação do Jornal A Bigorna recebeu a informação de que, um funcionário municipal envia ao prefeito quase todos os dias, cópias de todas as notas fiscais que passam pela administração. As cópias são enviadas ao ex-prefeito, que sabe de tudo o que está acontecendo.

Prova disso se deu no dia de seu depoimento, na CPI, o qual Joselyr afirmou categoricamente que, Barchetti gasta mais combustível do que ele próprio gastava.

Revela a fonte que, o funcionário que envia as tais notas a Joselyr, pertence ao quadro de funcionários concursados, os chamados “funcionários incompetentes” -  palavras de Joselyr Silvestre.

a

12/06/2009

BARCHETTI: SE NÃO MUDAR PERDE O RUMO

Relutante ante as mudanças, o atual prefeito irá perder o rumo de seu governo se, na pior das pior das hipóteses não mudar pelo menos alguns nomes de seu escalão.

Para grande parte da imprensa e de formadores de opinião, o prefeito está se tornando a cada dia, refém do locutor Rípoli, que mantém seu filho na Secretaria de Turismo, além de alguns apadrinhados políticos, além de outros poucos secretários que tem que ser trocados, custe o que custar.

O prefeito tem agora a caneta não mão, mas se não mudar, seus próprios ‘auxiliares’ irão tomá-la de suas mãos, aí sim, a coisa engrossa.

Refém de alguns, Barchetti irá governar para uma minoria, e seu futuro político será o mesmo de WB, ou seja, acaba com as suas perspectivas de se tornar prefeito eleito de fato, e sair da saia de Joselyr.

Se demorar, não muda; não mudando perde Avaré, e, principalmente perde ele próprio -  Barchetti.

a

11/06/2009

IMPRENSA SÉRIA

O locutor/vereador Rodivaldo Rípoli cobrou nos microfones de Curiatti uma imprensa séria em Avaré.

A palavra séria (o) para o locutor é muito pesada, haja vista que, seu programa é destinado simplesmente aos seus desejos econômicos e financeiros pessoais.

Não fosse isso, Rípoli que ‘trabalha’ algumas parcas horas como locutor já teria ido pro beleléu. Critica quem não faz propaganda em seu “jornal”, e afaga aqueles que lhe patrocinam.

Aliás, é realmente fácil fazer jornal lendo matérias de outros órgãos. Atualmente o locutor só tem falado de temas relacionados a outras cidades, pois quando se indispôs com a imprensa de Avaré, não pode mais falar das matérias que são veiculadas pelos verdadeiros órgãos de imprensa da cidade.

Outro ponto nefrálgico do locutor se pondera no âmbito da moral. Suas campanhas foram postas em dúvida, e denunciadas no MP, e o locutor/pai dos pobres não tem como responder e provar como entra e sai o dinheiro.

Assim, antes de falar em alcoólicos anônimos, ele deve primeiro sentar numa cadeira do A.A.

Já que ele gosta tanto de desafios, e de ajudar os pobres como vive dizendo, por que então o locutor não vende sua camionete que custa mais de 80 mil reais e doa o dinheiro aos mais necessitados?

Isso sim, já seria um grande desafio.

a

09/06/2009

MAROLINHA DE RÍPOLI

Mais uma vez a Câmara foi palco de uma discussão entre Ernesto e Rípoli.

O petista quer explicações do vereador/locutor, ao passo que Rípoli não consegue se defender.

Nesta segunda, o vereador/locutor dá passos de que irá romper com Barchetti. Rípoli quer saber por que o advogado Dalcim está no governo, e quer a cabeça do jurista.

Rípoli deverá perder esta queda de braço, pois Barchetti deverá mesmo manter o advogado.

Mantendo Dalcim, o prefeito escolhe que fica com seu Consultor, e poderá fazer o rompimento com o pepista muito antes do que o previsto.

As marolinhas de Rípoli não vão bem. Se perder terá que engolir a seco, ou deixar a base de apoio do governo.

Mais um caso complicado poderá surgir. Se Rípoli deixar a base de Barchetti não poderá se juntar a oposição, e assim, ficará isolado no parlamento.

Uma questão difícil, e mais difícil ainda para Rípoli que, caminha para o isolamento total.

a

08/06/2009

MUDANÇAS URGENTES

O prefeito Barchetti tem demorado em fazer as mudanças que precisa, e assim reajustar seu governo, que foi herdado de Joselyr Silvestre.

Nesta semana teve que enviar uma notificação ao secretário de Turismo, para que envie a prestação de contas do carnaval. Isso depois de 4 meses realizado o evento. Barchetti cobrou diversas vezes a prestação de contas, mas não foi ouvido. Isso não é bom. Mostra que alguns secretários não se importam com que o prefeito pede.

Outro deslize desta semana foi à expedição de alvará a uma empresa que não existe, o qual foi questionado na justiça, e pediu explicações ao atual prefeito.

Barchetti tem duas saídas: muda ou se perde, deixando sua administração nas mãos de pessoas pouco capacitadas para exercerem suas pastas.

Denúncias que poderão brotar ainda nesta semana, deixarão o tucano ainda mais contra a parede. São denúncia que se levadas a cabo prejudicarão o prefeito que, precisa mudar seus cargos de confiança, e mais, mudar peças chaves que estão há anos no Centro Administrativo.

a

06/06/2009

COMEÇARAM AS TRAPALHADAS NO GOVERNO

Não demorou muito, mas já começam a respingar em Barchetti, trapalhadas de alguns secretários municipais.

Quando se cobraram mudanças urgentes, Barchetti não aceitou, e com isso já começa a ter que se explicar na justiça.

Desta vez, o secretário da Fazenda permitiu que o alvará fosse expedido a uma empresa que, segundo o Poder Judiciário, não existe, e colocou Barchetti numa enrascada.

O secretário revela a fonte denunciante, é também contador do proprietário da Casa de Shows Fiorela.

A conivência custou caro, e o juiz não acatou o pedido de alvará, bem como quer explicações do prefeito.

As mudanças de Barchetti têm que ser feitas, caso contrário, o próprio prefeito ficará refém de erros e abusos de alguns secretários.

a

05/06/2009

GOVERNO AINDA ESTÁ PARADO

Apesar de estar com a caneta definitiva em suas mãos, Barchetti não fez as  mudanças esperadas, e seu governo continua encalhando em setores que não produzem.

