Artigo: A ciência do “bem e do mal”

A Bigorna 13/01/2018 17:32:00 114 visualizações
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A revista National Geographic de janeiro traz uma elucidativa matéria com especialistas que se dedicam a estudar o ‘bem e o mal’ do ser-humano.

Saindo do campo filosófico, cientistas analisaram centenas de pessoas, desde ricas, pobres ou presos. Num universo de anos de dedicação ao assunto que, além de ser debatido entre todas as religiões, bem como na filosofia, traz uma análise profunda explicada pela ciência.

Cientistas explicam que, muitos do seres-humanos estudados têm propensões ao mal por falhas celebrais; enquanto outros pelo ambiente em que foram criados.

Na raiz dos problemas, dizem os pesquisadores, está no passado evolutivo, ou seja, como nos formamos através dos anos de vivência. Segundo ele, existem as pessoas altruístas, bem como os psicopatas, modelos que exemplificam os nossos melhores e nossos piores instintos.

As pesquisas apontam que o ser-humano possui a empatia, que é uma capacidade intrínseca do cérebro para experimentar as sensações de outra pessoa; é ela quem estimula a compaixão no nosso coração, nos levando a acudir quem se encontra em dificuldade. Já os psicopatas não tem a empatia em seus extintos; totalmente desprovidos.

Os psicopatas são de variações inúmeras. Eles podem ser muito violentos ou pouco, mas todos possuem um grau de variação para a violência. Os psicopatas, alegam os cientistas, exibem uma desconsideração absoluta pelos sentimentos alheios,, embora consigam aprender a fingir as emoções.

Para os pesquisadores, muitos podem reverter tal quadro de psicopatia, ou seja, a maldade não é imutável.

Os investigadores descobriram que o nosso cérebro continua mantendo a sua plasticidade mesmo na idade adulta, o que significa que podemos ser treinados para nos comportar de forma bondosa e generosa.

O que vem solapando a sociedade é o alto grau de consumo de drogas. Um documentário da Netiflix, chamado “Drugs,Inc” – mostra o tamanho da destruição que as drogas vem fazendo nos Estados Unidos, um dos maiores países consumidores de drogas, principalmente as sintéticas.

A ciência explica o lado cerebral do problema da violência, enquanto os seres-humanos ditos normais se chafurdam nas drogas causando o aumento da violência e de milhares de mortes.

A violência entre os homens tem várias vertentes, e o que vem assustando – de fato – ée o alto grau de autodestruição que o próprio homem está fazendo consigo e com seus semelhantes.

“Somos a espécie mais social do planeta, e a mais violenta” – salientam os cientistas.

A sociedade atual, infelizmente, agoniza no mal.

André Guazzelli

 

 

 

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