O governo in tese está parado. Barchetti diz que espera alguns milhões de reais para seu governo realmente começar a mostrar serviço.

O dinheiro ainda não veio, demora, e com isso Barchetti ganha sobrevida.

O Camping continua sem controle de caixa. No CEREST já pairam desconfianças, enquanto isso, o tucano se vira como pode.

Só não pode deixar a “peteca” cair, pois se não fizer as mudanças necessárias ela com certeza irá ao chão; depois para levantar o trabalho é lento e muito doloroso.

O prefeito precisa de pulso forte e menos teor e conchavos políticos, pois senão, ficará refém de uma meia dúzia de pessoas.

O tempo corre ainda a favor de Barchetti, mas não por muito tempo.

a

03/06/2009

COLIGAÇÃO AVARÉ TEM JEITO

A Coligação Avaré Tem Jeito enviou uma carta à população, onde afirma que continuará seu enfrentamento na justiça contra a diplomação e confirmação de Rogélio Barchetti como prefeito municipal.

A Coligação faz menção das eleições, e no que tange os cumprimentos das normas eleitorais.

A oposição não aceita a jurisprudência inédita que deu a Barchetti a faixa de mandatário municipal, tirada de Miguel Paulucci na véspera da diplomação.

A Coligação tem razão em continuar a lutar por aquilo que acredita, mas isso no TSE, onde deverão demorar alguns poucos anos, enquanto isso Barchetti continua.

O TSE deverá julgar os méritos das eleições avareenses daqui há 2 anos, prevêem juristas. Estes mesmos que acreditam que as chances de Paulucci no TSE são grandes.

Seria uma grande reviravolta, mas isso só daqui a alguns anos.

a

02/06/2009

REI MORTO, REI POSTO

Ele era o Maximo. Ele era o prefeitão. Ele era idolatrado. Ele era o anjo que faltava na Terra.

Ele era...

Hoje ele é denunciado. Hoje ele é massacrado e criticado até por quem antes lhe juravam amor.

A velha máxima: Rei morto, Rei posto é realmente verdadeira.

Joselyr Silvestre foi denunciado mais uma vez. Desta vez, por um prestador de serviços que antes lhe fizera juras de lealdade, e hoje vem até a imprensa para dizer que foi ‘enganado’ pelo ex-prefeito, que não lhe pagou pelos serviços prestados.

Joselyr foi prefeito. Foi idolatrado. Foi o Máximo do Máximo, e hoje é alvo de denúncias, e mais, seus ‘esqueletos’ começam a sair do armário e ameaçam sua vida política.

Suas contas tendem a serem reprovadas, e com isso Joselyr, já com tantas denúncias poderá dar um Adeus final para a vida pública.

Pelo andar da carruagem, o ex-prefeito dificilmente conseguirá ser novamente candidato a qualquer coisa que seja.

Rei morto...Rei posto.

a

01/06/2009

O CAMPING MUNICIPAL

 O caso do Camping municipal é um dos grandes ‘pepinos’ do atual prefeito.

Sem controle do dinheiro que entra, algumas denúncias dão conta de que, o dinheiro não estaria sendo supostamente repassado corretamente à prefeitura.

Mas não é só isso.

O fato está que, nenhum agente público pode receber dinheiro diretamente, e depois ‘depositar’ na conta bancária do município. Segundo a lei, isto configura crime de Caixa 2.

Todo o dinheiro arrecadado no Camping deve ser recolhido diretamente aos cofres da prefeitura, e não pode passar nas mãos de terceiros, para só depois tomar destino aos cofres municipais.

O correto é que todo campista que deseje montar sua barraca no Camping tenha em mãos uma guia de recolhimento, e assim, pague diretamente nas agencias bancárias ou lotéricas, apresentando o comprovante de pagamento ao responsável na portaria do Camping.

Se continuar a recolher dinheiro diretamente dos contribuintes, o atual prefeito poderá ser responsabilizado, bem como os servidores municipais e o secretário de Turismo.

a

29/05/09

BARCHETTI VENCE E CONSOLIDA GOVERNO

Rogélio Barchetti venceu na justiça eleitoral, e consolidou seu governo, para agora, poder fazer um governo sem empecilhos ou dúvidas.

Com a vitória, que era aguardada por seus aliados, Barchetti abriu uma jurisprudência inédita no País, e hoje se tornou o 1º vice prefeito que tomou posse sem que o candidato a prefeito eleito tenha sido diplomado.

Deixando o lado jurídico de lado, Barchetti agora deverá ser muito mais cobrado, e aquela paciência que todos estavam tendo deve ter um fim.

As cobranças serão muitas, principalmente quanto a mudança imediata de alguns nomes do seu secretariado, que agora libertado do estigma, do prefeito interino lhe será cobrado.

Aliás nomes já começam a serem ventilados. E pelo menos três secretários devem ter a vida curta.

Seu governo agora ganha legitimidade, e Barchetti não precisará mais aguentar nomes que lhe foram impostos politicamente.

Mudança já!

a

27/05/09

DECISÃO DO TRE E A FREA

O TRE mais uma vez postergou a decisão sobre o futuro político de Avaré, e o julgamento entra em pauta novamente hoje, 28 à tarde.

Não só políticos, mas também uma grande parcela da população tem ficado decepcionada a cada adiamento, a cada frustração, pois quem perde com tudo isso é a cidade de Avaré.

Hoje Avaré parece ter retomado os trilhos do crescimento, e, principalmente da honestidade, a farra com o dinheiro público parece ter acabado.

Não bastasse isso, agora a FREA mais uma vez mostra suas entranhas. Nesta semana, soubesse que, a Instituição deve cerca de 5 milhões aos cofres do INSS. Uma dívida que perdura há anos.

 Barchetti tem que, a cada dia, matar um leão por vez. São tantos os problemas e desmandos da administração passada que, o atual prefeito não sabe por onde começar a colocar ordem na Casa.

Dividas com a Avareprev, o empréstimo consignado, que ainda não foi pago os atrasados, dívidas com o PASEP, e agora a dívida astronômica da FREA.

De tudo isso, uma coisa pode ser questionada: Como um povo, pode votar em Joselyr Silvestre?

Realmente é difícil de entender.

a

25/05/09

ELE É O “CARA”.

Barchetti tem bons secretários, sem dúvida. Tirando um ou outro que nada acrescenta, seu secretariado não é dos piores.

Mas vale ressaltar um deles que, sem alardes vem fazendo um trabalhado digno de uma pessoa de extrema competência.

 Pedro Luchesi tem feito por Avaré, o que muitos secretários não fizeram em muitos anos em suas pastas.

O petebista que se aliou a Barchetti em nome de Avaré, e tem superado todas as expectativas.

Trouxe o Cavalo Árabe, a ABQM, está construindo a pista coberta – saliente-se: sem verba alguma do município – e, agora conseguiu a construção de nada mais nem menos, do que uma pista de Jóquei.

Quer mais?

Seu desempenho e sua dedicação farão de Avaré um expoente nas exposições e leilões futuros, e, principalmente no Jóquei que, quando terminado trará para a economia avareense benefícios nunca vistos no município.

Sim – ele é o CARA!

Barchetti quem o diga...

a

21/05/09

A CRISE ASSSOMBRA

Apesar de estar no governo a pouco mais de 4 meses, Barchetti já sente os efeitos de uma crise financeira.

Na bastasse a sua instabilidade política, e a verbas bloqueadas por dívida com a União, o tucano tem passado poucas e boas para tentam manter a máquina municipal em funcionamento, e honrar com os pagamentos de fornecedores.

Avaré tem perdido mais de 3 milhões de reais em verbas, por conta de dívidas com PASEP e com o INSS, que foram deixadas para trás por Joselyr Silvestre.

Barchetti rebola conforme a música, e pelo andar da carruagem, a diminuição da arrecadação municipal e o consequente corte de repasses do FPM – Fundo de Participação dos Municípios – que é repassado pelo governo federal, trarão ao atual e interino prefeito mais uma dor de cabeça.

Sem dinheiro, o município não anda. Sem verbas federais o município para.

A crise assombra Avaré.

a

20/05/09

AGORA DESENCANTA

O desembargador Batista Pereira apresentou seu voto, que ainda não foi divulgado, e o julgamento eleitoral entrou na pauta do próximo dia 26.

Segundo juristas, deste fatídico dia, a decisão não passa.

Barchetti é o franco favorito a continuar governando Avaré por três ou quatro anos. Dependendo de como será o futuro de Joselyr daqui a três anos.

Joselyr terá que esperar por três anos para voltar ao trono, isso se não for condenado com transito e julgado em mais nenhum processo. Se for Barchetti fica por quatro anos, e com direito a reeleição.

Segundo juristas, dificilmente o ex-prefeito consiga voltar à vida política, devido aos inúmeros processos e condenações que começarão a cair em breve, o que resultará na exclusão total de Joselyr da vida política.

Enquanto isso, Barchetti agradece a sorte. Nesta semana foi absolvido em um processo que o acusava de favorecimento em um concurso público na Câmara, na época em que era presidente do legislativo.

As coisas correm bem para o tucano, que com sorte alcançou o posto máximo, se livrou de processos, e na justiça eleitoral está mais para quem vai ficar do que para quem vai sair.

a

19/05/09

GOVERNABILIDADE INDEPENDENTE

Barchetti precisa urgentemente de um ponto final no TRE, ou terá sua governabilidade posta em xeque.

Não bastasse o fogo amigo que vem recebendo, tem ainda que ceder a alguns desmandos de secretários, e um ou outro vereador que se aproveita da ocasião.

A troca de secretários torna-se a cada dia inevitável.

Seu governo no plano político vai de vento em pompa, mas alguns de seus secretários não correspondem na altura que deveriam.

Assim, o pequeno tucano tem duas alternativas: ou muda alguns nomes que, já surrados pelo tempo nada mais produzem, ou abraça-os e morre com eles.

Das duas, a segunda seria um tiro no próprio pé.

Barchetti deve acordar, mas se prevê que acorde somente após a martelada final dos juízes eleitorais, que se forma estranha teimam em não decidir nada.

a

18/05/09

OS ESQUELETOS CONTINUAM LÁ

Apesar de alguns reveses, o atual prefeito ainda teima em continuar deixando habitar dentro dos armários da administração municipal, uns poucos “esqueletos” da Era Silvestre.

Desta vez foi descoberto que um dos esqueletos se chama Jaqueline Mendonça, que era a responsável pela liberação de abastecimentos ilegais, na época do ex-prefeito, e que ainda é mantida em um cargo, e por sinal, um cargo de extrema responsabilidade – Chefe de Compras da Prefeitura.

Barchetti mesmo ainda não tendo o cargo em definitivo, já tem o norte de sua administração, e deve o mais breve possível se livrar de tais esqueletos, que começam a manchar seu governo, que como ele mesmo intitula - um governo de total transparência.

Resta agora ao prefeito deixar transparecer os armários trancados a sete chaves, e principalmente, exterminar com as ossadas oriundas da Era Negra de Avaré.

Caso contrário estará pregando um discurso e realizando outra ação.

a

16/05/09

MAIS UMA CONDENAÇÃO

Assim como Joselyr Silvestre, o vereador Rípoli começa a colher os frutos do seu passado intransigente.

Desta vez, a juíza avareense condenou-o a 8 anos de perda dos direitos políticos, por ter usado carro oficial irregularmente quando era secretário de Comunicação.

Não bastasse tal condenação, corre agora na justiça um inquérito que poderá vir a ser transformado em crime de peculato contra Rípoli. O processo foi instaurado após denuncia de João Batista Leme, que apresentou documentos que comprovam a existência de uma armação, na época, em que Rípoli coletava notas ‘frias’ para comprovar gastos inexistentes na secretaria de Comunicação.

A decisão em 1ª Instância mostra que, aos poucos o vereador/locutor está se empepinando, assim como Joselyr, que a cada ano ganha uma condenação, e pelo andar do andor, muitas delas começarão a aparecer, e, como o santo é de barro, um tombo poderá ser o suficiente para que ambos sejam banidos da vida política por muitos anos.

a

14/05/09

CPI  SERÁ DOR DE CABEÇA

A CPI dos combustíveis promete ser um verdadeiro abacaxi para os vereadores, para não dizer que eles terão uma dor de cabeça terrível.

Eunice Silvestre está protelando sua presença, e toda vez em que é notificada, simplesmente manda um atestado médico dizendo que não tem condições de comparecer.

Elizandra Pedroso, a atual esposa, também dá mostras de que está pouco ligando para a CPI, ao passo que Joselyr Silvestre, que peitou a juíza avareense, e acabou tomando a pior, também deverá peitar a CPI, e se aparecer, irá quando e como quiser.

Pior para os vereadores que, se não tomarem atitudes mais enérgicas acabarão perdendo a autoridade, e aí sim, as coisas ficarão como o ex-prefeito quer, ou seja, do modo em que ele estava acostumado, no mando e desmando.

As coisas não podem ser assim. Foi gasto dinheiro do povo, com combustível para amigos e aliados, que “passearam”com o nosso rico dinheirinho, e Joselyr deve sim,responder por tal ato.

Os vereadores devem tomar uma atitude mais ousada, caso contrário, ficarão desmoralizados.

a

13/05/09

O FIM DE UMA ERA

Joselyr Silvestre voltou a ser notícia nesta semana.

Desta vez, o ex-prefeito foi condenado em 1ª instância por ter se utilizado de servidores públicos, e condenado por mais 8 anos inelegíveis.

Não bastasse isso, dentro em breve acontecerá o julgamento de um processo que vem desde a época em que era prefeito de Arandu, e que provavelmente, devido às condenações nas instâncias inferiores, poderá tirá-lo de vez da vida política.

Joselyr enquanto pode, fez e desfez, e agora paga pelos erros e pelas imprecações cometidas sem nenhum desatino. Não tomava consciência do que podia ou não se fazer, e como um trator passava por cima daqueles que lhe faziam frente a seus interesses. Hipotecou a Avareprev e não tomou conhecimento do PASEP.

As consequências, só agora estão aparecendo.

O fim da Era Joselyr Silvestre se aproxima, muito mais rápido do que ele próprio imaginava.

a

12/05/09

JOSELYR CONDENADO – MAIS UMA VEZ

Mais um final melancólico na vida político-pública de Joselyr Silvestre.

No mês passado, o ex-prefeito foi mais uma vez condenado por improbidade administrativa, ao se utilizar de funcionários públicos para beneficio próprio.

Além desta Ação Civil pública, Joselyr responde por mais algumas, que, com o tempo irão solapar e enterrar de vez suas pretensões de voltar à carreira política.

Dono de invejáveis números de votos, pelo andar da justiça, Joselyr não terá como voltar a se candidatar nas próximas eleições.

Outro processo pode estoura ainda neste ano, por ações de improbidades cometidas ainda quando era prefeito de Arandu.

Se tudo correr como está se vendo, Joselyr deverá ter uma aposentadoria precoce.

Resta aguardar o decorrer do tempo, que é impiedoso, e traz a colheita conforme ela foi plantada no passado.

a

11/05/09

PRESTÍGIO DE BARCHETTI ASSUSTA

As palavras do deputado petebista Campos Machado soaram como um estrondo à oposição de Avaré.

Ao dizer em alto e bom som que, Avaré estava precisando de Barchetti, o deputado praticamente encerrou qualquer chance dos petebistas não participarem do governo Barchetti.

Campos foi taxativo e só não levou o nome de Barchetti às nuvens por questão de coerência.

No mais deu o recado aos petebistas avareenses: “Estou com Barchetti, e vocês”?

O prestigio conquistado pelo pequeno tucano realmente é dos mais assustadores. Barchetti consegue mesclar política com uma habilidade diferenciada para atrair partidários e opositores.

Atualmente não tem oposição, mas tem uma pedra indisfarçável, que se chama Rípoli, o qual, a cada dia destrói e trucida com críticas seu próprio governo.

Resta saber até quando Barchetti tolerará tais ações e as críticas, cada vez mais virulentas.

a

09/05/09

RÍPOLI EM SITUAÇÃO COMPLICADA

O vereador e locutor da Paulista FM, Rodivaldo Rípoli foi condenado nesta semana a 3 anos de detenção em regime semi-aberto, devido a um processo movido em 2.005 pelo político Glauco do Tuta.

Na época, Rípoli diante dos microfones acusou Glauco de ter sumido com um cofre das dependências da EMAPA, após a posse de Joselyr Silvestre.

Glauco foi à justiça e provou que, o cofre era propriedade particular do empresário Zezé Cruz, e processou o locutor.

Após mais de 5 anos, a sentença saiu: Rípoli foi condenado, e além de correr o risco de ser preso, poderá ainda perder seu mandato de vereador. Segundo consta, a sentença foi dada com transito e julgado, ou seja, não há mais como recorrer.

Sendo assim, Rípoli deverá receber um mandado, e terá que passar as noites na cadeia, além é claro de perder seu mandato. Outra fonte informa que Rípoli ainda pode recorrer em liberdade.

As coisas caminham mal para o vereador, que mais cedo ou mais tarde está pagando por tudo que faz e diz nos microfones do deputado Curiati.

Resta aguardar.

a

08/05/09

UMA NOVELA DECEPCIONANTE

A decisão eleitoral de Avaré está virando capítulo de novela, e pior, de uma novela das mais decepcionantes.

Enquanto os magistrados do TRE/SP não decidem de uma vez por todas, as coisas na pacata cidade interiorana continuam ha ver navios.

O difícil é que, queira ou não, Barchetti precisa se firmar na cadeira, mas até uma decisão final, não tem respaldo político para isso. Está numa gangorra, no alto e baixo dos mecenas políticas.

Ademais, o povo também está cheio desta história ridícula, que é culpa pura e simplesmente da justiça eleitoral, que deu uma legenda a Joselyr Silvestre, candidato que, por estar com seus direitos políticos cassados, jamais poderia concorrer.

Assim o povo continua assistindo a mais uma capítulo de uma das mais ridículas novelas exibidas pela nossa Justiça.

E que Justiça.

a

07/05/09

PEC DOS VEREADORES VOLTA A CCJ

A tão propalada PEC dos vereadores voltou a CCJ do Senado, e teve novamente parecer favorável.

Com algumas mudanças, que vão desde, a diminuição do gasto com as Câmaras, até a fixação por habitante, a PEC volta a fervilhar a política nacional

Com as mudanças, no caso de Avaré, a Câmara poderia ter entre 17 a 15 vereadores.

Claro que esta é apenas uma discussão que demandará tempo, mas para muitas cidades, e no caso Avaré, seria muito benéfica, pois traria nomes que estão na suplência que, de uma forma, ou outra, acrescentariam as discussões e aos anseios da população.

Mas também existem os contras. À volta, por exemplo, de Estati, que assumiu uma secretaria de brinde não traria nenhum benefício; no pouco tempo que ficou, nada mostrou, e de nada a população está cheia.

Cheia, aliás, de vereadores como Rodivaldo Rípoli, que berra, xinga e faz atrás dos microfones, mas como vereador é um zero a esquerda.

Aumentar sim, mas para acrescentar, pois coisa ruim, a Câmara não precisa.

a

06/05/09

UNIVERSITÁRIOSSEM FUTURO

As fotos mostradas na matéria 2 desta edição, dão a noção de como são realizadas as festas universitárias. Elas mostram estudantes nus abraçados, e sem pudor, muitos bêbados e outros já caídos.

As festas em geral são para bebederas e uso indiscriminado de drogas ilícitas, o que gera grande indignação por parte da sociedade.

A questão é muito mais séria do que se pode imaginar. Depois de usar entorpecentes, uma grande parcela se torna viciado, e assim engrossa a fila dos dependentes que sustentam a criminalidade.

Outro fato que deve ser apontado está em saber se, os pais dos estudantes sabem do que acontece nestes eventos, além também das faculdades responsáveis, que de uma forma ou outra, dão apoio aos jogos.

Desta forma, ou se coíbe de uma vez por todas, e conscientiza-se os universitários do uso de drogas, que, aliás, se alastra pelo mundo, ou teremos futuros profissionais que trabalharão para sustentar seus vícios, ao passo que outros morrerão pelo uso e pela violência que o vício proporciona na sociedade.

a

05/05/09

UNIVERSITÁRIOS?

Causou alvoroço o comportamento dos estudantes universitários que estiveram em Avaré, neste último final de semana.

Desta vez, além de consumirem drogas, como fizerem outros que aqui estiveram, protagonizaram agressões e saíram nus pelas ruas adjacentes do ginásio Kim Negrão.

O fato criou certa preocupação, pois como estudantes universitários, e futuros profissionais, o que desperta a curiosidade, é o fato de como irão encarar o futuro profissional, se como estudantes, desde cedo já se drogam com freqüência.

Um fato lamentável, e de extrema preocupação, pois se hoje eles fazem da casa dos outros o quintal da sua, imaginem depois de formados. Como se portarão ao lado de clientes e pacientes, que bem ou mal dependerão de seus conhecimentos profissionais?

Estamos chegando ao fundo, ao fundo de um poço, que não possui uma escada, para que, se arrependidos consigam voltar.

Um fato lamentável, e pior, muito preocupante.

Fica a pergunta: Que universitários são esses?

a

04/05/09

FOGO AMIGO

O prefeito Barchetti, ou melhor, seu governo, não vai mal. Pelo contrário. Administra com mais seriedade, e tenta acertar as arestas deixadas pelo antecessor, como a Avareprev e agora o problema com o PASEP.

Diante disto, agora o tucano começa a receber, cada dia mais, um verdadeiro tiroteio, e diga-se, o chamado “fogo amigo”, pois a oposição vem se comportando como se espera, com sutileza e lealdade.

Mas Barchetti tem sofrido criticas de seus próprios aliados, até que provem o contrário.

Prova disto são os recentes e cada dia mais ácidos ataques do vereador-locutor, que não poupa o prefeito em nada, e vira e mexe liga para Marialva exigindo uma vacinação que nem existe.

Para piorar, nos bastidores até troca de tapas quase saiu. Pior que isso, é administrar com cobras debaixo de sua mesa.

De duas, ao menos uma Barchetti terá que optar. Ou toma uma medida drástica e limpa alguns de seu governo, ou será picado e envenenado por suas próprias cobras, que, aliás, são muitas.

a

02/05/09

AS CHANCES DE CADA UM

Os desembargadores teimam em pedir vistas, e desta forma o delinear da decisão final sempre fica para outra semana.

Desta vez, Barchetti teve o voto do 2º desembargador, e começa a confirmar seu favoritismo. Restam votar mais 4 desembargadores, num total de 6, pois o presidente só vota em caso de empate.

Se conseguir mais dois votos, Barchetti volta para casa como prefeito em definitivo. Suas crescem a cada julgamento. A maioria dos desembargadores dá mostras de que irão acompanhar o Relator, com exceção de um ou dois.

Se tudo correr como está, Barchetti será o prefeito de Avaré, e terá apenas um leve incômodo. Daqui a três anos, Joselyr Silvestre poderá voltar, porém, se não for condenado em mais nenhum processo, o que alguns advogados acreditam piamente em mais algumas condenações.

Joselyr terá as suas contas reprovadas na Câmara este ano, e isso poderá levá-lo a derrocada final de sua carreira política.

Se tudo correr a favor de Barchetti, o atual prefeito pode governar Avaré por 4 anos, e com um detalhe: concorrer à reeleição, sem o espectro de Joselyr, aí sim, será difícil alguém vencê-lo. 

a

30/04/09

CÂMARA DE VEREADORES AINDA NÃO MOSTROU À QUE FOI ELEITA

Apesar das discussões aqui e acolá, a nova Câmara ainda não mostrou serviço.

Discussões fazem parte sim, da vida de qualquer parlamentar, seja para discutir uma emenda, ou para responder um ou outro desaforo de um colega opositor.

Tirando algumas realizações esporádicas, os novos vereadores ainda estão tímidos em suas ações.

Rípoli nada diz, ou nada faz e apenas utiliza-se de uma rádio para se autopromover. Vicente não mostrou ainda o porquê de sua eleição, e não acrescenta nada até o momento. Tucão é o mesmo de ontem, de hoje e de amanhã, faz seu jogo e toca o barco da maneira que seus eleitores querem. Pégoli ainda não mostrou serviço. Clivatti luta pelo esporte, mas ainda está devendo. Os peemedebistas Poio e Rosângela apenas fazem à parte sua oposição velada; não criticam acidamente Barchetti, e tentam levar o jogo numa oposição sem até o momento criar grandes alardes. Ernesto fala bem, mas não tem executado muito; não comparece às obras sociais como o ‘prefeitura no bairro’ e perde tempo e ação com isso. Jair fala muito e em demasia, e acaba estragando seu mandato com isso. Já o presidente Araujo surpreende, pois para muitos não conseguiria fazer uma boa presidência, e vem tomando conta muito bem do poder legislativo; seu defeito sempre é muitas vezes, se afastar do eleitor e da população.

Assim a Câmara que ainda engatinha tem muito a oferecer a população, dentre elas, muitas e atrativas surpresas.

a

29/04/09

DÁ ATÉ VERGONHA

Não bastasse as sem vergonhices de senadores e deputados, agora alguns vereadores também se acham no direito de tentar impressionar pelo cargo.

Consta que um vereador chegou ao despautério de ligar para um delegado para tentar pressionar para que uma investigação fosse agilizada. Tudo em benefício do vereador.

A vereadora Rosângela foi impecável em seu discurso. Cobrou ética e postura, mas pelo visto, nada adiantou.

Vereador é um representante do povo. Eleito, bem ou mal recebe dos cofres públicos. Vereador não é deus, não é chefe de estado, não é chefe de governo. Apenas legisla, ou como na Câmara passada, pode ser simplesmente capacho de prefeito, como foram no governo Joselyr.

Ademais, não é nada demais. Um simples mortal, com uma diferença: não tem o direito de dar vexame.

É de dar vergonha.

a

28/04/09

SIMPLEMENTE FANTÁSTICA

A vereadora Rosangela Paulucci foi simplesmente fantástica.

Em poucas palavras mostrou o que é ser vereador, ou como deve se portar um vereador. Cobrou respito ao colega e respeito para com a imprensa.

Um vereador não pode encher a cara e sair falando bobagens a quem bem entender. Muito menos estar embriagado e ofender a outros, e depois acabar sendo agredido, e se portar de vítima.

Rosângela foi tudo. Menos omissa. Mandou um recado curto e grosso.

“Vamos contratar uma empresa para nos ensinar sobre ética e postura”.

Matou a pau.

Acabou com o preciosismo ridículo de Rípoli, que sem citar um nome sequer, mostrou por linhas tortas, a alguns vereadores o verdadeiro caminho da postura.

Demais.

a

27/04/09

SITUAÇÃO INCÔMODA

Com a decisão mais uma vez postergada, a situação de Barchetti continua como está, sem definição.

Situação esta que, na realidade é muito incômoda para o atual prefeito, que por bem, ou mal, continua com as mãos atadas, e não pode fazer as alterações no centro de seu governo.

Barchetti almeja continuar no poder. Faz um trabalho diferente. É mais aberto, dialoga mais, e contorna erupções dentro do seu governo com mais agilidade.

Sua situação deve ser definida já na próxima semana.

Miguel espera. Apesar da pouca chance que lhe resta. Os prognósticos dizem que os desembargadores em geral acompanham o voto do Relator, o qual foi favorável a permanência de Barchetti.

Enquanto os magistrados decidem se diplomam ou não Joselyr, a situação continua a mesma. Joselyr já é considerado carta fora do baralho. Se o diplomarem, ele poderá voltar, mas daqui a três anos, se não o diplomarem Barchetti reinará por quatro anos.

Daí as coisas mudam de foco. Em quatro anos, Barchetti pode ser um candidato a reeleição quase que imbatível, claro, se fizer um bom governo.

a

24/04/2009

QUASE LÁ

Não fosse o pedido de vistas de um dos desembargadores, Barchetti poderia já ter ido dormir mais tranquilo não noite de ontem.

O relator abriu o jogo, e declarou que Barchetti deve continuar, mas sem que Joselyr seja diplomado, o que gerou certa dúvida por parte de um desembargador.

Diplomar Joselyr ou não diplomar?

A questão foi levantada, mesmo que o ex-prefeito não possa assumir, pois está com seus direitos políticos cassados, o que fez com que a decisão final ficasse para a próxima semana.

Miguel praticamente dá adeus, ao passo que Joselyr, como todos já sabiam é praticamente uma carta fora do baralho.

Assim, Barchetti que já está no poder, poderá continuar, falta à decisão final.

Na realidade está quase lá.

a

22/04/2009

JULGAMENTO DO JULGAMENTO

É grande a expectativa em torno do julgamento do Recurso que pode deixar Barchetti no poder ou tirá-lo, colocando em seu lugar Miguel Paulucci.

Pelo sim, ou pelo não, muitos não acreditam que Miguel tenha qualquer tipo de chance. Mas nada impede de se cogitar uma possibilidade, por menor que seja, já que até seu advogado tenha optado em auxiliar Barchetti na FREA.

Não pegou bem, e ficou na esfera da ética. O advogado que luta para conduzir Miguel à prefeitura, de repente, muda de time.

Mas, o que virá ainda ninguém sabe, e o julgamento do mérito do Mandado de Segurança deverá ser adiado mais uma vez, pois segundo informes, Dalcim teria ingressado com o pedido, fazendo com que, apenas o Recurso seja julgado na próxima quinta-feira.

Do outro lado, Batochio quer melar a festa do tucanato, e tenta por outros meios fazer com que o TRE marque novas eleições. Uma possibilidade que por menor que seja ainda resiste.

Assim o julgamento deverá esperar mais uma vez. Caso contrário, se não houver mais delongas, e por fim os doutos juízes resolverem julgar de uma vez por todas, aí sim o último capítulo será nesta quinta-feira, que se tornará fatídica para um dos dois políticos.

a

20/04/2009

OS SECRETÁRIOS DE BARCHETTI

Barchetti continua sua cruzada para provar por A mais B que tem condições de governar Avaré com competência, mas seu governo continua esbarrando em obstáculos que, em tese, poderiam ser superados com facilidade.

Não bastasse a sua instabilidade política, Barchetti é cercado por alguns secretários que nada, ou pouco produzem.

O caso do secretário da Fazenda é denunciado através de diversos e-mails, pois segundo funcionários municipais, Clovis vai pouco mais de 2 horas para trabalhar, e o resto trata de cuidar de seu escritório particular, embora Barchetti diga o contrário.

Já Décio e Pedro de Souza também são casos para serem analisados.  Ambos são sócios em uma empresa que cuida de plantas para residências, e segundo denúncias atendem até clientes em seu horário de trabalho na prefeitura.

Na verdade, eticamente, eles têm o poder de vetar construções, e são também profissionais do ramo, sendo assim, tudo isso, como responsáveis pelas pastas, não pega bem.

Barchetti continua imprimindo seu ritmo, que na verdade, é seguido por poucos de seus secretários que realmente trabalham, pelo menos, oito horas diárias.

Assim, ou Barchetti toma pulso, ou será mais um Joselyr Silvestre ‘da vida’, que envia carta criticando os cargos de confiança, mas agüenta desaforos, e não tem coragem de demiti-los.

Em tempo: Não é à toa que Avaré está chegando a patamares de destaque nos eventos nacionais. Pedro Luchesi é um dos secretários que qualquer governo queria em seu time. Claro que não é o único, mas vem se destacando ao lado de João Batista, Ortega, Marialva, Léo Rípoli e Daulus.

a

18/04/2009

UMA CRISE A VISTA

Os recentes episódios que marcaram esta semana podem dar uma Tonica diferente, e num olhar mais aguçado notar que o governo, ainda que provisório de Barchetti possa estar a beira de uma crise interna.

Rípoli atacou com virulência alguns secretários de seu próprio governo, e o caso acabou virando página policial.

Não bastasse tudo isso, o que se nota é que a crise que pode estar se instalando, surge de dentro do próprio governo, já que alguns vereadores pretendem tomar as dores do vereador-locutor, e prometem encampar uma briga. Segundo informações, um vereador teria dito em uma reunião que ele mesmo acertaria as contas com o suposto agressor de Rípoli. 

O tal vereador deveria se lembrar que, além de acertar as contas com o agressor, deveria acertar as contas com as pessoas que foram caluniadas e injuriadas pelo vereador-locutor, aí sim, estaria fazendo justiça; e, além disto, pedir desculpas a muitos de seus eleitores que depositaram seu voto e confiança em seus discursos, mas que após assumir a cadeira de vereador mudou seu tom e se aliou a Rípoli o que futuramente lhe custará muito caro.

No frigir dos ovos, Barchetti que está no centro do redemoinho tem duas opções. Chama todos (inclusive vereadores de sua base) e dá um basta. Ou deixa a coisa correr frouxa e paga pra ver o que acontecerá. 
 

a

17/04/2009

MAIS UM FUZUÊ

A vida política de Rípoli, como homem público, parece estar entrando numa zona de conflito caótica.

Durante coquete da ABQM, ao dizer que alguns estavam ali só para comerem, o vereador trocou insultos com algumas pessoas, o que levou a uma briga generalizada.

Rípoli por fim, acabou levando a pior.

Não fosse só isso, o vereador parece estar entrando em seu pior momento como político. Nesta semana discutiu e estranhou-se com o jornalista do Jornal A Comarca, e voltou a criticar a imprensa, que para ele, só vai a Câmara para comer.

Rípoli, não mede as palavras, e acaba falando tanta bobagem, inclusive em seu programa de rádio, que vêm agora colecionando inimizades, até de pessoas que antes o toleravam.

O final só podia ser o que aconteceu no coquetel.

Arrumou mais um fuzuê, apanhou e ficou do jeito que ficou.

a

16/04/2009

“ELE” FICOU PARA TRÁS

A matéria principal do Jornal A Bigorna deixa explicito que não só de nome vive um bom advogado. Assim como nem só camisa vence um jogo.

E no jogo jurídico, o advogado avareense, Luiz Carlos Dalcim deu um banho de rapidez no famoso advogado José Roberto Batochiio.

Enquanto todos estavam esperando o julgamento para hoje, Dalcim adiantou-se, e, tratou de mexer com os interesses de Rogélio Barchetti, conseguindo assim que, o Recurso contra a decisão da juíza avareense em diplomar Miguel Paulucci fosse julgado juntamente com o Mandado de Segurança de Joselyr Silvestre.

Com isto, a decisão ficou para a próxima semana. Contra o gosto de Batochio, que esperava conseguir com sua ação tirar Barchetti de circulação, e assim, conseguir novas eleições.

Não deu certo a principio, agora resta aguardar a próxima semana, e pagar para ver se nada acontece de novo.

Joselyr não deve ter gostado. Melhor para Barchetti, que conseguiu sobrevida, nesta louca disputa jurídica, que pelo andar da carruagem deve percorrer muitas léguas ainda.

a

15/04/2009

OS CEM DIAS DE BARCHETTI

Nesta semana Barchetti comemorou seus 100 dias de governo.

Com ênfase, o atual prefeito dissertou sobre suas realizações, suas metas e principalmente sobre tudo que até agora enfrentou.

As dificuldades de Barchetti foram suprimidas pela sua audácia, e, mais precisamente pelos seus contatos políticos na capital junto ao governo estadual, o que acabaram viabilizando benefícios para a cidade.

Assim Barchetti realiza um governo diferençado de tudo, e de todos que já passaram pelo cargo de prefeito. Com poucos dias, dá nova cara a um governo, que na verdade, todos imaginavam que seria um puro continuísmo de Joselyr Silvestre.

Provou por A e por B que não. Tem seu jeito, e mostra que pode ser muito melhor que Joselyr, sobretudo no quesito honestidade.

a

14/04/2009

O DIA “D”

O julgamento do Mandado de segurança está próximo. Dia 16 de abril poderá ser conhecido pelos avareenses como o dia “D”.

Dia de Barchetti continuar no poder? Dia de Miguel Paulucci vencer a disputa judicial e ser o novo prefeito? Dia de Joselyr Silvestre revoar por cima de tudo e todos, e retomar o poder?

Na verdade ninguém sabe o que se passará nas cabeças pensantes de 7 juízes na hora e no dia “D”, que, bem ou mal decidirão quem deve governar Avaré pelos próximos 4 anos.

As chances de cada um são díspares.

Barchetti é considerado o favorito, pois o voto do Relator lhe dá o direito de se manter no poder. Miguel corre com menos chances, mas não impossíveis. Já Joselyr, com a menos das chances, se agarra a uma pequena falha em seu processo de cassação, em que não havia prazo para defesa.

Resta apenas aguardar.

a

13/04/2009

BARCHETTI GOVERNA SEM OPOSIÇÃO

Os acontecimentos desta semana chamaram a atenção especial da imprensa, principalmente no caso do PMDB, que participará, agora, direta ou indiretamente do governo Rogélio Barchetti.

Mesmo com o vereador Poio que a responsabilidade de Hadel Aurani aceitar a presidência da FREA, é sua responsabilidade pessoal, o cenário político se delineia cada vez mais confortável para o atual prefeito que, praticamente governa sem oposição.

De um lado  PMDB está com a FREA, e de outro o PT que bem ou mal já tem alguns de seus integrantes trabalhando no setor administrativo.  Além destes, agora o vice-presidente do PPS – Fábio Salomão - que mesmo não tendo cadeira no legislativo, também já tem um cargo na administração, colocando sua esposa como chefe da Vigilância Sanitária.

Assim Barchetti segue sua nau em águas tranquilas, em águas espraiadas, como nunca aconteceu a qualquer outro  prefeito.

a

10/04/2009

A CPI DOS ABASTECIMENTOS

As primeiras testemunhas já confirmaram o que todos esperavam: houve sim, abastecimentos irregulares que foram pagos com o dinheiro do contribuinte.

Duas testemunhas foram chave para começar a destrinchar a selva de lama que era o governo Joselyr Silvestre.

Mulher, ex-mulher, filha, amigos e parentes, todos abasteciam seus beles veículos com o dinheiro do povo.

A “Era” Silvestre por fim acabou, e com ela se encerra um ciclo de desvios e gatunagens, que só o pobre do povão não conseguia enxergar.

Pelo bem e pela sorte de Avaré, o ex-prefeito foi cassado, e somente assim tais atrocidades cometidas com o dinheiro público estão agora aparecendo.

a

09/04/2009

ROSANA PAULUCCI – PMDB – BARCHETTI - JOSELINISTAS

É realmente interessante ver o PMDB assumir a cadeira da presidência da FREA no governo Barchetti, principalmente ao ver também, a ex-vereadora Rosana Paulucci assumir como diretora executiva da Fundação e, sentar-se ao lado de tucanos que há pouco tempo atrás, ela mesma chamou-os de bando de “CORJAS”.

Em seu discurso, a ex-vereadora disse que os palpiteiros e os fofoqueiros poderiam falar o quanto quisessem, o que deu a entender que a peemedebista vê a imprensa avareense como fofoqueira.

A vereadora poderia ao menos ter um pouco mais de respeito com a imprensa, pois essa mesma imprensa que ela chama de “fofoqueira de plantão” assistiu a tudo o que ela falou no passado, ao atacar os tucanos, que hoje, aliás, ela senta-se ao lado deles.

Bem, já que agora a ex-vereadora está ao lado do tucanato, vai ver ela notou que eles não são tão corjas como ela mesmo disse; ou se são, ela agora munida de interesses pessoais faz de conta que não disse nada, e coloca o peso de sua escolha sobre os que ela chama de fofoqueiros de plantão.

Aliás, foram estes mesmos fofoqueiros de plantão que assistiram muitos dos seus discursos na campanha eleitoral chamando o próprio Rogélio Barchetti de “traidor”, e dando a entender que os seguidores de Joselyr eram também, desmoralizados; e com um pequeno detalhe: são os seguidores de Joselyr que agora ela está sentada ao lado.

a

08/04/2009

UMA PEQUENA CPI.

Quinta-feira começará as investigações sobre supostos abastecimentos irregulares realizados na administração Joselyr Silvestre.

Na verdade, tal investigação deveria apenas servir para provar o que todos já sabem, ou seja, que o ex-prefeito realmente enriqueceu ilicitamente.

Mas dado a ocasião, os vereadores deverão apenas se basear nos pequenos indícios da ocasião do abastecimento irregulares.

Uma pena, pois se forem a fundo, poderão descobrir descalabros ainda muito maiores da administração passada, pois ninguém, por mais econômico que seja, consegue numa única existência, entrar com um carro e sair com várias camionetes, fazendas e outros bens; e salientem-se, bens nunca declarados.

A Polícia Federal que o diga.

a

07/04/2009

OMISSOS

O que se viu na última Sessão de Câmara foi um verdadeiro show de omissão por parte dos vereadores, e, principalmente da oposição.

Após denúncias graves de desvio de dinheiro público, cometido na época pelo ex-secretário de Comunicação, Rodivaldo Rípoli, a população esperava no mínimo, que alguns vereadores tomassem uma atitude, no intuito de se instalar uma investigação.

Mas na verdade, os vereadores se calaram mais uma vez. Assim como se calavam ao terem informações e provas dos descalabros do governo anterior.

As provas contidas no relatório são contundentes e provam que de fato houve desvio de dinheiro público, e com mais um detalhe picante, o ex-prefeito Joselyr teve conhecimento do ocorrido e não tomou as providências que lhe cabiam.

Agora foi a vez dos vereadores se tornarem omissos.

Como os vereadores da oposição Ernesto, Poio ou Rosângela poderão cobrar ações de Barchetti, se eles mesmos não tomam uma atitude referente ao documento que em breve estará nas mãos da polícia?

a

06/04/2009

CPI PARA RÍPOLI

 O relatório que saiu de dentro de um armário fechado a sete chaves, e que mostram supostas irregularidades cometidas pelo vereador Rodivaldo Rípoli, que esteve à frente da secretaria de Comunicação na administração passada, traz sérias denúncias contra o ex-secretário.

Os descalabros vão de notas frias, até notas que mostram compras nunca realizadas, além de compras ilícitas, as quais deveriam ter sido feitas pelo setor de compras da prefeitura.

O relatório não é muito abrangente, mas mostra que Rípoli tem o telhado de vidro, e muito pior do que se imaginava.

Uma CPI faz-se necessária, para que, os seus colegas de vereança possam de uma vez por todas apurar tais desvios, como mostra o Relatório, e mais, devem também investigar o ex-prefeito Joselyr Silvestre, pois como mostra o Relatório, o ex-prefeito teve acesso às informações, e simplesmente engavetou tudo, cometendo assim, o crime de prevaricação, o qual, como gestor público teria obrigação de mandar apurar.